30.03
2016

Floresta Amazônica: Os Passeios do Anavilhanas Jungle Lodge

Existem diversos hotéis localizados em meio a Floresta Amazônica e quem leu o post anterior (e até mesmo o título desse post) já sabe que escolhemos ficar hospedados nesse hotel aqui -> o Anavilhanas Jungle Lodge (clique nesse link em vermelho se quiser ver o post).

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No outro post eu escrevi como é a estrutura do hotel, como foi a nossa hospedagem, o tipo de quarto que escolhemos, como era o restaurante, entre outros detalhes, nesse post eu vou falar apenas dos passeios que estavam incluídos no tipo de pacote escolhido, o de 3 dias/2 noites. 

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Como comentei no post anterior, no dia que chegamos no hotel, no momento do check-in, recebemos a programação com as atividades que seriam feitas durante os 3 dias que ficamos hospedados lá. Obviamente ninguém precisa seguir tudo arrisca, se não quiser fazer algum passeio, não tem problema, se quiser trocar a ordem, também não tem problema. É só avisar na recepção.

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Informações importantes:

– No momento do check-in, além de receber a programação com os passeios pré-definidos, todos os hospedes recebem um colete salva-vidas. Enquanto a gente está tomando o café da manhã, almoçando ou jantando, o guia responsável pelo próximo passeio passa na mesa avisando o que é necessário levar (colete salva-vidas, água, se precisa passar repelente, se precisa passar protetor solar), a duração do passeio, entre outras informações/dicas.

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– Geralmente os grupos são divididos por nacionalidades, então por exemplo, enquanto estivemos hospedados lá, haviam alguns estrangeiros, mas haviam alguns brasileiros também. Sempre ficamos em grupos com pessoas que falavam português (brasileiros ou não – no nosso grupo sempre tinha um casal de franceses que moravam aqui no Brasil, portanto falavam português e todas as outras pessoas eram brasileiros) e espanhol (tivemos a companhia de um casal de uruguaios também).

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– Os hospedes são divididos em pequenos grupos, com no máximo 6 a 8 pessoas. Além disso, juntos em cada passeio sempre tem um guia e em alguns passeios, mais um funcionário vai junto pra pilotar o barco.

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– Se tiver com cara de que vai chover ou até mesmo se estiver chovendo no momento do passeio, dá pra solicitar na recepção uma capa de chuva (cobrada a parte). Caso não use, se não tiver aberto o pacote, é só devolver na recepção e o valor não será cobrado. No primeiro dia, tava trovejando muuuito, nós optamos por pegar duas capas de chuva na recepção, mais por garantia de proteger nossas maquinas fotográficas do que nos mesmo, pq com aquele calorzão todo que faz lá no Amazonas, se a chuva não molhar, o suor se encarrega disso.. hehe =DD

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– E por fim, porem não menos importante, preciso comentar sobre os guias. Todos são super profissionais, super simpáticos e prestativos. Casa passeio fizemos com guias diferentes, todos eles eram nascidos na região norte do Brasil e moram a vida toda ali nessa região, portanto, estão super acostumado com tudo. Nem preciso dizer que das 3493849023 perguntas que fizemos, todas foram respondidas baseado na experiência/vivencia deles na região; Um grande diferencial, sem duvida alguma.

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Dito isso, os seis passeios que estavam incluídos no nosso pacote são esses aqui:

→ Trilha na Mata de Terra Fime na Floresta Amazônica

O primeiro passeio que fizemos foi uma caminhada pela Floresta Amazônica. Antes do passeio começar, a gente recebe todas as instruções sobre a trilha.

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Somos instruídos a levar o colete salva-vidas, também é aconselhado ir de calça e é obrigatório usar tênis. Além disso, guia entrega uma proteção pra colocar nas pernas, pra proteger de eventuais picadas de cobra (melhor prevenir, né!!). Fiquei super calma nesse momento #sqn!!

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Esse passeio tem 2 horas de duração e é dividido em duas partes: deslocamento até o inicio do local da trilha é feita por barco (por isso a necessidade de levar o colete salva-vidas) e depois, todo o passeio é feito a pé, obviamente.

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A caminhada é totalmente feita em mata fechada, num calor escaldante e pasmem, sem mosquitos pra incomodar.

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Durante toda a trilha, conforme vamos passando por algumas árvores, plantas, bichos, fungos, entre outras coisas, o guia vai explicando o que é cada coisa, e claro, também conta algumas curiosidades.

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O passeio termina com uma caminhada em um igarapé, que devido a época de seca, estava desse jeito. Vale dizer que, mesmo estando sem água, a terra é bem lamacenta e não faça como nós, que saímos andando sem rumo e quase ficamos com lama até no pescoço!! Procure sempre caminhar por onde o guia caminha, afinal, como nativo daquela região, ele sabe muito bem evitar todas as roubadas.

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Todo esse lugar é ocupado por água na época das cheias

** Esse passeio foi feito no primeiro dia, a tarde, logo após o almoço.

→ Focagem e Sons Noturnos na Floresta Amazônica

O segundo passeio que fizemos foi esse, para ver animais em seu habitat natural e ouvir os sons da Floresta Amazônica. Durante a janta recebemos as instruções para o passeio, nesse caso, só foi necessário levar o colete salva-vidas.

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Esse passeio tem duração de 1 hora e 30 minutos e é feito totalmente dentro de um barco. Além do guia, tem um outro funcionário que pilota o barco.

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Por sorte, havia parado de trovejar e não tinha chovido, e ainda, pra ajudar, a lua apareceu pra iluminar o passeio.

Vale dizer que o barco percorre uma pequena parte no trecho principal do rio Negro e depois vai entrando em uns canais que fazem parte do Arquipélago de Anavilhanas.

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Quando a gente chega nesses canais menores, o barco vai andando beeeem devagar e o guia começa a procurar os bichos com uma lanterna super potente e de longo alcance.

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A gente conseguiu ver alguns bichos, como jacarés, cobras, bicho preguiça, aves, entre outros. Não é fácil fotografar a noite, pq os bichos são muito ágeis. Conforme a gente vai encontrando os bichos, o guia conta algumas histórias e curiosidades.

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Consegue ver o jacaré?

Depois disso, ainda ficamos um tempo com o barco parado (literalmente) no meio do rio Negro, apenas ouvindo os sons da floresta. Parece algo meio bobo, mas sério, é de arrepiar. Jamais imaginei que um dia ficaria parada, no escuro, em um rio, no meio da Floresta Amazônica. Também não vou esquecer aqueles sons e do meu medo de que a qualquer momento um super jacaré poderia bater com o rabo no nosso barco… hahaha =DDD

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Ali tem um Bicho Preguiça

** Esse passeio foi feito no primeiro dia, logo após a janta.

→ Pescaria de Piranhas no Rio Negro

Entre todos os passeios oferecidos no nosso pacote de 3 dias/2 noites, o que eu tava menos empolgada pra participar era esse da pescaria de piranhas. Eu não curto muito pescaria, pra falar bem a verdade, acho a maior chatice. Maaaaas.. já que tava ali, pq não aproveitar e ver se talvez eu mudasse de ideia?

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Esse passeio tem 1 hora de duração e é acompanhada apenas pelo guia. É necessário levar o colete salva vidas e como o dia amanheceu com sol, também tivemos que caprichar no protetor solar.

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O passeio é feito em um barco e o guia nos leva para uma área um pouco distante ali do hotel, coisa de uns 5 minutos de distancia, para o barco, distribui as varas e as iscas e passa as instruções.

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Como eu disse, não sou muito fã de pescaria. Não levo o menor jeito pra isso, mas participei. Obviamente que eu não pesquei uma piranhazinha sequer quando eu joguei a isca no rio, mas quando o guia me ajudou (leia: ele jogou a isca), eu consegui pescar uma piranha. Essa que aparece na foto!

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A maioria das pessoas não conseguiram pescar nada, mas teve um ou outro sortudo que conseguiu pegar 2 ou 3 piranhas.

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O que esse passei mostrou: existem sim varias piranhas no rio Negro, é necessário ter calma e saber jogar a isca (quanto mais longe do barco a mais fundo ela for, maiores as chances), além, é claro, que é necessário perceber o momento que a piranha tá atacando a isca e dar aquela puxadinha na vara para que o anzol prenda na boca do peixe. Muito complexo! As piranhas sempre comeram todas as minhas iscas!

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** Esse passeio foi feito no segundo dia, logo após o café da manhã.

→ Novo Airão: Boto-cor-de-rosa e Artesanato Local

Um dos passeios que eu mais queria fazer era esse, afinal, nunca tinha visto um boto-cor-de-rosa na vida!!!

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Esse passeio é um dos mais demorados, acho que levamos umas 2 horas e 30 minutos mais ou menos, pra fazer.

Esse passeio é dividido em 2 partes: o transporte do hotel até a cidade de Novo Airão é feito de barco, ao chegar lá, o restante do passeio é feito em uma combi.

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A primeira parada foi no Flutuante para ver os Botos-cor-de-rosa. Logo que a gente chega, uma pessoa vem nós dar algumas explicações sobre os animais, o habitat, a fiscalização, entre outras coisas. E também, como a visita acontece.

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Uma das coisas mais importantes que aprendi foi: se o boto for cinza, ele ainda é novinho e se já estiver rosa, é pq ele é mais velho, ou seja, quanto mais rosa ele for, mas velho ele será.

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Claro que a gente não pode entrar na água pra brincar com os botos, como a gente vê em diversas fotos pela internet. Antigamente era possivel, mas não faz muito tempo que a atividade tem sido fiscalizada pelo ICMBio e claro, como dá pra imaginar, esse tipo de coisa agora é proibido.

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Mas ter a oportunidade de ver (e até interagir) com os botos ali do flutuante foi legal. Vale dizer que eles não estão presos, nem nada do tipo. A guia apenas carrega um balde cheio de peixes e fica chacoalhando na água. Pode ser que os botos apareçam, pode ser que não (se eles não aparecerem, já houve casos, eles devolvem o dinheiro pago). Nós tivemos sorte e quatro botos apareceram.

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Achei engraçado que as guias já conhecem os botos, ao ponto deles terem nomes. Apesar de aparentemente dar a impressão de que eles são totalmente iguais, o fato a mudança de cor (do cinza pro rosa), ajuda a diferenciar os animais.

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Nessa foto aqui dá pra ver as cores cinza e rosa.. Esse é um boto mais velho.

Cada pessoa pode ficar o tempo que quiser (com um certo com senso, é claro) ali na plataforma interagindo com os botos, seja apenas olhando ou tentando passar a mão neles. Nós ficamos por volta de uns 5 a 7 minutos ali e foi tempo suficiente para gente poder ver, brincar, tirar fotos com os botos.

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Depois disso, nossa próxima parada foi ir até uma combi, que nós levou até a Fundação Almerinda Malaquias, onde são feitos artesanatos por moradores da região. A maioria das coisas a venda são feitas de madeira de árvores caídas encontradas na floresta, todos produtos de boa qualidade e muito bem feitos. O dinheiro arrecadado serve para ajudar a comunidade local.

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Nós compramos algumas esculturas de animais da região pra trazer como recordação. Eu queria muito um bichinho preguiça, mas não tinha nenhum a venda no momento que estivemos lá. Acabei comprando dois botos-cor-de-rosa, um maiorzinho e outro menor.

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Também vi sendo feito um tatu-bola, que eu achei suuuuper bonitinho, mas ainda não estava 100% pronto, portanto ainda não estava a venda.

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Quem quiser comprar uma lembrancinha ou uma peça de decoração de qualidade e com preços justos, fica a dica!

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E obviamente que entre o deslocamento de um lugar pro outro a gente acabou conseguindo conhecer um pouco de Novo Airão, a cidade mais próxima desse hotel onde ficamos hospedados.

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** Esse passeio foi feito no segundo dia, logo após o almoço.

→ Contemplação do Nascer do Sol no Rio Negro

Outro passeio que eu tava na expectativa de fazer era o de ver o nascer do sol no rio Negro.

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Claro que pra que esse passeio fosse possível de ser feito, era necessário literalmente madrugar, pois a saida de barco estava marcada para as 05:00 da manhã.

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O nascer do sol no Amazonas, durante o mês de novembro, acontece super cedo, por volta das 05:30, mais ou menos. Esse passeio tem duração de 1 hora e 30 minutos.

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Como eu já disse anteriormente, esse passeio é feito de barco. Nós somos levados até uma area que fica de frente para onde o sol nasce. Claro que nesse tempo de duração do passeio a gente desce do barco, e como era época de seca, podemos nos acomodar em qualquer lugar, já que a faixa de areia é enorme nesse período.

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Na verdade, esse era o único dia da viagem que eu tava rezando pra que tivesse sol, pra que o nascer do sol fosse legal (e claro, pra que valesse a pena levantar tão cedo!). E foi. Teve sol.

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Ver o sol nascendo por trás do rio Negro, bem perto da área onde fica o arquipélago de Anavilhanas foi beeem legal!

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Rendeu várias fotos e o Raul também fez um videozinho em time-lapse, que ficou muito bonito.

Esse passeio é isso ai, ficar sentado ou caminhando em meio a Floresta Amazônica, contemplando a natureza e um dos mais bonitos espetáculos desse nosso mundão! Valeu muito a pena ter madrugado nesse dia!

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** Esse passeio foi feito no terceiro dia, antes do café da manhã.

→ Tour de reconhecimento no Arquipélago de Anavilhanas

Chegou aquele momento que eu não queria que chegasse nunca nessa viagem: o ultimo passeio.

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Esse tour é feito em barco (a maior parte do tempo) e ainda, é possível desembarcar em duas ilhas, uma para ver de perto as famosas praias de rio e outra pra fazer uma pequena trilha para ver a maior arvore encontrada no arquipélago de Anavilhanas.

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Pra quem não tá lembrado das aulas de geografia, o Arquipélago de Anavilhanas fica dentro do Parque Nacional de Anavilhanas, localizado literalmente entre as cidades de Manaus, Iranduba e Novo Airão. É considerado um dos maiores conjuntos de ilhas fluviais do mundo, formado por mais de 400 ilhas. Mesmo com todas ilhas, apenas 8 estão autorizadas pelo ICMBio a receber turistas.

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Conseguem ver as três araras?

Esse passeio teve duração de 2 horas, tempo suficiente pra ter uma ideia do que é um dos maiores arquipélagos de água doce do mundo.

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Durante o passeio conseguimos ver diversos tipos de bichos, como ariranhas, pássaros, araras, jacarés, cobras, lagartos, entre outros. Claro que os bichos não são vistos muito perto da gente, então é pura sorte conseguir ver (já fotografar, são outros 500, é necessário ter muita agilidade!).

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O desembarque na primeira ilha foi a melhor parte desse passeio, pois ali foi possível caminhar nas praias de areias (intermináveis) tranquilamente e apreciar os boto-cor-de-rosa se deslocando no rio.

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Já na ultima parada, em outra ilha, fizemos uma trilha rapidinha para vera maior árvore já encontrada no arquipélago (infelizmente agora não to lembrando o nome, mas assim que eu achar onde foi que anotei, atualizo o post).

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** Esse passeio foi feito no terceiro dia, logo após o café da manhã.

→ Outros passeios

Além desses passeios, como a gente tinha bastante tempo entre o passeio da pescaria de piranhas e o almoço, nós conseguimos andar de canoa pelo rio Negro.

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Esse passeio é feito em um local especifico, acompanhado de um guia, pra quem pegar um dos pacotes com maior quantidade de dia. Como esse não foi o nosso caso, nós tivemos que ir até a recepção e ver se era possível andar de canoa ali mesmo, pertinho do deck do hotel. Eles autorizaram. Ficamos uns 30 a 40 minutos andando de canoa e foi super legal!

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Outra coisa que eu acho que o hotel poderia oferecer eram pranchas de SUP, afinal, as águas do rio Negro são super calmas (e quentinhas)… Seria perfeito, né!??!

Atualização: Um leitor do blog me enviou uma mensagem inbox no Facebook do Blog me dizendo que quando ele se hospedou nesse hotel em abril/2016 já tinha opção das pranchas de SUP. Suuuuper legal, né?!?!?! =DDD

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A única forma de reservar esse hotel é através do site -> Anavilhanas Jungle Lodge. Recomendo muito! A experiência foi tão boa, que estou cogitando voltar muito em breve!

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Catarinense, mas atualmente morando em Curitiba-PR. Já morou em Edimburgo, a capital da Escócia por quase 2 anos. Criou o blog pra contar um pouco mais sobre como foi o seu intercâmbio na terra dos Kilts e das Gaitas de Fole, e também, sobre suas viagens pelo mundo.
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Postado em Amazonas, Arquipélago de Anavilhanas, Brasil, Floresta Amazônica, Hotéis, Manaus, Novo Airão
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  1. Renata e Rodrigo Alves 24/05/2016 | 19:51

    Olá,

    Vimos suas postagens na Rede de Blogs no Instagram e nos interessamos em comemorar nosso aniversário de casamento neste hotel. Vocês acham que viajar em janeiro pode ser uma boa ideia? Chove muito? Ainda faz muito calor? É um lugar romantico? As fotos estão incriveis, parece um hotel de sonhos. Agradecemos se puder nos ajudar. Parabéns pelas belas fotos e pelo texto bastante detalhado. Aumentaram ainda mais nossa vontade de comemorar nosso aniversário de 2 anos de casamento lá!!!!!!!

    Abraço,
    Renata e Rodrigo

    • Contando as Horas 27/05/2016 | 14:32

      Oi, Renata Oi, Rodrigo

      Olha.. Janeiro fica dentro do período de chuvas, então.. Se vocês só podem ir nessa época, o jeito é arriscar. É interessante saber que vcs vão encontrar paisagens diferentes das que aparecem nessas fotos, pq eu fui durante o período de seca. Calor faz o ano inteiro, alias, faz MUITO calor.

      O hotel é um lugar romântico sim, vimos muitos casais por lá, mas também tinham grupos de amigos e tal, enfim, é um lugar bem democrático.

      E realmente, o hotel é muito legal! Tirei milhões de fotos, mas “só” consegui colocar essas no post, foi até difícil escolher. Que bom que o post ajudou vcs nessa missão, tenho certeza que vcs não vão se arrepender de comemorar essa data lá!

      Obrigada pela visita aqui no blog!

  2. Mirela Guarreschi 04/06/2016 | 16:58

    Olá!
    Vou pra Manaus em agosto com meu marido; ficaremos três dias inteiros em Manaus (quatro dias ficaremos em um hotel de selva).
    Gostaria de visitar as cachoeiras de Presidente Figueiredo mas, pelo que pesquisei, é um passeio de um dia e nos sobraria apenas dois dias em Manaus.Pensei em cortar a Reserva Florestal Adolpho Ducke e o Bosque da Ciência.Você acha que compensa? Vi que você não visitou as cachoeiras; mas tem alguma opinião a respeito? Aguardo seu retorno! Obrigada!Ah, gostei muito do seu blog!

    • Contando as Horas 05/06/2016 | 15:18

      Oi, Mirela

      Diversas pessoas nos recomendaram esse passeio enquanto a gente estava em Manaus, mas a gente acabou não indo. Realmente, se vc pesquisar em qualquer agencia local, é um passeio de dia todo.

      Eu escrevi um post sobre a Reserva Florestal e outro sobre o Bosque da Ciência, vc pode ver se esses passeios te agradam ou se vc prefere as cachoeiras.

      É difícil dar uma opinião sobre um lugar que ainda não fui, mas sobre os que já fui, talvez o Bosque da Ciência vc pode deixar de fora. Eu, pelo menos, não achei nada d+, exceto pela maior folha dicotiledonia e as tartarugas-da-amazonia (mas as tartarugas vc também vê na Reserva Florestal).

      Obrigada pela visita aqui no blog!

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