17.08
2014

Bélgica: Roteiro de 3 dias em Bruxelas

A Bélgica quase passa batido quando olhamos o mapa da Europa, pois geralmente seus vizinhos chamam mais atenção. Eu estive lá por duas vezes, uma no outono e outra no inverno:

– Primeira vez: no final do mês de novembro, quando ainda tava morando em Edimburgo. Passei apenas o final de semana, cheguei na sexta a noite e voltei no domingo final de tarde;

– Segunda vez: no inicio do mês de janeiro. Fui de Londres a Bruxelas de Eurostar e fiquei lá por mais quatro dias, sendo que um dia fui até Colônia na Alemanha, também fui até Luxemburgo e os outros dois dias eu fiquei em Bruxelas mesmo. Na verdade, minha intenção era ir a Bruges e a Amsterdam, mas devido a fortes chuvas e enchentes na região, tive que ficar em Bruxelas, pois todos os trens estavam sendo cancelados devido ao mau tempo.

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Como essas viagens aconteceram no tempo em que eu ainda estava morando em Edimburgo, ou seja, a uns 500 mil anos atrás, eu acabei juntando essas duas viagens a Bruxelas pra escrever esse post. Na minha opinião, 3 dias seriam o ideal pra conhecer com calma um pouco da capital da Bélgica.

Bruxelas tem uma localização estratégica no mapa, pois fica bem no meio do país. A cidade é bem servida quando o assunto é transporte público. A primeira vez que eu estive lá eu cheguei num voo vindo de Edimburgo com conexão em Amsterdã, no principal aeroporto do país, o Aeroporto Internacional de Bruxelas Zaventem (IATA: BRU). Ele fica apenas 15 km do centro da cidade e a melhor opção pra ir até o centro da cidade é pegar o trem. O trajeto é bem rapidinho, uns 15 minutos até a estação de Bruxelas Centraal. Já na outra viagem, eu cheguei em Bruxelas vindo de Londres com o trem que atravessa o canal da mancha, o Eurostar.

Quem quiser ler o post que eu escrevi sobre como ir de Londres a Bruxelas com o Eurostar, é só clicar aqui.

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A maioria das pessoas lembram de Bruxelas (e da Bélgica) por seus chocolates, cervejas, batata frita e por ser sede da União Europeia. E pra mim, esse é o resumo perfeito. Mas os belgas tem muito mais a oferecer aos turistas.

O país já foi conquistado pela Espanha, fez parte da Holanda, até que por fim, no inicio do século 19 conquistou sua independência. Mas ainda hoje em dia, a influência holandesa pode ser vista tanto na arquitetura quanto no idioma oficial do país. A Bélgica basicamente é dividida em três regiões: ao norte, na região dos Flandres, é onde está a maior parte da população do país, 59% e a língua oficial é o holandês. Já ao sul, na região da Valônia, ficam 31% da população e o idioma oficial é o francês. Já a região de Bruxelas é oficialmente bilíngue (falam tanto francês quanto holandês) e é onde estão o restante da população do país. Interessante, né?

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Uma coisa que achei curiosa foi quando peguei o trem pra ir de Bruxelas a Luxemburgo. Enquanto o trem estava na região de Bruxelas, os anúncios dentro do trem eram feitos em francês e holandês, quando chegamos na região da Valônia, quase na fronteira com Luxemburgo, os anúncios eram feitos apenas em francês. Não sei se hoje em dia isso ainda é assim, mas isso acabou me chamando atenção.

A Bélgica, assim como a Holanda e o Reino Unido, tem como sistema de governo a monarquia, ou seja, quem é o chefe de estado é o Rei Philippe, que assumiu o trono após a abdicação feita por seu pai, o rei Albert II, no ano passado. Mas bem na verdade, depois desse tempo que morei na Escócia e vi de perto toda a pompa que a realeza britânica tem, quando cheguei na Bélgica achei tudo bem mais simples, muitas vezes nem dá a impressão de que é um rei que governa o país.

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Dia 01

Nas duas vezes que estive em Bruxelas eu me hospedei próximo a principal estação de trem da cidade, a Bruxelles Central / Brussel Centraal, que fica bem próxima da das principais atrações do centro da cidade.

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Pra começar, eu fui direto no Museu da História em Quadrinhos (Centre Belge de la Bande Dessinée) que conta um pouco da história de alguns desenhos em quadrinhos de artistas belgas, como Hergé, André Franquin, Pierre Culliford, entre outros. Ai vc deve tá se perguntando: Quem são essas pessoas? Eu também me fiz a mesma pergunta, mas quando descobri quais desenhos estavam relacionados a quem, tudo ficou mais fácil. Por exemplo, Hergé foi o criador das Aventuras de Tintim e Pierre Culliford foi quem inventou os Smurfs (um dos meus desenhos preferidos quando eu era pequena, junto com a Caverna do Dragão).

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O museu é relativamente pequeno, eu levei mais ou menos 1 hora pra conhecer. Existem diversas opções de tours guiados, onde dá pra saber mais sobre algum desenho em especifico também. No primeiro andar tem uma lojinha bem legal, com diversos personagens dos desenhos, além de livros e muito mais.

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Ah, ainda tem o Museu Hergé, que presta uma homenagem ao criador do desenho Tintim, onde estão em exibição diversos painéis, fotos, documentos e objetos relacionados. Eu não visitei, mas quem se interessar, esse museu fica na cidade de Louvain-la-Neuve, a 30 km de Bruxelas.

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Minha próxima parada foi na Catedral de São Miguel e Santa Gudula, considerada uma das principais da cidade. A sua parte externa me lembrou bastante a Catedral de Notre-Dame em Paris. Ela recebeu esse nome em homenagem a St Michel, o padroeiro da Bélgica e também por ser o local onde estão guardados os tesouros pertencentes a Santa Gudula. A visita é rápida, além da própria catedral, também podemos visitar a cripta e os seus tesouros. A entrada era um valor simbólico de 1,00 euro.

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Uma visita a Bruxelas não estaria completa sem visitar o principal cartão postal do país, a Grand Place / Grote Markt. Praticamente todo mundo que vai a Bruxelas acaba conhecendo essa praça, pois é onde fica o prédio de estilo gótico mais fotografado do país: a Prefeitura da cidade. Ela tem uma torre de quase 100 metros de altura e a sua fachada externa é toda enfeitada com estátua de membros da nobreza e de alguns santos. Outra atração da praça é o Museu da Cidade de Bruxelas, onde estão em exposição mais de 600 roupas usadas pelo Manneken Pis. E ainda, existem diversos restaurantes, lojas de chocolate e lojinhas de souvenirs.

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A ultima parada do dia foi em frente a estátua mais famosa do país: Manneken Pis, que é uma pequena fonte com um pequeno garoto fazendo xixi. Dizem que quando há alguma ocasião especial eles festem o garoto com roupas que homenageiem de alguma forma o motivo que está sendo comemorado. Infelizmente no dia que eu estive lá, ele não tava usando nenhuma roupinha dessas, tava pelado mesmo!

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Nessa região onde está o Manneken Pis ficam diversas lojas que vendem os principais produtos belgas, cervejas, chocolates e waffles. Claro que eu não iria perder a oportunidade e comprei um waffle com cobertura de chocolate belga (claro!).

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E também comprei chocolate de todas as principais marcas belgas, como: Neuhaus, Leônidas, Guylian e Godiva. Além dos pralinés, algumas dessas marcas vendem sorvetes e outros tipos de doces feitos na hora. Uma delícia!

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E por fim, fui em duas lojas especializadas em vender cervejas belgas. Diz a lenda que na Bélgica existem mais de 1.000 marcas de cerveja (isso mesmo! MIL marcas de cerveja) de diversos tipos. Alguns tipos são produzidos apenas lá, como por exemplo a cerveja do tipo Trapist ou as cervejas feitas com um tipo de cereja que só é encontrando nos arredores de Bruxelas.

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De todos os tipos de cervejas vendidas que eu encontrei, as que mais me chamaram atenção foram justamente as cervejas feitas de cereja e de framboesa. Comprei uma de cada. A de cereja, Kriek, é excelente, já a de framboesa eu não gostei. E comprei também uma das marcas mais conhecidas do país, a Hoegaarden, mas essa é uma cerveja mais “normal”, pois é feita de trigo.

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Além dessas que eu comprei, existem muitos outros tipos de cervejas produzidos lá, então como dá pra imaginar, é impossível não ficar numa loja dessas pelo menos 1 hora. Eram tantas as opções que eu não sabia o que levar!

Dia 02

Quem olha o mapa da Bélgica, acha o país super pequeno. O mesmo acontece quando a gente olha o mapa de Bruxelas. Apesar da cidade ser realmente pequena, principalmente quando comparada com algumas cidades brasileiras, algumas atrações ficam mais espalhadas.

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Devido a localização central do hotel onde eu tava hospedada, eu aproveitei pra ir logo cedo conhecer os Museus Reais de Belas Artes da Bélgica ou Musées royaux des Beaux-Arts de Belgique.

No caminho, logo depois de passar pela estação central, está a Biblioteca Real da Bélgica e o Jardim Mont des Arts. O jardim é bem bonito e mesmo no inverno, estava muito bem cuidado e enfeitado. Uma mulher veio puxar conversa enquanto eu tava batendo as minhas fotos e me disse pra voltar a noite, pois a iluminação deixava o jardim e arredores muito mais bonito. Eu voltei lá pra conferir, claro!

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Seguindo o trajeto, da parte alta do jardim já dava pra ver praticamente todas as outras atrações que eu ia visitar. Na Praça Real ou Place Royale é onde fica a Igreja Saint Jacques-sur-Coudenberg, o Museu Magritte e um pouco mais adiante, na rua de la Régence ficam os Museus Reais de Belas Artes da Bélgica. Na verdade, no prédio principal ficam os museus de arte antiga e o de arte moderna, já os outros dois museus, dedicados aos artistas belgas Constantin Meunier e Antoine Wiertz, ficam em prédios próximos.

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Eu só visitei os museus que ficam no prédio principal, onde estão esculturas, desenhos e obras de artes flamencas de artistas como Bruegel, van Dyck e a ala especial com mais de 20 pinturas de Rubens. Além dessa exposição permanente, ainda existem outras exibições temporárias.

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Fácil de identificar o Museu Magritte por causa das janelas com céu azul e nuvens

Logo ao lado fica o Museu Magritte, inaugurado em 2009 e que presta uma homenagem ao maior artista surrealista do país, René Magritte. Na verdade, eu não sou muito fã do surrealismo, mas acabei indo visitar pq quando disse ao meu namorado que eu tava indo pra Bruxelas, ele disse, não deixa de ir no museu do Magritte. Lá fui eu pesquisar e saber mais sobre ele e as suas obras pra ver se eu iria me interessar.

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Pelas pesquisas que fiz, eu achei as obras dele bem divertidas, gostei do que vi e resolvi conhecer. Basicamente o museu tem três andares, contando desde o inicio de sua carreira até a sua morte. A coleção tem mais de 200 objetos, como quadros, esculturas, objetos pessoais, fotos, filmes produzidos por ele e alguns cartazes muito legais de propaganda. Apesar de ter três andares, o meu não é cansativo. A vista também não é demorada, eu acho que levei mais ou menos 1 hora e meia pra ver tudo. Imperdível é a lojinha do museu, com diversas coisas legais.

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Pra quem assim como eu, tiver interesse em visitar o Museu de Belas Artes e o Museu Magritte, dá pra comprar um ticket combo e o valor fica um pouco mais barato.

Ah, e pra quem é fã das obras de Magritte, existe um outro museu em Bruxelas, na casa onde ele morou por 24 anos, chamado de René Magritte Museum. Eu não fui, mas fica a dica!

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Literalmente atrás da Igreja de St Jacques-sur-Coudenberg fica o Palácio Real de Bruxelas ou Palais Royal de Bruxelles, mas pra chegar até lá, é preciso dar a volta, pois a entrada fica de frente pro Parque de Bruxelas ou Parc de Bruxelles. Esse é o maior parque da cidade e é onde também fica o prédio do parlamento belga.

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Infelizmente nos meses de inverno não dá pra visitar o Palácio Real, mas ao menos eu passei na frente pra bater uma foto, claro! Pra quem mesmo assim se interessar, existe a possibilidade de visitar o Museu Belvue, que fica junto ao palácio. Lá é possível conhecer um pouco mais sobre a história do país, da vida dos monarcas belgas através de fotos, objetos pessoais, documentos históricos, entre outros.

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Final da tarde eu voltei pelo mesmo caminho e fui ver o tal Jardim Mont des Arts iluminado, conforme uma moradora havia me sugerido. Realmente, o jardim fica muito bonito, o jogo de luz da todo um destaque, sem contar que, ao fundo dá pra ver a torre da prefeitura, um dos principais cartões postais do país.

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Terminei esse dia na Grand Place e fui comprar mais chocolate e aproveitei pra comer batata frita. Sabiam que a batata frita foi inventada na Bélgica? Por esse motivo, podemos ver em diversas partes da cidade lugares especialistas em batata frita. A Bélgica é um paraíso quando o assunto é gastronomia!

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Dia 03

No terceiro e ultimo dia em Bruxelas, pela primeira vez na vida eu andei no ônibus hop on hop off, o City Sightseeing Brussels. Pode parecer meio besteira, mas nos outros dias eu fiquei meio perdida em Bruxelas, por conta de que todas as atrações, ruas, placas são em dois idiomas: francês e holandês. A gente faz uma confusão gigaaaante!

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Sendo assim, pra não ficar perdendo tempo, eu optei por andar nesse ônibus e dei uma volta geral na cidade e por fim, desembarquei uma única vez, no Parque Heysel. Esse parque tem sido bastante visitado desde a realização da Expo 58, pois atualmente é onde fica o Atomium e outras atrações como o Mini-Europe e o estádio Rei Baudouin (um dos principais do país).

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O Atomium também se tornou um dos símbolos da Bélgica. A estrutura quis imitar como seria um átomo de ferro ampliado 165 bilhões de vezes. A parte da exposição permanente conta a história da sua construção e de como foi a EXPO 58 (motivo pela qual ele foi construído).

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Em resumo, a estrutura toda ficou muito legal, porém eu esperava mais das exposições. Eu fui com uma expectativa e voltei meio frustrada, mas faz parte. Eu só recomendo a visita pra quem for muito interessado em arquitetura, pois o prédio se destaca mesmo por isso, pois as exposições deixam bastante a desejar.

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Na verdade, pra mim, o Atomium está para Bruxelas como a Torre Eiffel está para Paris, porém a única diferença é que a vista do alto da torre Eiffel é muito mais bonita. Outra razão pela qual valeria a pena subir no Atomium é pra ver o parque Mini-Europe lá do alto. A vista é bem bonita!

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Quem for a Bruxelas e quiser andar nesse ônibus hop on hop off, basicamente ele funciona assim: são duas linhas, a vermelha (Europe route) e a azul (Atomium route). Ambas as linhas levam 75 minutos para fazer o trajeto completo, se não for desembarcar em nenhuma atração. A frequência dos ônibus na época que eu fui (inverno) era a cada 30 minutos, mas no verão é mais frequente. Obs.: Quando eu fui, só existia uma única linha, que passava por todas as 13 principais atrações da cidade. Era melhor, pois agora, dependendo do que interessar, não tem como ver tudo.

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Eu passei por diversos lugares, muito eu acabei não desembarcando como por exemplo, no Parc du Cinquantenaire, que fica ao lado do European Quarter, sede do Parlamento Europeu (e onde desde junho de 2014 fica o Parlamentarium, um museu que conta um pouco mais sobre a questão da escolha da sede da União Europeia e como eles trabalham). Quando eu voltar, já tenho o que fazer, além de comer chocolate e waffle e tomar cerveja!

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Antes de voltar pro hotel nesse dia, eu aproveitei o tempo relativamente bom (a chuva torrencial tinha dado uma trégua), mas frio, pra dar uma voltinha pela região do Sablon, onde ficam algumas lojas de luxo, bares, restaurantes, lojas de chocolate, entre outros. Essa é uma região bem legal pra caminhar num final de tarde/inicio de noite.

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Ah, e ainda pra quem for fã de Tintim, existe uma rota que pode ser percorrida onde estão 33 murais espalhados pelo centro de Bruxelas. Eu, meio que sem querer, acabei vendo dois, um deles entre a Grand Place e o Manneken Pis, que fica na rue de L’étuve e o outro no dia que cheguei de Eurostar na estação Midi, o painel fica no hall da estação.

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Obs.: As fotos são um resumo das duas viagens que fiz, ou seja, as fotos estão todas misturadas.  

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Catarinense, mas atualmente morando em Curitiba-PR. Já morou em Edimburgo, a capital da Escócia por quase 2 anos. Criou o blog pra contar um pouco mais sobre como foi o seu intercâmbio na terra dos Kilts e das Gaitas de Fole, e também, sobre suas viagens pelo mundo.
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Postado em Bélgica, Bruxelas
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  1. Josevana 29/08/2014 | 12:44

    Adorei o relato! Bruxelas é demais! E a Grand Place é de matar de linda!

    • Contando as Horas 31/08/2014 | 21:20

      Josevana,

      Verdade, a Grand Place é muito bonita mesmo. Achei Bruxelas um pouco confusa, não consegui me entender muito bem com o mapa da cidade e as ruas com nomes um pouco em frances e um pouco em holandes, tbm não ajudaram muito. Mas tudo certo! Sobrevivi!

  2. ana maria 07/09/2014 | 21:28

    Só posso dizer q amei Bruxelas,o Grand Palace é mto bonito e visitei Bruges,cidade medieval,uma graça!!Recomendo.

    • Contando as Horas 08/09/2014 | 12:36

      Oi, Ana Maria

      Legal! :D
      Eu ainda quero conhecer Bruges e a Antuérpia.
      Obrigada pela visita aqui no blog!

  3. Lucas 24/10/2014 | 14:50

    Parabens pelo relato! Seguirei suas dicas para minha viagem.

  4. Cristiane Salerno Schmitz 20/01/2015 | 20:37

    Baita descrição! Estou planejando a minha viagem e essa postagem vai me ajudar muito!

    Abraço!

    • Contando as Horas 21/01/2015 | 00:02

      Oi, Cristiane

      Muito obrigada pelo comentário! Que bom que o blog está te ajudando.

      =DD

  5. Wlademir Echem Junior 03/04/2015 | 12:18

    Bruna, não sei como vc é em farmácia, mas em turismo você está de parabéns.
    Um relato claro, preciso e muito útil.
    As fotos ilustram e amparam muito bem o texto.
    Passarei a acompanhá-la.

  6. Mariana 30/04/2015 | 11:00

    Olá, Bruna! O seu roteiro vai me ajudar a montar o meu com mais facilidade! Estou um pouco perdida, pois tenho poucos dias e quero ir a Bruges.
    Você pode me indicar o hotel que ficou? Obrigada!

  7. marcelo caetano 09/07/2015 | 22:29

    meu hotel em Bruxelas será o Motel One Brussel que fica na rue Royale, 120 próximo ao Parc de Bruxellas…chegarei em Bruxelas vindo de Paris e quero saber qual em ESTAÇÃO devo DESEMBARCAR EM BRUXELAS? pela estação MIDI ou outra? vou comprar o ticket on line no site THALYS.COM . Também irei para Amesterdã e ainda visitar Brugge..de qual estação devo embarcar em Bruxelas? Minha duvida se tem alguma estação mais próxima ao meu hotel ou tem que ser sempre pela estação MIdi.

    • Contando as Horas 14/07/2015 | 11:26

      Oi, Marcelo

      Em Bruxelas existem estações de trens e estações de metro. Inclusive ambas podem ter as duas opções. Se vc vai de Thalys até Bruxelas, vc pode desembarcar na estação de trem final do trajeto e la pegar o metro até o teu hotel. Eu não sei se tem estação de metro próxima a esse hotel que vc vai se hospedar, mas talvez no site do próprio hotel tenha essa informação.

      Para ir até Bruges e Amsterdã, na hora de comprar as passagens vc vai saber quais são as opções de estações que existem para vc ir até esses lugares, assim de cabeça eu não lembro.

  8. […] Para Bruxelas, eu indico este roteiro de atividades e passeios, clique aqui.  […]

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