18.02
2016

Bariloche: Um dia no Cerro Otto

Um dos passeios mais populares de Bariloche para quem não gosta de esquiar é conhecer o Cerro Otto, uma montanha localizada literalmente entre o centrinho de Bariloche e o Cerro Catedral.

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É possível comprar lá mesmo, na Bilheteria localizada na base da montanha o ticket de acesso aos passeios. Vale dizer que existem diversos tipos de tickets (só para andar no teleférico ou tickets combinados com a prática de alguma atividade de inverno (ski-bunda (chamado de trineo em espanhol), por exemplo). 

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Para ir até o topo dessa montanha é necessário pegar um teleférico na Estación Inferior para ir até a Estación Superior, localizada a 1.405 metros de altura.

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No total são 42 gondolas panorâmicas e cada uma tem capacidade para até 4 passageiros. A subida é relativamente rápida e acho que em questão de uns 15 minutos (ou menos até) chegamos no topo da montanha.

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Lá no alto existem diversas atrações para serem exploradas, como por exemplo:

1) Galeria de Arte: é onde está uma exibição permanente com réplicas em tamanho original de algumas das principais obras de Michelangelo, como El David, La Piedad e El Moisés. Todas as estátuas são certificadas pelo governo italiano. Alem disso, também podemos conhecer um pouco sobre a técnica e ferramentas usadas pra fazer essas estátuas. Imperdível!

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A estátua verdadeira está Academia de Belas Artes de Florença

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A estátua verdadeira está na Basílica de São Pedro, no Vaticano

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A estátua verdadeira está na Igreja de San Pietro in Vincoli, em Roma

2) Confitería Giratória: é um mix de lanchonete e restaurante giratório localizado logo ao lado da Galeria de Arte. Como dá pra imaginar, o restaurante leva aproximadamente 20 minutos para dar uma volta de 360 graus. Obviamente o restaurante tem janelões totalmente feito de vidro, garantindo uma ótima visão da montanha nevada e dos arredores.

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No dia que estivemos lá, aproveitamos pra fazer um lanchinho na hora do almoço, teve gente que comeu hambúrguer, mas eu pedi apenas dois cubanitos (afinal, como não tenho costume de tomar café da manhã, ainda nem tava com fome). O cardápio é bem diversificado, mas o destaque mesmo fica por conta dos lanches rápidos, dos alfajores e cubanitos (esse era recheado com doce de leite e chocolate). Além de fazer um lanche, como o local tem calefação, acaba se tornando uma boa opção pra se esquentar um pouquinho.

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3) Mirante: praticamente em frente a saída do teleférico tem um mirante, que em dias de tempo bom (sem neblina ou neve), garante uma belíssima visão 360 graus de toda a região. Dizem que dá pra ver várias montanhas (Cerro Tronador, Cerro Campanário e Cerro Catedral) e lagos (Lago Nahuel Huapi e Lago Gutiérrez).

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Infelizmente dessa vez nós não tivemos sorte para apreciar a vista lá do alto, mas foi por um bom motivo. Logo que desembarcamos do teleférico começou a nevar. Saímos correndo para o varandão e ficamos ali um bom tempo brincando na neve.

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4) Piedras Blancas: basicamente é uma região do Cerro Otto destinado a quem quer praticar algum tipo de atividade na neve, como por exemplo: ski-bunda, caminhada com raquetes de neve, andar de snowmobile, entre outros.

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Infelizmente nós não conseguimos conhecer Piedras Blancas, pois o acesso ao local fechou devido as condições do tempo. Era lá onde a gente faria caminhada com raquetes de neve e ski-bunda, mas fazer o que né.. Ficou pra próxima vez!

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Obs.: Antes de resolver fazer esse passeio, é altamente recomendado se informar sobre as condições climáticas, pois o teleférico pode fechar de uma hora pra outra devido ao tempo ruim. E foi justamente isso que aconteceu no dia que estivemos lá. Nós fomos os últimos a embarcar na hora de ir embora, pois como o vento estava muito forte, a neblina estava intensa e a neve não parava, o teleférico precisou ser fechado. Segundo um dos funcionários do Cerro Otto, o acesso a Piedras Blancas também tinha sido fechado. Na falta do que fazer pra esperar as condições climáticas melhorarem, resolvemos voltar pro hotel.

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O Cerro Otto fica a 5 km do centro de Bariloche, já do nosso hotel, que ficava praticamente ao lado, acho que não levamos mais do que uns 10 minutos pra chegar até lá.

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Quem estiver hospedado no centro de Bariloche (não foi o nosso caso), existe um ônibus gratuito que parte do centro de hora em hora oferecido aos turistas que compraram o ticket em um guichê localizado na rua Mitre.

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** Quem quiser ver o post sobre o hotel em Bariloche, é só clicar aqui -> Dica de Hotel em Bariloche: Hotel Arelauquen Lodge.

Nos optamos por pegar um remis, um táxi com preço já pré-estabelecido para levar 9 pessoas, foi de 30,00 dólares.

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Bruna Bartolamei

Catarinense, mas atualmente morando em Curitiba-PR. Já morou em Edimburgo, a capital da Escócia por quase 2 anos. Criou o blog pra contar um pouco mais sobre como foi o seu intercâmbio na terra dos Kilts e das Gaitas de Fole, e também, sobre suas viagens pelo mundo.
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