29.03
2012

British Museum

Um dos lugares que não conseguimos incluir no roteiro da nossa primeira viagem à Londres foi o British Museum, então dessa vez ele não poderia ficar de fora!

Aproveitando que a chuva tinha piorado, a essa altura já chovia forte, saimos da Catedral de St Paul e pegamos um taxi até o museu, isso para nao perder tempo no deslocamento e aproveitar ao máximo a nossa.

Acho que ficamos umas duas horas lá, que mal deram pro gasto. Conseguimos ver pouquissimas coisas, pq o museu é realmente enoooorme!

O Museu Britânico, que na verdade poderia ter um nome mais globalizado, abriga desde 1753 mais de 8 milhões de itens. Logicamente que o museu não começou com todos essas peças no seu acervo, ano após ano as peças foram anexadas/compradas/emprestadas ao acervo.

Atualmente, além de peças relacionadas aos períodos romanos, greco e egípcios, a coleção ainda conta com peças relacionadas a Europa, Oriente Médio, e outras tantas ilhas e países do mundo. Além de coleções de alguns objetos como relógios, máscaras, moedas, estátuas, entre outros.

Algumas das coisas que eu mais queria ver no museu eram: a coleção de pecinhas de xadrez que foram encontradas na Ilha de Lewis na Escócia, além do Moai que veio diretamente da Ilha de Páscoa, as Múmias do Egito, a Pedra de Roseta, os Mármores de Elgin, e é claro, a arquitetura do Great Court, obra do arquiteto britânico Norman Foster.

Mas como eu disse no inicio, o tempo que ficamos lá, não deu pra ver tudo isso, é claro! Mas durante a nossa caminhada pelo museu, acabamos encontrado alguma coisa pelo caminho.

E a primeira foi a Rosetta Stone, que tem uma história polêmica, já que o Egito reivindica e quer essa reliquia de volta. Foi atráves dessa pedra que históriadores conseguiram desvendar e decifrar os hieróglifos. Pretando bem atenção, os pesquisadores descobriram que na pedra, o mesmo texto está escrito em três idiomas: hieróglifos egípcios, demótico e grego antigo. A Pedra acabou recebendo esse nome pq foi encontrada nas margens do rio Nilo, na cidade de Roseta, em 1799 pelo exercito de Napoleão.

Muitas estátuas, modelos de totens, totens. O Moai chamado de Hoa Hakananai’a, da Ilha de Páscoa.

E por último o Great Court, com o seu teto de vidro. A construção no centro é onde fica a Sala de Leitura, e foi onde, também, Karl Marx escreveu o Manifesto of the Communist Party.

Abre todos os dias, das 10:00 as 17:30 e nas sextas-feiras até um pouco mais tarde. A entrada é gratuita, somente algumas exposições especiais são pagas. O museu está localizado na Great Russell Street e a estação de metro mais próxima é o Tottenham Court Road/Holborn/Russel Square.

Bruna Bartolamei
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Bruna Bartolamei

Catarinense, mas já morou em Curitiba (8 anos) e em Edimburgo, a capital da Escócia (quase 2 anos). Criou o blog pra contar um pouco mais sobre como foi o seu intercâmbio na terra dos Kilts e das Gaitas de Fole, e também, sobre suas viagens pelo mundo.
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Postado em Atrações turísticas, Inglaterra, Londres
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