Os Shoppings de Edimburgo
Edimburgo com certeza nao é sinonimo de compras, mas como toda boa capital que se preze, a cidade também tem os seus shoppings centers.
Legenda: (A) Princes Mall e (B) St James Shopping Centre.
As distancias entre lojas, centros comerciais, lojas de departamento, ruas de comercio e shoppings centers em Edimburgo sao muito proximas, fazendo com que nao se perca muito tempo no deslocamento na hora de querer comprar alguma coisa.
Legenda: (A) Princes Mall, (B) St James Shopping Centre e (C) Ocean Terminal no Porto de Leith.
Pra quem nao sabe, os invernos sao super rigorosos na Escocia, com neve bastante frequente ultimamente. E até mesmo no verao, as temperaturas nao sao muito animadoras. Independente de ser inverno ou verao, se o dia estiver chuvoso e com muito vento, o que é muito frequente, as vezes a sensacao termica é muito maior e os desavisados sao pegos de surpresa. Assim, precisando comprar alguns acessorios, esses shoppings vao se tornar otimas opcaos.
Existem tres shoppings na cidade, o Princes Mall, o St James Shopping Centre e o Ocean Terminal.
O Princes Mall e o St James estao localizados bem no centro da cidade, a uma curtissima caminhada a partir da Princes Street.
O Princes Mall esta localizado ao lado da principal estacao de trem da cidade, a Waverley Station. Junto com o Ocean Terminal, acredito que eles sejam os maiores. Sao tres andares com muitas lojas, cafés, redes de fast food e restaurantes.
Ja o SJS é um dos shoppings mais antigo de Edimburgo, abriu suas portas na década de 70 e recentemente passou por uma reforma, que deixou o lugar um pouco mais moderno. O St James fica entre o ‘final’ da Princes Street e o Calton Hill.
Basicamente o shopping tem dois andares e reune uma boa variedade de lojas, como por exempo, as lojas de departamento, como a John Lewis, lojas de celular, Dixons (loja de eletronicos), Boots (farmacia e vende cosmeticos tambem), HMV, Accesorize, Republic, River Island, entre outras.
E no segundo andar ficam os restaurantes e cafés. Junto ao Shopping tem o hotel um dos varios hoteis da rede Thistle, o King James, classificado como 4 estrelas.
Ambos os shoppings, Princes Mall e St James ficam na metade do caminho de quem resolver ir no Ocean Terminal Shopping, localizado no porto de Leith. Uma vantagem deles é que eles estao grudados as lojas de luxo da George Street e do Multrees Walk.
O Ocean Terminal tambem vale uma visita e pra aproveitar bem esse lado da cidade, o porto de Leith, é recomendado conhecer tambem o Royal Yacht Britannia e caminhar pela mais nova area que esta sendo revitalizada na cidade. Esse shopping tem marcas mais conhecidas a nivel mundial, como Gap, Joy, H&M, Body Shop por exemplo, alem de lojas de departamento como BHS e Debenhams, cafés e restaurantes, e até um cinema. Para chegar la, é so pegar uma das linhas dos onibus da empresa Lothian Buses, numero 11, 22 ou 34, que vai parar na frente do shopping.
Outra coisa que devo mencionar é que esses shoppings nao sao iguais aos que estamos acostumados a ir aqui no Brasil, com super marcas e tudo mais. Mas achei interessante registrar a existencias desses lugares como uma sugestao para quem precisar comprar algo de ‘primeira necessidade’, como luvas, cachecois, gorros e casacos.
Normalmente os shoppings abrem das 09:00 as 18:00 e as quintas-feiras os horarios vao ate mais tarde, em torno de 20:00. Mas é bom conferir direitinho no site de cada um dos shoppings pra nao ter nenhuma surpresa!
Posts relacionados:
Nem só de Beatles vive Liverpool
Depois de fazer o Magical Mistery Tour, sai pra dar mais uma ultima voltinha pela cidade.
Saindo da Beatles Shop que fica na Mathew Street, em questao de poucos passos estamos no meio do Liverpool One. Inclusive dali, ja consegui avistar o meu proximo destino, a Radio City Tower.
Pra quem nao sabe, o Liverpool One pode ser considerado uma espécie de shopping a céu aberto, isso pq nessa area central da cidade e com passagem somente para pedestres estao as maiores redes de lojas de departamento do Reino Unido, assim como podemos encontrar muuuitas outras lojas, bares e restaurantes.
No caminho tem uma loja enorme do Liverpool, um dos times mais importantes do futebol ingles..
Pra chegar na Radio City Tower é bem facil, isso que a torre tem mais de 130 metros de altura e assim, podemos ve-la de quase todas as partes da cidade.
A torre, além de ser o local onde fica a principal estacao de radio de Liverpool, é também onde podemos ter uma das melhores vistas panoramicas de toda a regiao.
Em dias claros como naquele dia em que visitei, conseguimos ver até a costa norte do Pais de Gales. Da pra ver o complexo Albert Docks e a roda gigante que foi construida recentemente..
Também conseguimos ver varios pontos turisticos da cidade como, a Liverpool (Anglican) Cathedral..
A Liverpool Metropolitan Cathedral..
Na zona portuaria da cidade, ainda vemos o Royal Liver Building, que no topo de suas duas torres tem dois relogios, e muitas vezes sao comparados e chamados pelos locais como ‘Big Ben de Liverpool’…
Muitos aerogeradores que utilizam o vento para obter energia, existem aos mooontes por toda a costa da Gra-Bretanha. Nem poderia ser diferente, ne?? Afinal o que nao falta naquela ilha é vento!
Abre todos os dias do ano, a partir das 11:00 ate as 18:00. Nao precisa pre definir o horario, somente o dia. O ticket pode ser comprado online atraves do site oficial do Visit Liverpool.
Posts relacionados:
Roteiro: Liverpool e Blackpool
Beatles Story – Albert Docks – Merseyside Maritime Museum e Liverpool One
A Liverpool dos Beatles
A primeira coisa que vem a cabeça ao pensarmos em Liverpool são os Beatles. E nem poderia ser diferente, a cidade respira e vive a banda desde a década de 60 quando o grupo foi formado.
A primeira vez que fui a Liverpool foi em janeiro de 2009, foram apenas 2 dias, que mal deram pro gasto.
E um dos lugares que eu queria muito voltar era no Museu Beatles Story, primeiro pq eu gosto bastante da banda e segundo pq na primeira vez a gente não presta muito atenção nos detalhes.
Eu já contei um pouquinho de como é o museu nesse post aqui, mas de lá pra cá, o museu não mudou muito e teve apenas algumas coisas acrescentadas a exibição.
Mas a principal diferença que eu notei foi quando já estavamos chegando quase no final, na parte dedicada a carreira solo de cada um dos 4 integrantes dos Beatles, a Going Solo.
Numa sala enorme, estão 4 painéis em cada um dos cantos, e atrás estão pendurados na parede algumas fotos, um pouco da história da carreira de cada um, as capas dos discos e 0s objetos pessoais, que fizeram com que essa parte ficasse muito mais interessante!
A parte mais legal do museu ainda continua sendo a ala final que presta uma homenagem a John Lennon, com um piano e o tempo todo fica tocando a música Imagine, emocionante!
A lojinha também está um pouco maior e muitas outras opções de souvenirs, mas eu entrei lá apenas pra comprar umas camisetas pro pessoal lá de casa.
Mas o que eu realmente queria fazer na cidade era o Magical Mistery Tour que ficou faltando. O tour acontece todos os dias as 14:30 e aos sábados, domingos e feriados tem um tour extra as 12:00. Como eu fiz o tour no domingo, comprei meu ticket para o meio-dia. É altamente recomendado comprar online, pq vi muita gente tentando comprar la na hora e não tinha mais lugar, ambos os tours pra aquele dia tavam lotados. Lembre-se: o ônibus tem apenas 40 lugares!
O tour tem partida em frente ao Tourist Information Centre do Albert Dock, que fica bem do ladinho da Loja do Museu Beatles Story, é só ficar ali aguardando que o guia vem chamar o pessoal para levar até o ônibus.
O guia fala brevemente de como vai ser o tour, os lugares que vamos visitar e durante o caminho, enquanto ele não está contando algumas história ou curiosidade sobre a banda, estamos ouvindo Beatles como trilha sonora, ohhhh!!!
E o mais engraçado foi que, como eu fiquei mais pro final da fila, a hora que entrei no ônibus quase não tinha mais lugares vazios, e pra minha supresa dividi o banco com um brasileiro heheeheheheh muita coincidência! E o pior de tudo é estavamos falando em inglês até que ele me perguntou: Where are you from? e eu: Brazil.. A gente ficou rindo uns 5 minutos da situação! Os brasileiros estão em todas as partes meeesmo!
Basicamente o tour é feito em um ônibus idêntido ao que foi usado no filme dos Beatles e passa pelos principais lugares associados a banda, como por exemplo:
E começa pela rua Penny Lane…
Passando pela casa onde eles nasceram/cresceram…
Chegando em Strawberry Field..
Foram duas horas que nem vi o tempo passar. O tour termina na Mathew Street, bem perto do Cavern Club. E pra quem fez o tour, tem entrada gratuita no pub, legal né?!?!
Olha, eu acho que 99% das pessoas que visitam Liverpool já estiveram no Cavern, o bar é realmente muito popular e tá sempre lotado.
Ali já aconteceram mais de 200 apresentações dos Beatles. E se você espera pessoas super atenciosas no bar, já vai se preparando, o pessoal te atende como se estivesse sendo o maior sacrificio do mundo!
E pra não perder o ritmo, nessa mesma rua onde está o Cavern Club, fica o Beatles Shop especializada em vender produtos dos Beatles, lógico! E independentemente se forem souvenir ou produtos novos ou antiguidades, com certeza a gente acha alguma lembrancinha legal! Vale a visita!
A Inglaterra também tem a sua Torre Eiffel e ela fica em Blackpool!
Uns anos atrás enquanto estava planejando a nossa viagem a Bath, no sul da Inglaterra, acabei descobrindo no site Imagens Viagens a existência da cidade de Blackpool.
Dessa vez, como eu queria voltar a Liverpool, achei que dois dias inteiros seriam demais pro que eu tinha em mente. Olhando no mapa as opções de cidades próximas a Liverpool, as duas que se destacavam eram Manchester e Blackpool. Como eu iria em dezembro no show do Belle & Sebastian em Manchester, achei que Blackpool seria uma boa opção, e na hora lembrei desse post que tinha lido a mil anos atrás.
Blackpool não é nenhum pouco popular entre os milhares de turistas brasileiros que visitam o Reino Unido todos os anos. Mas a cidade é bem popular na Inglaterra e pra ter uma idéia, Blackpool é a maior rival de Brighton quando o assunto é diversão e praias, por mais estranho que isso possa parecer!
A cidade está localizada na costa oeste da Inglaterra, mais pro norte do país, faz parte do condado de Lancashire e é banhada pelo geladíssimo mar da Irlanda, no qual eu tive o privilégio de colocar as minhas mãozinhas pra sentir o gelo daquelas águas na pele =)
Assim como Brighton, Blackpool também manteve a tradição inglesa do século 19 e tem 3 piers espalhados pela costa… O North Pier é o mais tradicional e antigo. Muitas pessoas vão ali para se divertir ou para andar no carrossel.
Tem também o Central Pier que se tornou um dos cartões postais da cidade por causa da sua roda-gigante, que junto com a ‘Torre Eiffel’ de Blackpool, são as atrações que não podem faltar em uma foto de recordação da cidade…
E lá no final, fica o South Pier que também é chamado de Victoria Pier, tem um estilo unico, que mais parece um circo e pelo que notei é o preferido da criançada. A proximidade com o Parque de diversão justifica a presença de fila para conseguir ter acesso ao pier…
Apesar da cidade receber milhões de turistas todos os anos, especialmente no verão, Blackpool é pequena. Tudo na cidade gira em torno do calçadão a beira-mar chamado de Promenade. Ali, ficam desde as principais atrações, até mesmo os melhores hotéis, pubs e restaurantes da cidade.
Ao contrário do que vemos em outras cidades britânicas, as atrações em Blackpool são mais recentes e modernas. Existe uma igreja na cidade é claro, porém ela não se torna parada obrigatória como seria o caso em Durham ou em Canterbury, por exemplo.
Eu sai de Liverpool relativamente cedo, trajeto de trem entre as duas cidades seria curto senão fossem as milhoes de paradinhas pelo caminho. Então uma distancia de aproximadamente 30 km, demorou um pouquinho mais de 1 hora para ser percorrida. Há duas estações para desembarcar na cidade, e eu escolhi a Blackpool North. A estação fica relativamente perto da Promenade, acho que não passa de uns 10 minutos de caminhada.
Como era um sábado à tarde de outubro, ultimos dias para aproveitar um pouco do “verão” inglês com seus dias longos, a cidade tava lotada. Inclusive o trem que peguei em Liverpool, conforme ia passando e parando nas estações de cidadezinhas menores da redondeza foi ficando lotado. Ficou tão cheio, que as pessoas estavam dividindo bancos e outras se amontoando em pé pelos corredores do trem.
Não sei pq, mas ao chegar no calçadão a beira-mar, tive a nitida impressão de estar colocando meus pés numa cidade com uma mistura de ‘Las Vegas e praias da California” com um aspecto um pouco extravagante por meu gosto. Sim, isso pq tinha muita coisa brilhando, piscando e mesmo achando aquilo tudo um exagero, achei a cidade bem animada e diverdida!!
O ideal é começar o passeio caminhando pelo Promenade, mas não pense que será possível percorrer toda a extensão, até pq o calçadão é enoooorme, com mais de 20 km de extensão. Apesar do ventão que tinha aquele dia, fazendo com que eu quase congelasse, inclusive com por alguns minutos, alternando com um pouquinho de sol, as garoas deram as caras muitas vezes durante todo o dia.
Existem opções de bondes-elétricos e trams para percorrer todo o calçadão, mas achei que não teria a mesma graça se fizesse o passeio dessa forma.
Enquanto vamos caminhando pelo calçadão, podemos ver em boa parte do trajeto a ilha da Irlanda nos acompanhando. Inclusive achei engraçado o pessoal ir até a praia para fazer um passeio de mula hahaha.. (Eu tô dizendo, essa cidade é estranha..)
Ainda tem os que preferem se aventurar em uma carruagem puxada por um cavalo em pleno centro da cidade..
Caminhei até chegar ao parque de diversões que tem a segunda maior montanha-russa da Europa, o Blackpool Pleasure Beach. Eu não entrei no parque, até pq não curto muito esse tipo de coisa, mas enquanto eu tava por ali, vi diversas vezes o sobe e desce na montanha russa e ouvi os gritos estericos da criançada..
Ao longo de todo o trajeto, vi milhões dessas placas de advertencia falando sobre violencia com que as ondas podem chegar até as paredes do Promenade. Ainda bem que naquele dia que eu tava lá o mar tava calminho, deu até pra descer na areia, caminhar um pouquinho e colocar a mão na água rapidinho…
Mas a principal atração meeesmo da cidade é a Torre de Blackpool, uma versão inglesa da Torre Eiffel, e como tudo nessa cidade é um pouco estranho, a torre foi construida saindo de dentro de um prédio (que abriga um aquário e muitas outras atrações).
Essa torre tem a metade do tamanho da sua irma gemea, chegando a 158 metros de altura. Eu acabei não subindo na Torre, pq o vento tava muito forte e chovia e parava de chover o tempo todo e o dia não tava tão bonito assim.
Eu não me convenci que seria uma boa idéia pagar mais de 12,00 libras pra subir até o topo. Imagino que deve ser super bonita a vista, mas o mais ideal seria se o dia estivesse ensolarado. E foi assim que passei o dia em Blackpool!
App para usar em uma viagem à Curitiba!
Esses dias atrás eu escrevi sobre os aplicativos para Iphone que podem ser usados em uma viagem à Escócia. E aproveitando o embalo, resolvi olhar também se já haviam aplicativos disponíveis para ajudar quem mora ou vem visitar Curitiba.
Primeiro que, pra minha surpresa, eu encontrei apenas UM aplicativo para os turistas, o Curta Curitiba, que foi lançado no inicio do ano passado. A inciativa partiu de uma parceria entre o Curitiba Convention & Visitors Bureau, Sebrae-PR, Abrasel-PR e Intituto Municipal de Turismo.
Apesar de ter encontrado apenas esse app, achei ele bem completinho, com informações de passeios, atrações turisticas, hotéis, gastronomia, compras, calendários de eventos, transportes e outras informações importantes. Também é possível ver no mapa qualquer atração ou serviço disponivel facilitando o deslocamento e localização na cidade. Outra coisa que tbm achei legal é que dá pra compartilhar algumas informações nas redes sociais, como twitter e facebook.
Uma das melhores partes na minha opinião, é que pra ter acesso a todas as informações do aplicativo não é necessário estar conectado a internet, fazendo com que todos os dados possam ser acessados rapidamente.
Obs.: Além do português, existe versão em inglês e em espanhol. Pode ser baixado gratuitamente na Apple Store.
Estocolmo – Parte 2
Todos aqueles que dizem que as capitais dos países escandinavos não tem muitas coisas pra fazer, eu digo, um final de semana mal deu pra nós visitarmos tudo o que haviamos planejado pra nossa viagem a Estocolmo.
Nosso segundo dia começou cedíssimo, pra que a gente pudesse dar conta de visitar tudo o que estava no roteiro.
A primeira parada foi na Riddarholmskyrkan, a Igreja de Riddarholmen que é considerada a mais antiga de Estocolmo. Seu estilo medieval segue o mesmo estilo de muitas igrejas que vimos na Dinamarca e na Noruega, e seu pináculo pode ser visto de muitas partes da cidade. É lá também onde estão sepultados praticamente todos reis e rainhas da Suécia, como por exemplo, todos os reis entre Gustav Adolf II e Gustav V estão lá.
A uma curta caminhada dali, em uma outra ilha, ficam o Kungliga Slottet , o Sveriges Riksdag e a Storkyrkan. Eu sei, esses nomes estranhos não fazem muito sentido, mas já vou explicar um a um…
O Kungliga Slottet é o Palácio Real de Estocolmo, é a residência oficial da realeza da Suécia. Não sei pq, mas sempre fico impressionada com o fato de não ter grades ou cercas separando o povo da entrada dos Palácios.
Isso é bem comum nos países escandinavos onde existem ainda a monarquia, como Noruega e Dinamarca (a Finlândia é o único dos países nórdicos que não tem monarquia).
Domingão, os horários pra visita são reduzidos, o Palácio só estaria aberto a partir do meio dia (até as 15:00), então apenas garantimos os nossos ingressos, e antes da visita, fomos assistir a troca da guarda que já estava pra começar.
A troca da guarda na temporada considerada de inverno (outubro a março) acontece somente as quartas, sábados e domingos, pontualmente as 13:00.
Diferentemente dos meses de verão, que tem um “desfile” começando na praça Sergels Torg, seguindo por algumas ruas da cidade até chegar em uma das entradas do Palácio Real, em outubro (que foi quando estivemos lá), a troca da guarda é mais simples e também é beeeem rapidinha. A duração não passa de uns 15 minutos pelos meus calculos.
Aproveitando a bondade dos guardinhas, pedimos se dava pra bater uma foto. E olhe só, pra nossa surpresa era uma guardinha..
Logo após a troca da guarda, parecia que todas as pessoas de Estocolmo tiveram a mesma idéia que nós e foram para a entrada do Palácio Real, então pra fugir da fila e aproveitar melhor o tempo, acabamos indo rapidinho até a Storkyrkan.
A Storkyrkan é a Catedral de Estocolmo, seu nome oficial Sankt Nikolai Kyrka presta uma homenagem a São Nicolau. O estilo do seu exterior é bem diferente de que estamos acostumados a ver nos países escandinavos, inclusive as cores. Um dos seus destaques é a imagem de madeira de São Jorge e o dragão, obra que data do século 15. Ahh, e também foi nessa igreja onde a Princesa Victoria se casou com o seu personal trainer, Daniel Westling, que atualmente é chamado de Duque de Västergötland.
Agora sim, com a fila um pouco menor, fomos conhecer o Palácio Real de Estocolmo. Além de visitar os Apartamentos Reais, a Coleção de Tesouros Reais, podemos visitar também o Museu Três Coroas.
Além de ser a residencia oficial, também é ali onde fica o escritório onde o Rei Carlos XVI Gustavo trabalha, cumprindo suas funções reais e recepcionando convidados em eventos oficiais.
O Palácio não parece ser tão grande quando olhamos por fora, mas os número impressionam, como por exemplo, são mais de 600 comodos que estão divididos em sete andares.
Há muitos séculos atrás, no atual lugar do Palácio Real, ficavam um castelo medieval chamado de Tre Kronor ou Três Coroas. Em uma noite em 1697, o castelo foi completamente destruido pelo fogo.
Algumas partes da base e muralhas desse Castelo e nós pudemos ver tudo isso de pertinho no Museu Tre Kronor. Além disso, lá também podemos ver um pouco de como era a vida no Castelo naquela época e alguns objetos que foram encontrado em escavações.
Próximo ao Museu fica a ala onde estão em exibição os Tesouros Reais pertencentes a familia real sueca, como por exemplo uma espada que pertenceu ao Rei Gustav Vasa, a coroa, manta e o cetro que pertenceu de Erik XIV, a coroa da Rainha Lovisa Ulrika, além de muitas outras coroas que pertenceram a muitos Reis e Rainhas. Também vimos a pia de batismo feita toda em prata que é utilizada para batizar os herdeiros ao trono desde 1696.
E por ultimo fomos visitar os Apartamentos Reais que são as alas abertas a visita pública e onde o Rei Carlos e a Rainha Silvia recebem seus convidados em eventos, cerimonias, banquetes e festas oficiais.
Infelizmente não é permitido bater foto em nenhum desses lugares que visitamos, mas pra quem viu as fotos dos apartamentos reias do Palácio de Buckingham que eu já escrevi e coloquei aqui, já dá pra imaginar que a decoração e a opulência das salas são de impressionar.
Em nossa ultima voltinha pela cidade antes de ir pro aeroporto, acabamos passando em frente ao Parlamento Sueco…
E ai, ainda continua achando que os países nórdicos não tem nada de interessante pra conhecer? Acho que não né.. =)



































































































Comentários