01.11
2012

Intercâmbio: Quanto tempo seria ideal?

30 dias, 3 meses, 6 meses ou 1 ano.. Afinal, como saber quanto tempo seria ideal? A resposta vai depender muito do nível de inglês de cada um antes da viagem.

Como eu passei por todas essas “etapas” durante o meu intercâmbio, eu vou dar a minha opinião sobre esse assunto que acho que pode auxiliar muitas pessoas antes de fechar um pacote para estudar inglês (ou qualquer outro idioma) em outro país.

Ah, antes de escrever qualquer coisa, acho interessante dizer que eu tinha um nível de inglês intermediário, eu conseguia me comunicar e entender relativamente bem. Claro que tinha muitas duvidas, algumas coisas que hoje eu entendo o pq são diferentes quando tentamos traduzir pro português, eu aprendi lá e outras eu continuo sem entender, apenas aprendi por osmoze. O tempo ajuda bastante a gente a se acostumar com algumas coisas, pode ter certeza!

Retirado do blog 6monthsinusa.blogspot.com

Mas vamos por partes.. Minha primeira parte do intercâmbio teve 6 meses de duração, sendo assim, aqui vai minha opinião para as respectivas etapas:

– 30 dias: mesmo eu já tendo viajado pra Escócia antes de fazer o intercâmbio, eu tava meio apreensiva com a viagem. É muito diferente estar em uma cidade a passeio, na correria de ver os principais pontos turísticos em 3 ou 4 dias do que saber que vamos passar 30 dias naquele lugar. Tudo sempre vai ser novidade. Nos primeiros 30 dias, praticamente qualquer coisa que eu resolvesse fazer seria encarado como novidade, como por exemplo: descobrir a infinidade de trajetos que eu poderia fazer entre a escola e minha casa, ir no mercado pela primeira vez (escolher os produtos entre algumas marcas que muito provavelmente eu nunca tinha visto até então, isso sem falar que algumas coisas eu nem sabia direito o significado, como por exemplo os materiais de limpeza, tirando o detergente.. e o resto, como é o nome de cada coisa? Parece besteira, mas as primeiras vezes que eu ia no mercado era praticamente uma aventura), ir a restaurantes e cafés (com os seus sit in or take away que eu sempre achava estranho, mas tudo bem), pubs (pedir one pint of xxx e não simplesmente “me traz uma garrafa da cerveja tal”) e em lojas, programar os passeios durante a semana e as viagens de final de semana, comprar o ticket de ônibus ou de trem pela primeira vez… e por ai vai. Eu poderia enumerar uma série de coisas que parecem obvias em um primeiro momento, mas querendo ou não é tudo novidade! Quanto ao nível de inglês, eu vou ser beeem sincera, pouco progresso. É muita informação nova, impossível processar tudo e realmente ter um grande avanço, até pq é difícil isolar os estudos das demais coisas que fazemos durante o dia. Resultado: 30 dias é valido pra “perder o medo” e ter uma pequena noção de como as coisas funcionam em outro país.

– 3 meses: os primeiros 30 dias sempre vão sem mais tumultuados, no melhor sentido da palavra, é muita informação pra processar, muita novidade, a gente tá meio que na fase “deslumbramento” total com o destino, só vemos as coisas boas daquele lugar. Os próximos 2 meses são mais tranquilos, a euforia também já passou e fica tudo mais fácil, da até pra criar uma rotina. Quanto ao nível de inglês, algumas situações das quais a gente não se virava muito bem inicialmente começam a ficar mais tranquilas. A gente já se sente um pouco mais em casa, pq temos tempos de conhecer bem os vizinhos, fazemos amigos, uma simples ida ao supermercado não é mais um evento que mereça tanta importância. Com certeza já sabemos comprar os produtos de limpeza, remédios e já começamos a entender um pouco das conversões de medidas e peso que são diferentes das que usamos no Brasil. No meu caso, deu pra melhorar o inglês um pouco sim, foi nessa fase que comecei a entender o pq usamos algumas coisas em inglês que ao traduzir pro português não faz muito sentido. E foi também durante esse período que eu perdi o medo de falar um monte de coisa errada e encarei que o jeito era me comunicar e não ficar muito preocupada em falar tudo 100% correto. O tempo passa muito rápido, se a gente não aproveitar as oportunidades pra se comunicar em inglês, independentemente de estar falando 60% correto ou 100%, o progresso nunca vai chegar. Resultado: pra mim, 3 meses seria o tempo minimo pra fazer o intercâmbio, pra dizer que, de fato aprendeu alguma coisa, caso contrario, vai ser só um período de turismo prolongado.

– 6 meses: claro que fazer um intercâmbio de 6 meses exige um pouco mais de planejamento pré-viagem. Como o tempo é maior e temos que pagar o curso e a acomodação antecipadamente, digamos que fica um pouco mais pesado no orçamento. Da minha vivencia na cidade em geral, a coisa ficou muito melhor. A gente acaba saindo um pouco da zona turística da cidade e começa a descobrir coisas novas. Lembro de passar tardes andando em bairros menos turísticos e assim descobri coisas bem interessantes. Quanto ao nível de inglês, já deu pra melhorar bastantinho até. Claro que aqueeeela fluência toda é impossível adquirir em tão pouco tempo, mas lembro que quando eu ia em um lugar qualquer, seja uma loja, um restaurante, não precisava ficar pensando muito o que ia falar antes de alguma atendente me abordar, a coisa já tava mais automática. Resultado: entre as opções até agora, acho que vale muito mais a pena o esforço, planejamento e os gastos. O inglês vai melhorar bastante, com certeza.

A segunda parte do intercâmbio teve duração de 1 ano, então além de tudo que eu já disse acima, acho importante levar em consideração também:

– 1 ano: se alguém me perguntar agora que voltei do meu intercâmbio, pela minha experiência, o que eu recomendaria, não tenho a melhor duvida em responder: 1 ano. Naturalmente vamos passar por todas as etapas que descrevi acima, mas como teremos 1 ano pela frente, aquela coisa meio afobada de ter que fazer tudo e ao mesmo tempo não fazer nada direito não vai existir. Um ano é muita coisa. Dá pra aproveitar bastante. O inglês melhora muito, a fluência também. Claro que ninguém vai voltar pra casa falando como um nativo, mas pode ter certeza que o progresso vai ser bem maior. Muita coisa a gente aprende de uma forma indireta, sem se dar conta e isso só é possivel quando o tempo é relativamente maior. Resultado: de todas essas opções, se hoje eu tivesse que repetir a experiência pra aprender outro idioma por exemplo, eu escolheria de cara 1 ano!

Outras considerações:

Existe também outra questão que acho importante ressaltar: estação do ano ideal pra ir, em caso de escolher 30 dias ou 3 meses ou no caso de 6 meses ou 1 ano, qual seria a melhor estação do ano pra iniciar o intercâmbio.

Todo mundo sabe que as estações do ano são invertidas com o Brasil, por exemplo, quando é verão no Brasil, na Europa é inverno. É importante escolher começar o intercâmbio em uma estação mais amena, como a primavera ou outono e em últimos casos o verão. O verão  é considerado uma das estações mais caras pra se viajar pra Europa. Os meses de junho, julho e parte do mês de agosto são os meses de férias escolares por lá, então além dos próprios moradores da Europa ainda existe toda a leva de turista viajando pelo continente, sendo assim, consequentemente tudo fica muito mais caro e ainda exige muito mais planejamento.

Algumas pessoas que pretendem usar as férias aqui no Brasil pra melhorar o inglês não vão ter muita opção, vai ser preciso encarar o inverno europeu. Na Escócia por exemplo, o dia é mais curto, é muuuito frio e ultimamente tem nevado com uma certa frequência. É um fator que deve ser levado em consideração.

Se o tempo de intercâmbio for de 6 meses ou 1 ano, é importante se programar direitinho, planejar bem a viagem e os passeios e mais importante ainda é fazer tudo com calma pra não esquecer de nada. As vezes um pequeno detalhe esquecido pode gerar uma boa dor de cabeça no futuro.

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Catarinense, mas já morou em Curitiba (8 anos) e em Edimburgo, a capital da Escócia (quase 2 anos). Criou o blog pra contar um pouco mais sobre como foi o seu intercâmbio na terra dos Kilts e das Gaitas de Fole, e também, sobre suas viagens pelo mundo.
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22 comentários em "Intercâmbio: Quanto tempo seria ideal?"
  1. Clóvis Neto   02/11/12 • 11h32

    Parabéns pelo excelente post Bruna. Com certeza irá ajudar muitas pessoas inclusive a mim. Eu estou pensando em fazer um ano letivo na Langside College mas também estava querendo fazer alguns testes de influência para que depois possa conseguir algum bom emprego aqui no Brasil em alguma multi nacional. Você acha que devo fazer o ano letivo que são nove meses ou algum curso para teste de fluência. Meu nível e básico. Obrigado

    • Bruna   04/11/12 • 18h51

      Oi Clovis,
      Então.. Como eu disse no post, eu acho mais vantagem fazer um ano letivo. Acho interessante tbm fazer esses testes tipo IELTS sim. Eu queria ter feito enqto estava la na Escócia, mas o teste caia justo numa semana que ia viajar.. E acabei deixando passar. Me arrependi um pouco de não ter feito o teste la, mas ano que vem farei no Brasil. :)

  2. Thiago Machado   02/11/12 • 20h12

    Oi Bruna!
    Não sei se você lembra de mim, mas sou o Thiago, aquele que uma vez te pediu dicas sobre intercâmbio na Espanha e na Argentina. Mais uma vez, parabéns pelo blog e, agora, especialmente por esse post. Ele é muuuito útil pra quem pretende fazer intercâmbio, como eu!
    Abraço

    • Bruna   04/11/12 • 18h52

      Oi Thiago!!

      Lembro sim!! Obrigada!! :))
      Já decidiu pra onde vc vai???

      • Thiago   05/11/12 • 15h51

        Oi Bruna!
        Sinceramente não sei. Ou melhor, desisti de ir pra algum país hispânico e de tentar algum intercâmbio no Chile. Se eu fizer intercâmbio na faculdade, gostaria de fazer ou na França ou na Alemanha. Até porque meu francês é melhor que o meu espanhol (eu já esqueci tudo rsrsrssr) e eu já estou na metade do curso, então até lá eu já devo terminar. E o curso de espanhol eu teria que fazer correndo pra recuperar tudo o que esqueci até um intercâmbio. Eu prefiro recomeçar o curso de espanhol quando já estiver formado em francês e inglês, porque posso fazer o curso com mais calma e me dedicar melhor. Na minha opinião, é melhor fazer “tudo a seu tempo” do que fazer milhões de coisas simultaneamente e sair tudo uma bosta né?
        Mas, de qualquer forma, eu li esse seu post e comecei a pensar em trancar algum semestre da faculdade (quando eu estiver na faculdade, porque ainda estou fazendo vestibular) e passar seis meses no Reino Unido. Aí não sei pra onde eu gostaria de ir. Com certeza não seria Londres, porque não achei lá um bom lugar pra estudar inglês. Não sei ainda, tenho bastante tempo pra pensar. No momento, minha maior preocupação é passar no vestibular.
        Bruna, muito obrigado por ter lembrado de mim e pela atenção.
        E, mais uma vez, desculpe por falar tanto srsrsrsrsr
        Parabéns pelo blog e pela sua boa vontade!
        Abraços
        Thiago

  3. Bruna   05/11/12 • 20h16

    Oi Thiago,

    Concordo plenamente!! E depois tem mais um detalhe, estudar espanhol e frances ao mesmo tempo definitivamente não dá!! Eu tentei uma vez e não consegui seguir a diante, acabei largando mão do espanhol, “já que é praticamente a mesma coisa que o portugues”.

    Tenho certeza que independentemente do lugar que vc escolher estudar ingles aqui no UK, vc vai adorar! :)

  4. Kamila   24/10/14 • 01h01

    ola,sera que vc poderia me informar mais ou meno qual é o custo geral de um intercambio de 6 meses?

  5. Rúbia   19/01/15 • 19h37

    Eu tô a 3 dias só foleando o seu blog, é muuuuito legal! Meu sonho é conhecer a Escócia e fazer um intercâmbio por lá, e é muito interessante como você coloca as explicações detalhadinhas, muito útil. Tá de parabéns!

    • Contando as Horas   20/01/15 • 23h40

      Oi, Rúbia

      Muito obrigada! Fico feliz que tenha gostado e que o blog esteja te ajudando de alguma forma. Tenho certeza que vc vai adorar Edimburgo. Dificil alguém não gostar! =DD

  6. Matheus   22/07/15 • 23h14

    Olá Bruna,

    Adorei essa postagem que se refere a intercambio; principalmente quanto a parte em que vc cita a adaptação em modo automático (quando você aprende sem perceber).
    Tenho uma vontade imeeensa de conhecer o Canadá e se possível imigrar para lá.
    Sei que é muito importante ter ao menos ter uma base sobre a língua a ser praticada, porém tenho um grande medo de ir e as coisas não serem as maravilhas como imaginei. Gostaria de saber se geralmente ao mesmo tempo em que estamos fazendo o intercambio, há a possibilidade de trabalhar, afinal de contas, de algum lugar o dinheiro tem que sair rsrsrs.

    Muito obrigado !!

    • Contando as Horas   30/07/15 • 17h26

      Oi, Matheus

      Não sei como essas coisas funcionam no Canadá em especifico, mas acredito que vc consiga trabalhr sim enquanto estiver estudando. É bom vc pesquisar bem como é essa questão nesse país e ver qual seria o valor pago por hora de trabalho, se existe alguma diferença pelo fato de vc ser estagiario, estar em treinamento, ter ou nao uma faculdade.

      Quando eu comecei a pensar em fazer intercambio, passava hooooras na frente do computador pesquisando diversas coisas. Quando eu fui, não achei quase nenhum informaçao sobre como seriam as coisas na Escócia. Hoje em dia, existem diversas pessoas que ja tiveram essa experiencia e ainda, algumas tem blogs. O melhor de tudo seria vc olhar blogs mais focados no Canadá, pois eu tenho medo de te falar algo que pode ser diferente do que eu vivenciei no UK (apesar dos dois paises serem meio parecidos em diversos aspectos).

    • Lais   05/08/15 • 15h06

      Oi Matheus td bem?

      Estou planejando meu intercâmbio para Vancouver.
      Quanto à sua duvida, infelizmente desde o ano passado os alunos de cursos de inglês não podem mais trabalhar enquanto estudam.
      Vc tem a opção de estudo+trabalho, ou seja, se estudar 4 meses, trabalha por mais 4…mas esse programa tem um custo maior.
      Só é permitido trabalhar quem está cursando um College lá, que seria nossa faculdade aqui, nesse caso vc pode trabalhar, porém 20 hrs semanais.
      As pessoas que tenho contato que já foram, ou moram em Vancouver me disseram que realmente é um sonhoooo,se vc planejar direitinho e guardar um dinheiro consegue sim =)

      Espero ter ajudado…

      Brunaaaaaaaa, adoreiiiii suas informações aqui, tem me ajudado muito!

      • Contando as Horas   10/08/15 • 14h02

        Oi, Lais

        Obrigada pelas infos sobre o Canadá, não sabia dessas novas regras. Concordo com você, quando a gente planeja tudo direitinho, sempre acaba dando certo.

        =DDD

  7. Francieli   29/08/15 • 23h26

    Oi, meus sonho é me tornar fluente em inglês, estudo desde criança e não sou fluente ainda, mas como sonho em fazer faculdade de cinema no exterior resolvi pegar pesado, faço Englishtown, aulas por skype com professores dos EUA e leio muitooo e escuto muito também. Mas não é fácil, é muita coisa pra aprender. Pensei em fazer um tempo de intercambio nos Eua pra me preparar pro Toefl. quanto tempo vc recomenda? Já estou no intermediário e entendendo mais do que falo. Conheço algumas pessoas que estudaram uns 4 meses nos Eua e voltaram sem alcançar a fluencia desejada,vc acha isto possível? tenho medo que aconteça o mesmo comigo. Abraços

    • Contando as Horas   30/08/15 • 23h34

      Oi, Francieli

      Pela minha experiência, eu diria 1 ano. Em 1 ano a gente aprende muita coisa, é um tempo relativamente bom pra ganhar uma certa fluencia, mas tbm é bom ficar claro que em apenas 1 ano ninguém volta pra casa falando com um nativo. Lembro que sempre tive muita dificuldade quando tinha que falar coisas que misturavam tempos verbais, principalmente se era em alguma situação de que eu poderia ter feito, mas não fiz ou algo do tipo.. Tinha um pouco de dificuldade de pensar rapido ao misturar todos os tempos verbais. Mas isso a gente pega o jeito uma hora, não tem jeito.

  8. Maria   05/11/16 • 11h37

    Oie. Adorei o post ajudou muito. Gostaria de saber sua opinião sobre o intercâmbio no terceiro ano do ensino médio. Você acha que vale a pena. Estou cogitando a idéia, mas tenho medo pelo meu vestibular e enem.

    Obrigada, e parabéns seu blog é simplesmente incrível!!!

    • Contando as Horas   08/11/16 • 22h40

      Oi, Maria

      Depende! Minha opinião pessoal: eu não faria. Vc ainda é menor de idade, delimitando muito o que vc pode ou não fazer. Eu deixaria pra ir depois da faculdade. Agora se for só uma coisa rapida, tipo, 2 semanas, não vejo problema.

  9. Guilherme   04/08/17 • 14h46

    Bruna muito bem detalhado seu texto. Porém me tira uma dúvida, você considera este tempo de aprendizado mencionado acima com ou sem um curso de idioma no exterior ?

    • Contando as Horas   07/08/17 • 15h25

      Oi, Guilherme

      Levando em consideraçao que vc esta indo pra lá pra estudar. Nao considero viagem a turismo ou passeio.

  10. Katia   20/09/17 • 19h27

    Amei suas dicas .
    Estamos planejando o intercâmbio de nossa filha para agosto de 2018.
    Será de 1 ano. Meu coração já está sofrendo pq ela vai ter 15 anos e é filha única
    Enfim sei que será uma experiência única .
    Beijos

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Contando as Horas
Chegando em Budapeste!🇭🇺 Esse é o Monte Gellért passando pela janelinha da minha cabine!
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No ultimo verão europeu eu fiz um cruzeiro fluvial pelo rio Danúbio (segundo maior rio da Europa).
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Meu cruzeiro começou na Romênia, passou pela Bulgária, Sérvia, Croácia e terminou na Hungria.
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Foram 7 dias a bordo do navio River Duchess, da empresa @uniworldcruises ! Uma experiência sensacional (ainda quero repetir, fazendo uma das rotas que passam pelos mercadinhos de Natal)!!
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🌏Budapeste, Hungria
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Kremlin de Moscou 🇷🇺🇷🇺
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Antigamente essa fortaleza servia de proteção para a cidade, mas hoje em dia é a sede do governo e residencia oficial do Presidente da Rússia.
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Ele é formado por vários palácios, catedrais, museus, um jardim, as torres e a muralha.
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Quem estiver em Moscou pode incluir uma visita ao Kremlin no roteiro.
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É possível conhecer algumas atrações, como: o Palácio do Arsenal, local onde está o Museu do Arsenal e o Complexo das Catedrais (formado por 4 igrejas). Todas todos os demais edifícios podem ser fotografados apenas por fora.
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⚠️O Kremlin não abre as quintas-feiras. Para visitar o Museu (700 rublos) e o Complexo das catedrais (800 rublos) o valor total é de 1500 rublos (95,00 reais).
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🌏Moscou, Rússia
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Existem diversas formas de entrar na Praça Vermelha, em Moscou, mas sem duvida alguma, a mais bonita é atravessando o Portão da Ressurreição, localizado literalmente entre a Prefeitura de Moscou (lado esquerdo) e o Museu Estatal de História Nacional (essa construção a direita).
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Nessa foto também da pra ver a Capela Ibérica e o Marco Zero da Russia.
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🌏Moscou, Rússia
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Parque da Vitoria é onde está localizado o Museu da Grande Guerra Patriótica, que é como os russos chamam a Segunda Guerra Mundial. Obviamente, esse museu conta toooooda a historia dessa guerra (com muitas fotos, documentos, objetos, entre outros - tem legendas em inglês).
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Além disso, também destaco: O Hall dos Heróis (foto 3) que presta uma bela homenagem a todos os russos que morreram nessa guerra, mais de 20 milhões de pessoas, o Hall das Lagrimas (foto 4) que simboliza as lagrimas de quem perdeu filhos, pais, irmãos e maridos durante essa guerra e por fim, os Dioramas de Guerra (foto 5), esses paines gigantes que retratam algumas cenas de momentos importantes dessa guerra.
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O parque é gigante e o Museu é enorme, portanto, vá com muito tempo (tempo minimo de 3 - 4 horas).
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Dica: Para chegar aqui, o acesso é feito pela estaçao de metro Парк Победы, aquela que tem as escadas rolantes mais profundas de todas as estações de metro de Moscou, sao quase 3 minutos andando nessa escada. 😱
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🌏Moscou, Rússia
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Museu Memorial da Cosmonáutica é formado por três partes: 
1) Alameda dos Cosmonautas: com varias estatuas de cosmonautas russos, entre elas, Yuri Gagarin, primeiro cosmonauta russo a ir ao espaço (da um zoom ai nas imagens q da pra ver algumas estatuas)
2) Monumento aos Conquistadores do Cosmos: é essa estrutura que simboliza um foguete decolando em direçao ao espaço.
3) Museu do Espaço: localizado logo abaixo disso tudo, aqui é possivel aprender um pouco sobre a chegada dos russos ao espaço atraves de equipamentos, roupas, documentos historicos, entre outros. A parte mais legal, na minha opiniao, é poder entrar na réplica da Estação Espacial Mir e ver como era a vida deles durante uma missão no espaço.
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O museu tem explicações em inglês. Além do valor do ticket, quem quiser fotografar, precisa comprar uma permissão de fotos.
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🌏Moscou, Rússia
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Certeza absoluta que essa é uma das atrações mais fotografadas de toda a Rússia!!!
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A Catedral de São Basilio foi construída durante o seculo 16 por ordem do Czar Ivan, o Terrível. Ela é formada por 9 capelas, mas elas não ficam lado a lado, é quase como se fosse um labirinto com varias escadas e corredores.
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Dica: Essa igreja nao abre as quartas-feiras. Além do valor do ticket, é necessário comprar uma permissão para fotos e/ou videos.
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🌏Moscou, Rússia
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