27.07
2016

Vale dos Vinhedos: Casa Valduga e demais Vinícolas nos arredores

Na segunda parte da viagem a região de Bento Gonçalves, eu fiquei hospedada em uma das pousadas da Villa Valduga (clique aqui para ver o post), pertencente a vinícola Casa Valduga, localizada bem no meio do Vale dos Vinhedos.

Quem se hospedar em uma dessas pousadas, vai poder conhecer diversas outras vinícolas e atrações próximas e o melhor de tudo, a pé.

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Eu vou começar o meu roteiro falando sobre o tour e o curso de degustação, que fiz na Casa Valduga e depois vou dividir o roteiro em duas partes, as atrações/vinícolas que ficam pro lado direito e lado esquerdo da Casa Valduga, ok? Vamos lá?!?! 

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Casa Valduga

Eu não visitei todas as vinícolas do Vale dos Vinhedos, mas sem duvida alguma, o tour oferecido na Casa Valduga foi o que eu mais gostei.

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Quem optar por se hospedar em uma das pousadas da Villa Valduga, ganha como cortesia o tour e o curso de degustação chamado de Segredos do Mundo do Vinho, que no total, dura mais ou menos umas 4 horas. Parece muito, né? Eu também achava isso, mas a enóloga que guiou o nosso grupo era tão legal, que sério, ninguém viu o tempo passar.

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O tour/curso começa as 09:30 e vai até mais ou menos lá pelas 13:30 (o nosso terminou já passava das 14:00) era o horário marcado para terminar a visita. O ponto de encontro é na Enoboutique. Dali seguimos para uma sala anexa, onde foi passado um video com duração de uns 5 a 10 minutos mais ou menos, contando um pouco da história da Família Valduga, como a vinícola foi criada e mostra um pouco da sua estrutura de produção, ou seja, uma pequena prévia do que vamos ver pessoalmente na seqüência.

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Depois do video, seguimos até um trenzinho que nos levou até o local de recebimento e seleção das uvas e onde ficam os tanques de armazenamento dos vinhos que estão sendo produzidos. Terminando essa parte da visita, voltamos de trenzinho para a vinícola e lá seguimos para os vinhedos que ficam nos arredores das pousadas e próximos das caves.

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As caves subterrâneas da Casa Valduga são consideradas as maiores da América Latina, com capacidade para armazenar quase 6 milhões de garrafas. É um local realmente grandioso e facílimo pra se perder por lá!

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No segundo andar desse edifício fica o setor de engarrafamento, embalagem e rótulos. As linhas de vinhos regulares são todas automatizadas, já as linhas de vinhos mais elaborados e de maior destaque tem esse processo feito todo manual.

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O tour termina no mesmo local que começou, na Enoboutique. A guia nos dá uns 10 minutos para ir ao banheiro, tomar uma água e olhar a lojinha antes do inicio do curso de degustação.

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O curso de degustação acontece no mesmo edifico onde fica a Enoboutique, mas no andar superior. Esse curso dura mais ou menos umas 2 horas e eu achei super interessante.

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Depois de algumas explicações gerais sobre o método de produção dos vinhos e suas características particulares, nos começamos a parte mais aguardada do curso: a degustação! Foram degustados 2 tipos de vinhos branco, 3 tipos de vinhos tinto e 4 espumantes. O legal é que a gente prova vinhos mais simples, mas também os mais elaborados e premiados.

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No final do curso, a gente recebe um diploma e uma taça de vinho personalizada. Super legal! Adorei! Recomendo muito esse tour!

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Visita: Existem duas formas de visitar essa vinícola: fazendo o tour tradicional ou fazendo o tour e curso de degustação. O tour tradicional acontece de hora em hora, dura mais ou menos 1 hora e custa 40,00 reais com direito a degustação de 5 vinhos/espumantes. Quem escolher o tour e curso de degustação (e não estiver hospedado na pousada), precisa reservar 4 horas pra fazer esse passeio, é necessário agendar previamente e o valor é de 100,00 reais.

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Localização: A Casa Valduga fica na Via Trento, 2355, Linha Leopoldina km 6, no Vale dos Vinhedos.

→ Lado direito

Logo ao lado da Casa Valduga fica a Vinícola Don Candido, uma vinícola familiar que existe desde 1875 e também foi fundada por um Valduga, Candido Valduga. A produção é mais modesta, porém com grande qualidade.

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Logo no meu primeiro dia nessa parte do Vale dos Vinhedos, eu aproveitei pra conhecer os vinhedos dessa vinícola, mas não fiz degustação. Mas quem se interessar, eles não tem uma visita propriamente dita, apenas é possível conhecer os vinhedos e fazer degustação. A degustação custa 15,00 reais e ganha a taça de presente.

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Um pouquinho mais adiante fica outra vinícola familiar, a Vinhos Titton. Até então, eu nunca tinha ouvido falar nessa vinícola e pelo que li na internet eles tem uma produção voltada para consumo local mesmo. Não sei se existe algum tipo de visita ou degustação, no dia que passei ali não vi nenhuma movimentação. Mas enfim, fica a dica!

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Logo em frente, depois de uns 5 minutos de caminhada fica a vinícola Terragnolo, outra vinícola pequena, que inicialmente tinha produção apenas para consumo próprio e que também pertence a um Valduga, Luigi Valduga. Atualmente a produção de vinhos ainda é relativamente pequena, mas eles também produzem sucos e geléias.

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Os parreirais dessa vinícola ficam numa pequena colina, numa área bem bonita, que onde se tem uma vista bem legal de boa parte do Vale dos Vinhedos e do centro de Bento Gonçalves ao fundo.

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Quem se interessar, aqui também tem uma pousada, com apenas 5 quartos, cada um com um nome de um tipo de uva. Pelas fotos que eu vi na internet, me pareceu uma opção bastante interessante. Fica a dica!

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Do outro lado da rua, no alto de uma outra colina, fica a vinícola Marco Luigi. Apesar de ser uma vinícola familiar, eles investem bastante em tecnologia para melhorar a produção de vinhos e espumantes. Vale dizer também que, se a vista do vale já era legal da Terragnolo, daqui então, é muito mais legal.

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Eles tem uma boa estrutura pra receber os visitantes. Dá pra fazer visitação (vinhedos, caves, degustação) ou simplesmente comprar algum produto ou sentar nas cadeiras que estão no terraço e apreciar a vista.

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E por fim, esse meu passeio terminou na Capela Nossa Senhora das Neves, super bonitinha. Ela foi construída no inicio do século 20 e pelo que fiquei sabendo, na época em que ela estava sendo construída estava tendo uma seca muito intensa na região. Para não parar as obras, os moradores resolveram usar vinhos de safras antigas para conseguir terminar a construção. Infelizmente quando passei por lá no domingo a tarde a igreja não estava aberta, mas ao menos pude conhecer ela por fora.

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→ Lado esquerdo

Saindo da Casa Valduga e seguindo pro lado contrario, o passeio começou na lojinha Artesanato do Vale. Pra quem quer comprar alguma lembrancinha da viagem, esse é lugar! Eles vendem tudo o que se possa imaginar que esteja relacionado com vinhos e espumantes. Vale a visita!

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Um pouco mais adiante fica outra vinícola familiar, a vinícola Larentis, que começou como todas as outras vinícolas da região, com uma produção para consumo próprio e aos poucos foi aumentando a produção, fazendo disso um negócio. Essa vinícola também ficou bem popular por oferecer aos turistas a possibilidade de participar das colheitas e de fazer piquenique nos vinhedos.

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Na seqüência, eu passei pela Capela das Almas, considerada a primeira capela do Vale dos Vinhedos, construída em 1880. Vale dar uma paradinha para apreciar a construção!

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Praticamente ao lado fica o Jardim Leopoldina, que também pertence a família Valduga. Pelo que entendi, havia um casarão centenário ali e depois de passar por uma reforma, foi transformado na Vivatto, uma loja que vende vinhos e produtos relacionados, além dos sorvetes artesanais. Eu provei o sorvete lá no restaurante da Pousada Villa Valduga e realmente, são muito bons! E claro, se tiver tempo, caminhe pelos jardins.

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E por fim, o roteiro chega ao fim na Casa Madeira, que também pertence a família Valduga. Ali são produzidos (e vendidos) suco de uva integral e geléias naturais. Existem geléia tradicionais, mas não deixe de provar a de cabernet sauvignon, malbec, entre outros tipos. São ótimas!

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→ De volta a Casa Valduga

No prédio principal do complexo, que parece um castelo, localizado literalmente no meio da vinícola, no ultimo andar tem uma espécie de mirante, com ótimas vistas do Vale dos Vinhedos. Dá pra ver a Miolo, o Hotel Spa do Vinho, todo o complexo da Casa Valduga (as pousadas e os vinhedos) e até o centro de Bento Gonçalves.

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Vale a pena ir lá na hora do por do sol, que foi o que fiz no meu ultimo dia pra fechar a viagem com chave de ouro!

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Ah, obviamente existem muitas outras vinícolas no Vale dos Vinhedos, mas eu visitei apenas as que ficavam mais próximas dos dois lugares onde me hospedei, pois assim, pude conhecer tudo caminhando. Viu como é possível conhecer o Vale dos Vinhedos sem carro?!?!

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Bruna Bartolamei
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8 comentários em "Vale dos Vinhedos: Casa Valduga e demais Vinícolas nos arredores"
  1. Myla   28/04/17 • 01h35

    Olá Bruna.
    Fiquei encantada com seu blog, parabéns.
    Estou planejando uma viagem para Gramado e arredores (sem carro rsr) e ainda não decidi se coloco Vale dos Vinhedos, pois conheci vinícolas em Santiago, mas era inverno e fiquei com muita vontade de ir na época da vindima. Então, não sei se valerá a pena ir em maio. O que vc acha?

    • Contando as Horas   29/04/17 • 22h17

      Oi, Myla

      Obrigada!! :D

      Eu acho que vale a pena sim. Vc não vai ver os parreirais lotados de cachos de uva, mas verá as parreiras com as cores do outono. Deve ser sensacional!! Eu ainda quero fazer um tour em vinicolas no outono uma hora dessas.

  2. Felipe   10/11/17 • 18h15

    Olá, Bruna. Ótimo relato sobre o passo a passo de como chegar. Achei interessante esse lado que revista nenhuma especializada conta.
    Agora fiquei com uma dúvida: como se deslocou do centro de Bento Gonçalves até a Casa Valduga?
    Obrigado.

    • Contando as Horas   11/11/17 • 00h45

      Oi, Felipe

      Eu cheguei em Bento Gonçalves vindo de Gramado. Lá peguei um táxi até o Hotel Spa do Vinho (onde fiquei 2 noites) e depois segui de taxi também para a Casa Valduga (onde fiquei mais 2 noites).

      Obrigada pela visita aqui no blog!

  3. Evelyn   27/11/17 • 10h54

    Olá Bruna, tudo bem? Como você fazia o deslocamento entre uma vinícola e outra?

    • Contando as Horas   29/11/17 • 15h27

      Oi, Evelyn

      Quando fui ao Vale dos Vinhedos, dividi minha hospedagem em duas partes. Na primeira parte fiquei hospedada no Hotel Spa do Vinho e conheci as vinícolas nos arredores a pé (são todas bem pertinho do hotel). Na segunda parte fiquei hospedada numa das pousadas dentro da Casa Valduga e fiz a mesma coisa, andei a pé pelas vinícolas ali pertinho. Eu não quis alugar carro, pq queria fazer algumas degustações, então a única maneira de conhecer um pouco dessa região sem carro, era assim. Foi ótimo!

      Se você ler todos os posts dessa parte da viagem, você entende melhor como foi que eu fiz essa viagem.

  4. Tercio de Souza Junior   18/01/18 • 21h55

    Olá, Bruna
    gostei muito da sua dica !
    Estou com reserva próxima do centro em Bento Gonçalves em Fevereiro,qual é a dica que vc daria para aproveitar outros dias sem carro?
    Obrigado

    • Contando as Horas   24/01/18 • 11h55

      Oi, Tercio

      Talvez pegar algum tour para fazer a rota Caminhos de Pedra ou o Vale do rio das Antas.

      Obrigada pela visita aqui no blog!

Blog Membro RBBV
Contando as Horas
Essa manhã eu teria embarcado para o Brasil. Além das 18 mil coisas que tinha planejado fazer em 10 dias, a mais importante era conhecer minha sobrinha 🥰 (e também, rever meus sobrinhos de quatro patas 🐕🐕 - não esqueci de vcs, não sou uma tia desnaturada 😁). A gente já tinha até planejado um churras com camarão empanado de entrada, lembra @yasminbartolamei ? 😂Otimização de tempo é tudo numa viagem. Impossível comer todas as coisas que tenho saudades (e repetir algumas) em apenas 20 refeições. 🤰🏻😅😆
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Enquanto isso, depois de 52 dias de quarentena, estou aqui acompanhando Portugal deixar o estado de emergência e passar para o estado de calamidade, situação onde as medidas de isolamento ficam um pouco mais brandas para facilitar esse período de transição para a normalidade.
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Eu espero que as pessoas não sejam irresponsáveis e sem noção nesse momento, pq o isolamento obrigatório pode voltar.
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Ontem qdo sai de casa para comprar máscara (a partir de hj o uso é obrigatório em todos os ambientes fechados, como por exemplo, mercado, lojas, bancos, transporte público, entre outros), por exemplo, já vi uma cena que prefiro nem comentar. Além de todas as incertezas que o momento já nos coloca, certamente vamos precisar de muito mais sorte para lidar com esses seres irresponsáveis do que com o vírus.
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Não vou me alongar muito nesse blablabla, pq a loucura dessa nova realidade está só começando.
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Mas voltando a minha viagem.. Eu sei que meu pai estava contando os segundos pra ter alguém em casa pra implicar 🤣 e minha mãe estava ansiosa pelos nossos lanchinhos e risadas na madrugada (sim, somos duas 🦉🦉). Véééiooo e Véééiaaa.. em 2021 estarei ai! 🇵🇹✈️🙏🏽🇧🇷🤩
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Essas foram as últimas fotos que tirei lá em casa, no Brasil, em fevereiro de 2019. ☺️
18.04.2020: UM ANO EM PORTUGAL! 🥰🥰🥰
🇵🇹🇵🇹🇵🇹🇵🇹🇵🇹🇵🇹🇵🇹
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Queria escrever algo interessante sobre esse momento pra deixar aqui registrado, mas não ando muito inspirada. Como nessas últimas semanas tenho recebido algumas msgs relacionadas a pandemia/quarentena, vou falar sobre isso.
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02 de março foram divulgados os primeiros casos de coronavírus em Portugal. Dia 11 de março a OMS declarou pandemia de coronavírus. Dito isso...
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No inicio, o governo português declarou estado de alerta, logo na sequência foi declarado estado de emergência (já foi renovado 02 vezes).
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Nos primeiros dias os mercados estavam um verdadeiro caos. Muitas pessoas. Muitas coisas faltando (principalmente papel higiênico, carnes, frutas e verduras). Nas últimas semanas a situação voltou a normalidade.
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As atrações turísticas, lojas, restaurantes (seguem funcionando, mas no esquema de take away/entrega a domicílio), bares, academias, entre outros tipos de comércio fecharam suas portas e assim permanecem até então.
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As Farmácias e os Mercados estão funcionando no esquema de sai 1 entra 1, portanto, exige paciência.
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Os transportes públicos em Lisboa estão funcionando com horários reduzidos. Não andei mais de metro, mas li nos jornais que o acesso está liberado para todas as pessoas, as catracas estão livres. Também li que começaram a fazer controle de temperatura nas entradas das estações.
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Os 3 principais aeroportos de Portugal (em Lisboa, no Porto e em Faro) fecharam durante o período de Páscoa. E nos demais dias estão operando apenas para pouquíssimos voos comerciais, mas principalmente para voos humanitários, de repatriação ou de transporte de mercadorias.
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Lisboa está deserta. Se você sair de casa, independente do horário, parece sempre domingo 07:00 da manhã. Tudo vazio. Poucas pessoas nas ruas.
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A maioria das pessoas tem usado luvas e máscaras. Eu não tenho usado, pq só tenho saido de casa para ir ao mercado e algumas vezes pra caminhar.
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E pra todos que me mandaram msgs pedindo como eu estou: depois de 38 dias de quarentena, posso dizer que já ando um pouco entediada, mas estou bem. ☺️
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Essas são algumas fotos que tirei ao longo desse ultimo ano. 😁
#tbt 2020, nós mal nos conhecemos e não estou gostando nada do que tem acontecido. 😰😰😰
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2019 precisou de 12 meses pra ser ruinzinho. Já 2020, em apenas 3 meses, chegou metendo os dois pés nas costas. 😰😰😰 Meeedooo dos próximos 9 meses!!! 🤭
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Se eu soubesse que 2020 seria assim, eu teria viajado o mês de janeiro inteiro pelas Arábias. 🤷🏻‍♀️😅😁
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Eu sei que ninguém anda muito interessado em consumir dicas de viagens por esses dias, mas já vou deixar registrado aqui para os dias melhores que virão: Doha tem varios museus, mas sem dúvida, os 2 mais visitados, são: o Museu de Arte Islâmica (fotos) e o Museu Nacional do Catar. Se tiver que escolher apenas um pra visitar, eu recomendo o Museu Nacional do Catar, vale cada centavo (até pq, o valor dos bilhetes não são nada baratos). Já o Museu de Arte Islâmica vale mais pelo seu exterior.
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📍Doha, Catar 🇶🇦
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Khor Al Abaid 🐪 🌵☀️⛺️
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Existem diversos tours no deserto: para ver o sol nascer, dia todo (com almoço e algumas atividades), para passar a noite e para ver o por do sol (foi o que escolhi).
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Água do mar é morninha e eu achei beeem mais salgada que o normal.
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Nessa foto da pra ver as aguas do mar encontrando as areias do deserto. 💛
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2 segundos antes dessa foto, enquanto eu me arrumava, esse camelo ousado tentou me dar um beijinho 😂😂😂 Quase morri do coração!! 😅
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📍Catar 🇶🇦
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Catar / Qatar 🇶🇦🇶🇦
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Vim com expectativa altíssima e ainda assim me surpreendi com tudo que vi.
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Amei a comida. Os árabes são muito de boa (só não da pra tirar foto haha). Quero comprar todos os caquedos que vejo nas lojas, acho tudo lindo. Temperatura sensacional nessa época.
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Na foto: Deserto de Khor Al Abaid, localizado ao sul de Doha, na fronteira entre o Catar e a Arábia Saudita. É um dos poucos no mundo onde o mar invade as areias do deserto.
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📍Catar 🇶🇦
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2019 foi um ano com muitas coisas boas e algumas ruins, mas prefiro lembrar apenas dos melhores momentos. 😅☺️😁
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Comecei o ano recebendo a notícia de que meu visto para morar em Portugal tinha sido concedido (sem necessidade de entrevista).
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Coloquei a venda meu apartamento em Curitiba (já foi vendido).
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Me mudei para Portugal (demorei mais do que o previsto para encontrar um apartamento como eu queria, mas valeu a espera, amo esse bairro onde eu vivo).
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Estive na Croácia pela 3x (ainda quero ir mais uma).
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Minha sobrinha nasceu (virei Dinda!!).
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Voltei pela milésima vez a Escócia (Meu país preferido!!)
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Voltei a Berlim (dessa vez para ver os mercadinhos de Natal).
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E terminei o ano passando rapidamente por Londres (eu não queria, fui obrigada hahaha)
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2019 me deu a oportunidade de viver esses bons momentos, mas sinceramente, não vou sentir saudade!
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Seja muito bem-vindo 2020 (espero que esse ano seja muito melhor)!
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Desejo a cada um de vocês um excelente ano de 2020, com muita saúde (o resto a gente sempre da um jeito)!!
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🎊🥂🍾✈️💐💞
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📍Lisboa, Portugal 🇵🇹
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