09.06
2015

Paris: Um passeio pelo Marais (do Palais Royal até a Place de la Bastille)

Nessa ultima viagem a Paris, nós ficamos hospedados na região entre a Ópera Garnier e o Museu do Louvre e com isso, aproveitei pra explorar melhor essa região da cidade.

A poucas quadras do nosso hotel, ficava uma das regiões considerada uma das mais legais de Paris: O Marais, localizado parcialmente no 3 e 4 arrondissements de Paris, na margem direita do rio Sena.

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Place des Vosges

Quem quiser fazer o mesmo roteiro que eu fiz, é só descer na estação Palais Royal – Musée du Louvre e começar a explorar a região. 

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Antes de entrar na área do Marais propriamente dita, eu acabei aproveitando a oportunidade (e a proximidade) pra conhecer o Palais Royal. O Palácio em si não dá pra visitar, pois atualmente o lugar que serviu de residência para o Cardeal Richelieu, abriga o Ministério da Cultura, o Conselho de Estado e o Tribunal Constitucional. Além disso, também ficam ali o Teatro do Palais Royal e a Comedie Française.

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Mas os dois grandes destaques do Palais Royal são seus jardins e a sua galeria de lojas (Ah, e também as colunas de Daniel Buren).

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Os jardins são totalmente simétricos, com uma fonte central, rodeada de estátuas e com muitas tulipas (ao menos durante a primavera!). Nos arredores dos jardins, nas arcadas, ficam algumas lojas (Stella McCartney, Pierre Hardy, Maison Fabre, entre outras) e restaurantes.

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Saindo pelo mesmo lado que eu entrei no Palais Royal, é só procurar pela Rue de Rivoli e ali seguir caminhando embaixo das suas arcadas, passando por toda a lateral do Louvre. Na “parte dos fundos” do museu (a parte menos famosa), ficam duas construções super bonitas: A Prefeitura do 1 arrondissement de Paris e a Igreja de St Germain l’Auxerrois. Vale a pena parar e dar uma olhadinha!

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Voltando a Rue de Rivoli, começam a aparecer diversas lojas como Forever 21, Zara, Sephora, entre outras. Mas o negocio é não demorar muito nas lojas, pq ainda tem muita coisa interessante pra visita mais adiante.

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Um pouco mais adiante vai aparecer a Torre St Jacques ou o que restou da Igreja de Saint-Jacques-de-la-Boucherie. No dia que eu estive lá ela não estava aberta para visitação, então apenas caminhei na pracinha e tirei uma fotos. Mas pelo que li no blog Direto de Paris (por sinal, é um ótimo blog!!!), quem for na sexta, sábado ou no domingo consegue visitar, mas pra isso, é necessário reservar lugar antecipadamente. As fotos lá do alto da região mais central de Paris são um dos grandes destaques.

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Duas quadras mais adiante, ainda na rue de Rivoli fica o belíssimo prédio da prefeitura principal de Paris, mais conhecido por Hôtel de Ville, lugar onde o presidente da França toma posse e faz o seu primeiro discurso após eleito. No dia que eu passei por lá tava rolando um evento da Federação Francesa de Basquete e a praça tava toda tomada por uma mini arquibancada e diversas cestas de basquete com algumas pessoas jogando.

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Além disso, existe um espaço onde acontecem exposições temporárias. Sempre tem algo interessante, como a exibição Arménie 1915: Centenaire du génocide, que fica em cartaz até o dia 04 de julho. Como as exposições são gratuitas, é uma boa desculpa pra entrar na prefeitura e ver um pouquinho da sua decoração interna.

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Mas quem quiser apenas apreciar o edificio por fora, a fachada principal é totalmente decorada e ainda, estão estátuas de personalidades francesas como Lavoisier, Andre Le Nôtre, Delacroix, Pigalle, Richelieu, Voltaire, entre outros.

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Na esquina, no outro lado da rua, fica a entrada principal da loja de departamento BHV (Bazar de l’Hôtel de Ville), que ocupa uma quadra inteira no centro de Paris e é um verdadeiro paraíso para as mulheres (com roupas, maquiagens, acessórios, entre otros).

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Saindo um pouquinho da rue de Rivoli, a duas quadras dali fica outra grande atração da região: Centre Georges Pompidou e a Fonte Stravinsky.

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Pra quem gosta de arte moderna e de arquitetura diferenciada, aqui é o lugar certo. Ali estão em exposição obras de artistas como Picasso, Chagall, Kandinsky, Dali, Miró, entre outros. E mesmo pra quem não é muito fã de arte moderna, vale a pena ir até lá pra conhecer a plataforma de observação chamado de “View of Paris”, de onde se tem uma visão privilégiada da cidade lá no alto.

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Voltando a rue de Rivoli, umas cinco quadras mais a frente, se chega ao Hôtel de Sully, um palácio de estilo neoclássico renascentista com um jardim bonitinho e por onde se tem acesso a uma das praças mais bonitas de Paris na minha opinião: a Place des Vosges.

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A Place des Vosges, construída a mando do rei Henrique IV já foi chamada de Place Royale tem estilo único, onde no centro fica um jardim totalmente simétrico com fontes e estátuas e ainda, a praça é rodeada por arcadas onde estão algumas lojas e restaurantes.

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Dois destaques da praça ficam por conta da Maison Victor Hugo, a casa-museu que conta um pouco da vida de um dos maiores escritores franceses de todos os tempos (quem não lembra do “Os Miseráveis” ou “O Corcunda de Notre-Dame”?!?!) e ainda, a arquitetura das 36 casas que circundam totalmente a praça (repare nos edifícios chamados de Pavilhão do Rei e da Rainha, que tem tamanho diferente das demais casas).

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E por fim, se sair pelo Hôtel de Sully e continuar a caminhada, logo vai aparecer a Place de la Bastille, uma praça histórica, onde bem no centro se encontra a Coluna de Julho e ainda, a Ópera da Bastilha (uma das casas de óperas mais famosas de Paris).

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** Pra ver o post sobre como é assistir uma ópera na Ópera da Bastilha, é só clicar aqui.

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Obs.: Pra quem ainda quiser ver mais coisas nessa região, é possível incluir no roteiro uma visita ao Museu Carnavalet e ao Museu Picasso.

Bruna Bartolamei
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Bruna Bartolamei

Catarinense, mas já morou em Curitiba (8 anos) e em Edimburgo, a capital da Escócia (quase 2 anos). Criou o blog pra contar um pouco mais sobre como foi o seu intercâmbio na terra dos Kilts e das Gaitas de Fole, e também, sobre suas viagens pelo mundo.
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