30.11
2010

Radisson Blu Royal Hotel, em Bruxelas

O hotel que tinha reservado para viagem que deveria ter acontecido em outubro permaneceu o mesmo, o Radisson Blu Royal Hotel Brussels.

Com o cancelamento do voo da KLM, tive que me virar e cancelar a reserva do hotel muito rapidamente, antes que a primeira diária fosse cobrada. A politica do hotel aceita cancelamentos, mas a condição é que a reserva deve ser cancelada antes das 18:00 horas, senão a multa cobrada é o valor da primeira diária. Entrei no site e por email mesmo fiz o cancelamento.

O hotel está muito bem localizado, fica bem próximo da estação central, a 1 quadra da Catedral, a 3 quadras da Grote Markt, a principal praça da cidade e é onde está o prédio da prefeitura de Bruxelas, um dos principais cartões postais da cidade.

Logo na entrada, a decoração interna do hotel já se destaca. O elevador é do tipo “panoramico”, mas a vista é só pra area interna do hotel e ele está localizado bem no meio da area central e é rodeado por um bar. O teto é de vidro nessa parte, achei bem diferente!

O quarto que fiquei era bem espaçoso, com uma cama queen, tv de plasma, mini-bar com muitas cervejas belgas e um sofazinho. Unica coisa que não gostei que o quarto era um pouco escuro, já que não tinha luminaria no teto, a unica forma de iluminar o quarto era com os abajures.

Uma das coisas que mais gostei, e que é beeem dificil encontrar aqui na Europa, é que o hotel disponibiliza internet wi-fi grátis.

O hotel fica na Rue du Fosse-aux-Loups, Wolvengracht 47, em Bruxelas, o hotel tem duas entradas, uma fica numa decida, de quem vem da Catedral e a outra, dobrando a esquina (entrada principal).

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Fondue de Chocolate da Häagen Dazs, em Bruxelas

Postado em Bélgica, Bruxelas, Hotéis
29.11
2010

Roteiro 01: Bruxelas

Essa viagem era pra ter acontecido no ultimo final de semana de outubro, mas por questão de cancelamento do voo por parte da KLM, tive que alterar a passagem.

Sempre ouvi dizer que a KLM era uma das melhores cias aéreas da Europa, e quando achei um precinho de passagem legal, resolvi comprar. O voo sairia de Edimburgo, com destino a Amsterdam para uma escala e lá, eu teria que trocar de avião pra ir até Bruxelas.

Com o cancelamento do voo, tive que ir até o atendimento da KLM na área de embarque do Aeroporto em Edimburgo. Pedi quais eram as opções que eu tinha e a atendente prontamente me respondeu: pegar o primeiro voo no sábado de manhã ou alterar a data da viagem (sem custos). Não tive a menor duvida e acabei alterando a data da viagem para esse final de semana que passou.

Como eu costumo comprar os tickets e as passagens de trem tudo pela internet, não tive o que fazer, a não ser me conformar que iria perder tudo. Fazer o que, esse também é um risco que corremos ao comprar as coisas antecipadamente.

O roteiro que eu tinha programado para outubro, permaneceu exatamente o mesmo, e ficou assim:

- sexta-feira: cheguei em Bruxelas já era tarde da noite e não tive tempo de fazer nada. Acabei indo direto para o hotel;

- sábado: levantei cedão e fui caminhar pelo centro da cidade, visitei a Catedral de Saint Michel e Gudule, conheci também o Museu Magritte e de lá fui até o Atomium. Como já era noite, voltei para o centro da cidade e fui caminhar pelos arredores da Grote Markt, comprar chocolate e comer os famosos waffles belgas;

- domingo: segui direto para a Grote Markt, praça principal da cidade e é onde fica também o City Hall. Dali fui ver o bonequinho Manneken Pis e caminhando por ali, acabei encontrando alguns dos painéis de Tin-Tin que estão espalhados pela cidade. Comprei mais chocolates e fui para o aeroporto.

O Aeroporto de Bruxelas (IATA: BRU) é o maior aeroporto do país e está localizado a 16 km do centro da cidade. Por ser o principal aeroporto da Bélgica, as opções de transporte público são enormes, como trem, ônibus, táxi e hotel shuttles.

Eu acabei escolhendo ir de trem até Bruxelas. A estação está convenientemente localizada embaixo do terminal, no level -1, é só ir descendo as escadas rolante até o final.

Os trens saem a cada 20 minutos e param nas principais estações de Bruxelas, a Nord, Centraal e a Midi. Como o hotel que eu estava hospedada era próximo a Grote Markt, eu desci na Estação Central. O trajeto é bem curtinho, em pouco menos de 20 minutos eu tava no centro da cidade.

Ahh, importante não confundir os aeroportos, dependendo da cia aérea, normalmente as cias aéreas de baixo custo, como a Ryanair,  voam através do Aeroporto de Charleroi (IATA: CRL), um pouco mais longe do centro de Bruxelas.

Postado em Bélgica, Bruxelas
27.11
2010

Ano Novo, Bali Hai Chile, Due Torri e Parque Arauco

Voltando do litoral do Chile, fomos direto pro Hotel nos arrumar. Destino? O Bali Hai!! Como em Santiago nessa época escurece lá pelas 21:00.. 21:30, foi mais ou menos a essa hora que fomos pra lá! Incrível, fomos um dos primeiros a chegar, o lugar ainda estava vazio!!!

A primeira impressão, logo na entrada estão alguns Moais enfeitando a fachada! Logo que entramos, recebemos um colar estilo “havaiano” para entrar no clima, afinal, o tal Bali Hai é uma casa de show com jantar e são apresentados danças e músicas típicas das Ilhas do Pacífico e folclore chileno! Até ai, tudo certo!

Bali Hai, no Chile

O que nos deixou “meio assim” é que as mesas estavam umas grudada nas outras, e sério, o espaço era minúsculo e a mesa tava cheia de badulaque! Os lugares já estavam escolhidos e por azar, ficamos bem no meio da mesa, ou seja, se quando o lugar estava vazio e só estavamos nós na mesa já estava apertado, imagine qdo estivesse tudo lotado.. seria o caos! Enfim, continuamos por ali! Os garçons muito insistentes, queriam fazer as coisas do jeito deles, queria servir as bebidas, as comidas e a gnt nem queria nada por enqto! Até que chegaram mais uma meia duzia de pessoas na nossa mesa gigante e em questão de 10 minutos o garçon deu um banho no pessoal derrubando os pisco sour!!! Pronto, já estavamos irritados com o apertume do lugar e decidimos abandonar o barco, simplesmente levantamos e saimos!

A mesa entulhada de badulaque, sem condições!!!!

Bali Hai

Não sei se a comida é boa, se o show é legal… só sei que estava muito mal organizado e os garçons eram péssimos, isso sem contar o lugar em q ficamos, era a primeira mesa praticamente no palco!

As pessoas conhecidas que foram e até o pessoal da agência em que compramos as passagens só falaram bem do lugar. Quando voltamos, resolvemos fazer uma reclamação e as pessoas não acreditavam que o lugar era da forma como descrevemos, enfim, inclusive vendo as fotos que o próprio site do lugar disponibilizava, estava td muito diferente… isso é fato!)

Bali Hai

E de última hora, vamos aonde? Será que vamos achar algum restaurante com mesa disponível em plena noite do 31??? Sim, o Due Torri! Nem comparação, mesa redonda, todo mundo tranquilo, buffet “a vontade” e ai sim, muita risada, pisco sour e diversão!

O esquema do restaurante era: buffet a vontade com várias comidinhas para entrada, o cardápio principal já tinha os pratos definidos, era só escolher! Vários tipos de Pisco e sobremesa! Com certeza não foi tãããão animado como imaginávamos no Bali Hai, mas foi bem legal a virada do ano!!

(O engraçado que em Santiago não tem aquelas famosas queimas de fogos de artifico durante a véspera e o dia de Ano Novo, o único lugar em que acontece é em frente a Torre Entel!)

No primeiro dia do ano de 2008, como praticamente tudo estaria fechado, à tarde fomos dar uma volta pelos arredores do hotel e depois seguimos para o Parque Arauco, uma espécie de shopping com corredores a céu aberto, restaurantes e lojas espalhados pelo pátio e o grande shopping.. diferente do que existem por aqui (pelo menos eu nunca tinha visto algo parecido)!!

O shopping Alto Las Condes também é bom! E outros restaurantes que fomos e são bons: Aquí está Coco e Isla Negra (as machas gratinadas foram aprovadas, assim como as merluzas, robalos e reinetas)!!!

Postado em Chile, Santiago
25.11
2010

Amsterdam Marriott Hotel

Procurando pela internet um hotel para me hospedar em Amsterdam, me deparo com uma promoção super interessante e imperdível. Nem pensei duas vezes e logo reservei as duas noites que ia passar na cidade no Amsterdam Marriott Hotel.

O hotel está super bem localizado, fica a uma quadrao do Vondelpark, o principal parque da cidade e a umas 3 quadras da Museumplein.

Como cheguei um pouco tarde na sexta-feira a noite, subi direto pro quarto, que aliás, é bem espaçoso e bem decorado. E como esperado, devido a padronização da rede, era bem parecido com o hotel que ficamos em Copenhagen, a unica coisa que mudou foi a cor, aqui era tudo voltado pro vermelho. Inclusive o mesmo restaurante que tinha no hotel em Copenhagen, o Midtown Grill, também tinha lá.

O quarto tinha uma cama queen, tv de plasma, máquina para preparar café e todas aqueles apetrechos para fazer chazinho e tal. Uma das coisas que gostei bastante, aliás, foi a primeira vez que vi um hotel com tomada tanto para o modo europeu (dois pinos, igual as tomadas antigas do Brasil), quanto para o modo britânico (de 3 pinos), fantástico! Assim pude carregar minhas máquinas fotograficas sem precisar revesar o adaptador.

No sábado a noite, depois de caminhar o dia todo, passando de museu em museu e apenas fazer uns lanchinhos rápidos (com muito stroopwafel), achei que seria melhor ir direto pro hotel e jantar por lá mesmo.

Como o serviço de quarto com o cardápio normal pode ser pedido até as 22:00, eu tive que me contentar com o menu da madrugada, que tem as opções um pouco reduzidas. Acabei pedindo lascas de salmão defumado com alguns acompanhamentos, muito bom!

A unica coisa que não gostei muito, é que a internet wi-fi não é free, tem que pagar uma taxa. Mas no hall de entrada, tem um escritório com vários computadores, e lá dá pra usar a internet de graça, inclusive imprimi os tickets que já tinha comprado pela internet, e ninguém me cobrou nada por isso.

Ahh, o café da manhã não está incluido no valor da diária e tinha um custo de 27,00 euros, mas como eu não tenho costume de tomar café da manhã, não me importei.

O Amsterdam Marriott Hotel fica na Stadhouderskade 12. Tem uma parada de tram quase em frente, a parada chamada de Leidseplein.

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Postado em Amsterdã, Holanda, Hotéis
22.11
2010

Roteiro: Amsterdam, Holanda

Esse final de semana que passou eu fui pra Amsterdam. Como meus pais e meu irmão foram em setembro, naquele final de semana antes de começar minhas aulas de inglês aqui em Edimburgo, eu não pude ir. Eles falaram tão bem da cidade e do país, que eu resolvi ir também.

Então pesquisando os preços das passagens pela internet, acabei comprando o meu ticket com a cia aérea de baixo custo Easyjet. São dois voos diários direto entre Edimburgo e Amsterdam, um de manhã e um mais pro final do dia. Comprei o meu para o final da tarde. Com o fato de em Amsterdam ser uma hora mais com relação ao Reino Unido, cheguei lá já passavam das 21 horas.

Schiphol é o principal aeroporto do país (IATA: AMS) e fica a 14 km do centro da cidade. Saindo da area de desembarque, dobrando a direita, logo já vemos um Burger King e bem em frente estão as máquinas para comprar ticket e um pouco mais a frente tem o balcão com as atendentes também.

Eu comprei o meu ticket nas máquinas e foi muito fácil de usar. É só selecionar o idioma, escolher o destino, o tipo de classe (primera classe ou segunda classe), sem dia especifico para uso e ainda dá pra escolher com desconto de 40%, no caso de ser estudante, idoso ou crianças. Depois de tudo selecionado, é só colocar o cartão de crédito ou as moedas (dinheiro em nota não são aceitos) e pronto, o ticket sai na hora.

Ali perto das máquinas tem uma painel enoooorme com todos os horários dos próximos trens, é só cuidar qual será o horário mais próximo para a estação Amsterdam Centraal e ir para a plataforma. A estação de trem do aeroporto fica no subsolo do aeroporto, tem que descer as escadas rolantes.

Esses trens que ligam o aeroporto até o centro da cidade partem a cada 10 ou 15 minutos e o trajeto também é bem curtinho, em 15 minutos estamos na Estação Central de Amsterdam.

O meu roteiro pra esse final de semana ficou assim:

- sexta-feira: cheguei em Amsterdam a noite e fui direto pro hotel;

- sábado: levantei cedíssimo e fui direto para a Museumplein, praça onde ficam os principais museus da cidade e o famoso letreiro IAmsterdam. O primeiro museu que fui foi o Rijksmuseum e depois segui para o Museu do Van Gogh. Uma pausa para ver o movimento na praça e bater umas fotos com o letreiro e segui para o Heineken Experience. Ainda tive tempo de dar uma voltinha pela região da Dam Square. De dia passei pelos museus tradicionais e a noite fui nos museus “típicos” de Amsterdam, como o da Cannabis e do Sexo. Ainda fui no Museu da Vodka e no Red Light District. Não se apavore, eu não fiz nada correndo, esses ultimos museus ficam aberto até as 23:00, então deu pra fazer tudo tranquilamente;

- domingo: caminhei nas margens dos canais e fui para a Dam Square, visitei a loja de departamento mais famosa do país, a Bijenkorf e ainda tive tempo de ir numas lojinhas comprar umas lembrancinhas, antes de ir para o aeroporto.

Ah, uma das coisas que achei legal, é que no Aeroporto de Schipol tem internet wi-fi gratuita por 30 minutos, com possibilidade de usar mais 30 minutos se precisar. 

Postado em Amsterdã, Holanda
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