03.12
2015

Manaus e Floresta Amazônica: Informações práticas

Ontem fez exatamente uma semana que voltei de viagem do Amazonas e já estou aqui publicando o primeiro post sobre esse estado que me surpreendeu muito… positivamente!

No total, entre os dias em Manaus e os dias na Floresta Amazônica, nós ficamos 8 dias no Amazonas. Foram 8 dias de sol fortíssimo, calor beirando ao insuportável (se alguém do Amazonas estiver lendo esse post, me conta COMO vocês aguentam esse calor, minha gente!?!?!?!) e muuuitas atividades completamente diferentes do que nós estamos acostumados a fazer.

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Encontro das águas visto do avião, na volta de Manaus para Santa Catarina (Dica: sentar no lado esquerdo!!!)

Essa foi a minha primeira vez (de muitas, assim espero) na região norte do Brasil. Eu não sei como são os outros estados, mas ao menos o Amazonas, eu achei sensacional. Que lugar incrível!!!! 

Mas chega de blábláblá e vamos ao que interessa, as informações práticas:

→ Vacinas

Uma das primeiras coisas que pesquisei pra essa viagem ao Amazonas foi com relação a vacinas. Apesar de não ser obrigatório, é recomendado tomar vacina contra a Febre Amarela.

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Como eu já tinha tomado a vacina contra a Febre Amarela em 2013, eu não precisei me preocupar com isso, pois essa vacina tem validade por 10 anos.

Para saber mais sobre a Vacina contra a Febre Amarela, eu já escrevi esse post especial sobre o assunto -> Vacina contra a Febre Amarela e Carteira Internacional de Vacinação.

→ Melhor época (estações do ano)

Na região norte do Brasil existe apenas 2 estações do ano: a seca e a chuvosa. A época das chuvas vai de dezembro até maio. Já os meses de junho a novembro é considerado a época de seca.

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As praias do rio Negro e o Arquipélago de Anavilhanas ao fundo

Basicamente qualquer mês do ano é legal pra conhecer o Amazonas, mas é importante levar em consideração que os passeios e a paisagem mudam bastante de acordo com a estação do ano escolhida.

Eu optei por ir em novembro, final do período de seca e gostei bastante. O volume de água dos rios está mais baixo, proporcionando assim a formação das famosas praias de rio. Mas em contra partida, eu não pude andar de voadeira (espécie de lancha rápida) pelos igarapés e nem ver as vitórias-régias em sua melhor forma.

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Um pouquinho do rio Solimões

O pessoal lá em Manaus me disse que a média anual de temperatura no Amazonas fica por volta dos 30 graus, a umidade do ar é altíssima, então como dá pra imaginar, é muuuuito quente e a gente sua muuuuito.

Todo mundo com quem eu conversei foi unanime: a melhor época pra ir ao Amazonas é em maio ou junho, que é quando a temporada chuvosa já terminou, mas os rios ainda estão cheios e ainda não começou a altíssima temporada, que são nos meses de julho e agosto.

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Embarcações próximas da cidade de Novo Airão

Agora minha próxima missão é conhecer a Floresta Amazônica na época das cheias. #ProjetoAmazonas2017 =DD

→ Como ir até o Amazonas

Pra quem não mora na região norte do Brasil, a melhor forma de ir até o Amazonas é de avião, obviamente. As três empresas que oferecem voos pra lá partindo de diversas cidades são: a Gol, a Tam e a Azul.

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Como eu já contei nesse post aqui, nós optamos em viajar com a Gol e usamos nossas milhas Smiles pra comprar a passagem. Cada uma das passagens custou 23 mil milhas + 43,99 reais de taxas (tanto as milhas como as taxas são para os trechos de ida e volta para 1 pessoa).

Saindo aqui da região oeste de Santa Catarina, a viagem levou mais ou menos umas 7 horas e teve duas paradas no caminho (na ida, via Floripa e São Paulo – Guarulhos e na volta, via Brasília e Floripa).

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Pra quem mora na região norte do Brasil ou até mesmo se alguém já estiver lá por essas bandas, existe a possibilidade também de se deslocar de barco entre cidades do Amazonas ou até mesmo, via rio Amazonas é possível chegar até Belém do Pará.

→ Chegando em Manaus – Aeroporto Internacional de Manaus Eduardo Gomes (IATA: MAO)

O Aeroporto Internacional de Manaus Eduardo Gomes (IATA: MAO) é considerado o aeroporto mais movimentado da região norte do Brasil.

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Normalmente o aeroporto nas grandes cidades do Brasil costumam ficar super longe do centro ou até mesmo em cidades vizinhas, mas em Manaus a coisa é diferente. O aeroporto fica a apenas 14 km de distância do centro da cidade, ou seja, o deslocamento leva mais ou menos uns 20 minutos de carro.

O aeroporto passou recentemente por uma reforma, que como todo mundo deve imaginar, por causa da Copa do Mundo. Devo concordar que a reforma ficou ótima, o aeroporto ficou super moderninho. Ele conta com um terminal, onde operam os voos regionais, nacionais e internacionais.

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Nosso voo da ida chegou ao meio dia em Manaus e pra não perder tempo, eu não tive tempo pra conhecer melhor o aeroporto. Já no voo da volta, o horário do nosso voo era as 14:37, com isso, nós tivemos que almoçar no aeroporto. As opções de restaurantes na parte externa não são muitas, existe apenas uma Pizza Hut Express, um Bob’s e mais uma outra lanchonete. Todas elas ficam no segundo piso.

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Já no setor de embarque, existe algumas outras opções de restaurantes (comidas regionais, japonesa) e cafés (tem um Café da Kibon, que me pareceu muito bom!), além de algumas lojinhas, claro.

→ Como ir do Aeroporto até o centro de Manaus

Existem apenas duas opções de transporte para ir do aeroporto ao centro de Manaus: táxis e ônibus.

Apesar de ser a opção mais cara, nós optamos por pegar um táxi, pq diante do calor, essa opção nos pareceu a melhor escolha.

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Os táxis do aeroporto de Manaus se encontram logo em frente ao portão de desembarque. É só sair do terminal e logo a gente já vê os táxis pretos que são os táxis credenciados do aeroporto.

O valor da corrida de táxi do aeroporto ao centro de Manaus tem valor fixo e atualmente o preço cobrado é de 65,00 reais.

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O trajeto entre o aeroporto e o centro passa por uma avenida suuuper bonita, bem organizada e ao menos nos dias e horários que chegamos e voltamos, não pegamos congestionamento.

→ Se deslocando por Manaus

Manaus, a capital do Amazonas é onde se concentra quase toda a população do estado. São aproximadamente 2 milhões de habitantes. A cidade é enoooorme e além disso, é bem espalhada. Turisticamente falando, nenhuma grande atração é super perto da outra.

Enquanto eu tava montando o roteiro dessa viagem, eu cheguei a pesquisar sobre o transporte público da cidade. Mas ao chegar lá e constatar que, os ônibus não tem ar-condicionado, nós acabamos abortando a missão de encarar os deslocamentos de transporte público e resolvemos pegar táxi pra tudo.

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Obviamente que isso não saiu barato, mas ao menos pra nós que não estamos acostumados com aquele calorzão todo e aquela umidade máxima, foi a melhor solução possível.

O deslocamento mais caro que nós pagamos foi do aeroporto ao hotel e vice-versa. Esse trecho é tabelado e cada corrida custa 65,00 reais.

Já o trecho mais curto foi do hotel até o Bosque da Ciência ou até o CIGs, onde cada corrida ficou perto dos 30,00 reais.

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Para ir do hotel até o Porto da Ceasa pra fazer o passeio do Encontro das Águas, nós gastamos mais ou menos uns 40,00 reais e do hotel até o Centro Histórico perto de uns 30,00 reais cada trecho.

Como deu pra perceber, não é muito barato se deslocar em Manaus!

Ah, em Manaus existem cooperativas de táxis. Cada hotel trabalha com uma empresa. Nós ficamos hospedados no Hotel Caesar Business Manaus e a empresa é a Tucuxi. Ficamos com um cartão da empresa, então sempre que a gente precisava de táxi, a gente optava por chamar dessa mesma empresa. Não deixe de reparar na porta do hotel qual empresa os táxis que estão ali no ponto fazem parte.

→ Diferença de fuso horário

No estado do Amazonas, a diferença de fuso horário normalmente é de 1 hora (1 hora a menos lá) e quando entra em vigor o horário de verão, a diferença sobre pra 2 horas, ou seja, lá são 2 horas a menos que aqui na região sul do Brasil.

Vale dizer que, em novembro, o sol nasce por volta das 05:30 da manhã e o por do sol acontece por volta das 17:45.

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Quero um bichinho preguiça pra mim!!!

→ Protetor Solar e Repelente

Esses dois itens não podem ficar de fora da mala, pois são imprescindíveis!

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Eu tinha levado aqui de casa dois protetores solar, um fator 30 da La Roche Anthelios e outro bronzeador fator 4 da Sundown. Chegando em Manaus, o calor é tão intenso, a umidade é gigante, que a gente sua muito e os protetores solar não dão conta. Por isso, tive que ir até o mercado e comprar um bronzeador fator 15 da Sundown pra me proteger melhor do sol.

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Outra coisa que deixei pra comprar lá em Manaus foi o repelente contra insetos. Eu tinha lido na internet que no Amazonas quase não tinha mosquito, que as águas do rio Negro não eram ideais pra que os mosquitos se proliferassem e bla bla blá.

A verdade verdadeira sobre essa história toda dos mosquitos é a seguinte: em Manaus existe mosquito somente nos passeios que são feitos na mata. Nos dias que fui no MUSA, Bosque da Ciência e no CIGs, os mosquitos li-te-ral-men-te me atacaram. Levei 14 picadas, até mesmo quando estava usando calça. Já na Floresta Amazônica, não levei NENHUMA mordida de insetos, acreditam?

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Existem diversos tipos de repelente de diversas marcas, mas entre todas elas, nós optamos por comprar o Spray Repelente OFF! Familia da Johnson, pq eu li na internet que essa marca era uma das mais tranquilas e tinha um cheiro bem suave.

O filtro solar eu tinha que aplicar umas 4x por dia, já o repelente, apenas nos passeios na Floresta Amazônica.

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Ah, pra quem não tem costume de usar repelente nunca (eu!), segundo o que li na internet, o ideal é aplicar primeiro o protetor solar e depois o repelente, ok?.

→ Quantos dias ficar em Manaus e na Floresta Amazônica

Agora que eu voltei de viagem, analisando melhor o meu roteiro, eu faria apenas uma unica modificaçãozinha. Ao invés de ficar 3 dias na Floresta Amazônica, eu ficaria 1 dia a mais. Gostei tanto do contato direto com a natureza e da experiência de ficar isolado, sem acesso a celular, internet e tudo mais, que até tentei ver se ainda poderia acrescentar mais um dia na minha diária, mas infelizmente o hotel de selva já estava lotado.

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Nosso bangalô por 3 dias no meio da Floresta Amazônica.. Experiência sensacional!

→ Os Amazonenses

Tá ai uma coisa que me surpreendeu muuuito durante essa viagem: o povo amazonense. Sabe aquela coisa de você começar a conversar com alguém e dali uns 10 minutos parece que você conhece aquelas pessoas a vida toda? Não sei bem explicar, mas é mais ou menos isso ai.

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Praticamente 98% das pessoas com quem a gente conversou, achavam que a gente era estrangeiro (também, a gente era dois branquelos andando por Manaus hahaha), mas depois que a gente falava que era brasileiro e que era da região sul, o pessoal fazia muita questão de falar sobre a cidade, dar dicas, indicar restaurantes, sugerir passeios e até, pasmem, chegaram a convidar nós pra ir jantar um peixinho na casa deles. Dá pra acreditar?

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As águas barrentas do rio Solimões

No geral, achei o pessoal super simpático, um povo bem feliz, que reconhece que tem muito problema no Brasil, mas que consegue viver levando em consideração o lado positivo de estar numa região tão especial desse nosso mundão!

→ Segurança em Manaus

Durante todos os dias em que ficamos em Manaus, nós branquelos desse jeito, de longe todo mundo apostava que eramos estrangeiro, felizmente nós não tivemos nenhum problema.

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Andamos a pé pela Praia da Ponta Negra, fomos ao Porto da Ceasa pra pegar o barco pro passeio do Encontro das Águas, pegamos táxi pra lá e pra cá, andamos pelo Centro Histórico e em nenhum momento ficamos com medo.

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Na verdade, a unica região que a gente precisou tomar um pouco mais de cuidado foi nas redondezas do Porto de Manaus e Mercado Publico, mas só pq é uma área mais movimentada mesmo.

→ Outros blogs

O primeiríssimo relato que eu li sobre Manaus foi ano passado, no blog Trilha Marupiara, da Kellen Bittencourt. Foi esse relato que me fez querer conhecer o Amazonas. Ela, assim como eu, passou através do seus textos uma coisa tããão positiva de lá, que quando abortei a viagem ao Uruguai, o Amazonas foi uma das primeiras opções que eu pesquisei.

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Abastecendo o barco em pleno rio Negro!

Mas claro que também li muitos outros relatos por ai e alguns deles valem muito a pena serem compartilhados, como os dos blogs: Pequeno Grande Mundo da Cris (mora em Manaus), Viajante Solo da Denise (durante o EIBV 2 em Minas Gerais me falou super bem do Amazonas), Carpe Diem da Cris Tomasi, Toque de Neon da Carol (mora no Amazonas), Kátia Glam da Kátia (mora em Manaus), Esse Mundo é Nosso do Rafael e do Adolfo e o Turista Paulistano do Adriano.

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Por do sol na Praia da Ponta Negra, em Manaus

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Bruna Bartolamei

Catarinense, mas já morou em Curitiba (8 anos) e em Edimburgo, a capital da Escócia (quase 2 anos). Criou o blog pra contar um pouco mais sobre como foi o seu intercâmbio na terra dos Kilts e das Gaitas de Fole, e também, sobre suas viagens pelo mundo.
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Postado em Amazonas, Arquipélago de Anavilhanas, Brasil, Floresta Amazônica, Manaus, Novo Airão
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  1. Adriano 04/12/2015 | 17:37

    Maravilha de relato Bruna! Teve a mesma impressão que eu tive em relação à cidade: muito legal mas absurdamente quente! Também adorei a visita à floresta e recomendo. :D

    • Contando as Horas 07/12/2015 | 14:59

      Oi, Adriano

      Amei conhecer o Amazonas. Li os teus três relatos e achei a tua série de posts sobre Manaus e Floresta Amazônica bem completinhos. Sobre Manaus mesmo, tirei bastante duvidas ali nos teus posts e mapinhas.

      Obrigada pela vista aqui no blog!

      Minha próxima missão é ir numa época em que a Floresta esteja alagada! Deve ser super legal tbm!

  2. Francine M.J 04/12/2015 | 19:32

    Bruna,

    Adoro seu blog!

    Descobri quando estava procurando informações sobre Curitiba. Estou me mudando pra lá em 2016 com meu marido e meu filho de 6 anos. Você pretende escrever matérias sobre aluguel de apartamento, quais os melhores bairros da cidade, segurança? Eu não quero abusar, mas acredito que você tenha bastante informação sobre esses assuntos pra compartilhar.

    Não faço parte de nenhuma rede social, porém, sempre visito seu blog, gosto da forma como você escreve. Acompanhei suas fotos de Manaus pelo instagram. Estive lá 1 ano antes de meu filho nascer, acompanhando meu marido em uma viagem a trabalho. Conheci o centro de Manaus, Teatro Amazonas e fizemos o passeio do Encontro das Águas. Adorei o Amazonas e o povo amazonense, tive a mesma impressão que você teve sobre eles.

    Estou aguardando seu post sobre o Hotel Anavilhanas. Adorei a idéia de hospedagem em meio a Floresta. Meu filho vai adorar essa experiência. Você percebeu se haviam outras crianças nesse hotel?

    Meu primeiro comentário e escrevi uma enciclopédia rsrs

    Atenciosamente,

    Francine

    • Contando as Horas 07/12/2015 | 15:05

      Oi, Francine

      Que legal que vc vai pra Curitiba! Vc vai adorar! Sabe que já pensei em escrever sobre isso? O meu maior problema é que, eu até consigo te dar infos sobre segurança e bairros legais pra morar, mas sobre alugueis/compra de apto, to beeeem desatualizada. Imagina, fiz esse tipo de pesquisa a mil anos atrás, mas vou procurar algumas infos sim. Vou tentar escrever uma sériezinha de posts no inicio do ano que vem. Sugestão anotada!

      Guuuuria, eu adorei conhecer o Amazonas. Gostei mesmo! Ainda quero voltar na época das cheias. O hotel de selva era o principal foco dessa viagem, até me arrependi de não ter ficado mais um dia, mas assim fica um motivo pra voltar. Na verdade, motivos é o que não faltam!! =DD

      Vi sim crianças pequenas no hotel de selva. Não sei se são toooodos os passeios que eles podem fazer, mas o hotel tem um bangalô Kids, onde tem duas funcionárias que ficam com as crianças enquanto os pais fazem os passeios. Vc teria que se informar melhor com o hotel e ver direitinho quais passeios teu filho pode fazer. Dos passeios que eu fiz, eu imagino que somente a caminhada na Floresta seria meio cansativo pra uma criança, pq o passeio dura umas 2 horas e ainda, pra ajudar, é um calor de matar.

      Obrigada pela visita aqui no blog! =DD

  3. Denise Tonin 05/12/2015 | 14:27

    Brunaaaaa, que legal que você gostou! Eu tenho tanta coisa ainda pra escrever de lá! É um lugar que sempre quero voltar! Mas você tem razão: como eles aguentam tanto calor! hahaha Eu sempre fui em Junho, por conta de Parintins e olha que não é a época mais quente! Quero ler tudo da sua experiência que foi bem diferente das minhas. Nunca fiquei isolada assim na Floresta :) Curiosa! Beijo grande

    • Contando as Horas 07/12/2015 | 18:59

      Oi, Denise

      Ameeeeiii a experiência! Eu que não sou nenhum pouco acostumada com esse tipo de viagem, gostei.. Acredito que vc vá gostar muito tbm! =DD

      Quero ir lá na época das cheias, quem sabe não vou em Parintins também?!?! É uma opção!

      Em janeiro vou publicar a série de posts sobre os dias na Floresta, pois esse mês ainda tenho que terminar os posts da Alemanha!

      Obrigada pela visita aqui no blog! =DD

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