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Salzburgo, a cidade de Mozart

Salzburgo se tornou um dos destinos mais populares da Áustria e muito se deve ao seu morador mais ilustre, Wolfgang Amadeus Mozart. Tudo na cidade gira em torno dele, desde estátua na pracinha da Cidade Antiga até as vitrines das lojas de souvenirs. Além disso, devido as filmagens do musical ”A Noviça Rebelde”, Salzburgo passou a atrair ainda mais turistas nas últimas décadas.

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A maioria das principais atrações turísticas de Salzburgo ficam na Altstadt, o Centro Antigo da cidade, que em 1996 foi declarado Patrimônio Mundial pela Unesco.

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Dominando a paisagem está a Festung Hohensalzburg, uma fortaleza que está localizada no alto de uma colina, bem no centro de Salzburgo. Para chegar lá no alto, existem duas formas: caminhando ou pegar o funicular. É possível comprar o ticket avulso ou combinado (visita a fortaleza + funicular). Nos optamos por comprar o ticket combinado e subimos de funicular.

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A fortaleza começou a ser construída no final do século 11, mas ao longos dos próximos séculos sofreu algumas modificações. Ela foi construída para proteger a cidade, pois devido a sua localização privilegiada, permitia que os austríacos tivessem uma visão mais vantajosa para se defender dos inimigos.

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Os dois grandes destaques da fortaleza são: os seus museus e a vista lá do alto, que permite ver praticamente toda a cidade lá do alto.

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A visita ao museu é feita em grupos e com o audioguia, porém um guia nos acompanha boa parte do trajeto. Nos podemos conhecer através da exposição de alguns objetos (armaduras, canhões, armas, roupas) um pouco da história da cidade e do país. Também temos acesso aos aposentos dos arcebispos que moraram ali e ainda, também podemos visitar um pequeno museu de marionetes.

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Mas sem dúvida o grande destaque da Fortaleza é a sua parte exterior, feita de um mix de estilo, pois várias partes foram anexadas a estrutura original ao longo do tempo. A vista  lá do alto dispensa qualquer comentário e é uma ótima oportunidade de ver Salzurgo e o belíssimo rio Salzach lá do alto.

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Saindo da fortaleza, nossa próxima parada foi na Salzburger Dom ou Catedral de Salzburgo, considerada a principal igreja da cidade, seu estilo barroco e suas cúpulas de cor verde água podem ser vistas de praticamente todas as partes da cidade.

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Apesar de ter sofrido danos durante o período de ocupação nazista na Segunda Guerra Mundial, a sua restauração foi fiel ao seu projeto original. Sem dúvida, depois da Stephansdom em Viena, essa foi a catedral mais bonita que conheci na Áustria. Mas o grande destaque da Catedral, além da riqueza de detalhe da sua decoração, fica por conta de ter sido o local onde Mozart foi batizado.

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Ao lado da Catedral fica a Mozartplatz, considerada uma das principais praças da cidade e como já dá pra imaginar, na sua área central fica uma estátua de ninguém menos que Mozart, claro! Nessa praça também fica o Centro de Informações Turística da cidade e ao lado tem a Confeitaria Demel de Salzburgo.

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Depois de atravessar o rio para ir almoçar em um dos restaurantes do Hotel Sacher, o Salzachgrill, aproveitamos pra caminhar as margens do rio Salzach.

Aproveitando que a gente estava na região considerada a Cidade Nova de Salzburgo, nos fomos visitar as duas únicas atrações que ficam nesse lado da cidade: os jardins do Palácio Mirabell e o Mozart Wohnhaus.

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Os jardins do Palácio Mirabell estão sempre abertos a visitação pública. Vale a pena caminhar por ali pra relembrar cenas do filme A Noviça Rebelde, além de ver as suas estátuas e os seus jardins super bem cuidados.

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O Mozart Wohnhaus (Mozart Residence) é a residência onde ele morou entre 1773 e 1781, ano em que deixou a cidade para ir morar em Viena. A exibição principal desse museu conta um pouco da sua história e da sua família através de documentos, fotos, composições musicais que escreveu enquanto morou na cidade. Tem uma ala dedicada a mostrar um pouco da história da sua família, que conta um pouco da relação entre Mozart e sua irmã, Nannerl, as viagens em família e sua vida amorosa.

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Pra quem se interessa por música clássica e gosta das composições de Mozart, esse museu oferece a possibilidade de ver de perto um piano que pertenceu a Mozart e ainda, o quadro Dance-Master’s Salon, com o retrato da família Mozart. E pra finalizar a visita, a ultima ala mostra um video-resumo da vida de Mozart. Apesar de ter duração de quase 1 hora, os 30 minutos que nós assistimos valeram muito a pena!

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E por fim, pra terminar o nosso passeio por Salzburgo, voltamos a Cidade Antiga. A primeira coisa que fizemos foi visitar a outra casa de Mozart, a Mozart Geburtshaus, a casa onde ele nasceu em 27 de janeiro de 1756. Se tiver que optar por conhecer apenas um dois museus relacionados a vida de Mozart, eu aconselharia a escolher esse aqui. Além de ser maior, com uma coleção mais interessante, esse museu reune um muito mais detalhes sobre tudo o que foi mais importante relacionado a Mozart.

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Toda a coleção está espalhada pelos três andares do edifício, mas era no terceiro andar onde ficava o apartamento onde Mozart nasceu e morou durante osr três andares, onde no terceiro andar, estava localizado o apartamento onde Mozart nasceu e morou até completar 17 anos de idade.

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Os grandes destaques são os objetos que pertenceram a Mozart, como: documentos, fotos de retratos de família, partituras de musicas originais,  uma pequena mecha do seu cabelo, o violino que ele tocava quando era pequeno e o seu clavicórdio (uma espécie de piano daquela época) onde ele compos várias de suas composições, incluido a Flauta Mágica.

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Depois de um dia movimentado batendo perna pra lá e pra cá em Salzburgo, resolvemos terminar o dia caminhando na Getreidegasse, a principal rua de comércio de Salzburgo e totalmente exclusiva para pedestres. É nessa rua onde estão concetrados a maioria das lojas, cafés e restaurantes da cidade.

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É impossível caminhar por ali sem reparar nos letreiros de estilo medieval.. Um mais bonito que o outro, não é mesmo?

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Pra terminar esse dia, nos ainda fomos assistir a uma apresentação de música clássica na Sala de Mármore no Palácio Mirabell, que será o tema do próximo post!

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Obs.: Pra quem não quiser se hospedar na cidade, é totalmente possível fazer um bate volta a Salzburgo partindo de Munique (146 km de distância), de Innsbruck (fica a 165 km) e de Viena (são 315 km).

Restaurante Alt Salzburg

Salzburgo pode até ser considerada uma cidade pequena para os padrões brasileiros, mas uma coisa que não passa batido são as suas ótimas opções gastronômicas. Eu havia separado pelo menos uns 4 ou 5 opções de restaurantes pra gente conhecer. Entre eles estava o Alt Salzburg, um dos melhores restaurantes de comida típica austriaca que conhecemos nessa viagem. Aliás, uma observação: as expectativas com relação a comida austriaca em geral era grande e posso dizer que não decepcionou nenhum pouco!

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Dito isso, esse restaurante fica no centro antigo de Salzburgo, bem próximo da rua Getreidegasse (a principal rua de comércio da cidade) sentido contrario de onde está a Fortaleza de Hohensalzburg.

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Na noite em que fomos jantar lá, como era durante a semana, o restaurante não tava lotado, ainda bem. Nos estavamos preocupados com relação a questão de reservar mesas, mas no fim das contas deu tudo certo.

O ambiente do restaurante parece coisa de filme dos anos 60, a casa tem uma decoração bem simples, mas ao mesmo tempo muito bem enfeitada.

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No cardápio, existem duas opções: pedir o menu degustação (com pratos pré-estabelecidos) ou pedir a la carte. Nos preferimos pedir a la carte, com direito entrada, prato principal e sobremesa.

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As opções de entradinhas são mais lights, normalmente sopas ou cremes. Como prato principal são servidos desde o tradicional schnitzel (de vitelo) e outros pratos a base de carne de porco, tudo isso acompanhado sempre de batata. Mas pra quem não é muito fã da comida austriaca ou quer variar um pouco, existem outras opções também.

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Pra acompanhar toda essa comilança, resolvemos experimentar um vinho branco do tipo Rieslings e Grüner Veltliner, que são os mais produzidos e conhecidos no país! Muito bons!

As opções de sobremesas não eram muitas (3 apenas), mas o grande destaque da noite foi o “Variety of desserts Alt Salzburg” e “Creme brulée with mangoragout and sherbet”. O sorvete de maracujá e o sorvete de morango eram muuuito bons! Tão bons que nos repetimos as sobremesas pela primeira vez na vida (o que no decorrer dos 9 dias na Áustria, acabaram se tornando rotina)!

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Em resumo: o restaurante é excelente, todo mundo aprovou. O atendimento foi nota 10. O garçon era um autentico austriaco, que inclusive nos ensinou uma expressões e girias usadas no país. Todas as vezes que pedimos alguma sugestão do que comer ou beber ele prontamente nos explicou tudinho e nos recomendou alguns pratos. As melhores recomendações foram as sopinhas de entrada, o osso buco e as sobremesas, com certeza!

O restaurante Alt Salzburg fica na  2, Bürgerspitalgasse e abre tanto pro almoço quanto pro jantar.

Restaurante em Salzburgo: Sternbräu

Quando chegamos em Salzburgo já era noite. Tivemos tempo apenas de deixar as malas no hotel e pedir na recepção uma indicação de um bom restaurante que servisse comida típica austríaca. O rapaz da recepção acabou nos indicando o Restaurante Sternbräu.

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A localização não poderia ser melhor, o restaurante ficava em um dos vários becos que temos acesso enquanto caminhavamos pela Getriedegasse. Pra chegar até a porta principal, é preciso caminhar um pouco nesse beco.

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O restaurante é considerado um dos mais antigos da cidade (surgiu por volta da metade do século 16) e fica em um prédio histórico da cidade, formado por diversos salões onde são servidos os almoços e jantares.

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A decoração varia de salão pra salão chama atenção, mesmo sendo mais rústica, pois aliado a isso, o principal tema de decoração do ambiente é comida, comida típica austriaca, claro!

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Todos os principais pratos da culinária austriaca são servidos, onde a maioria dos pratos são a base de carne de porco. Mas o goulash, os pretzels, as batatas rosti e os schnitzels também são servidos. Pra acompanhar, existe uma variedade de cervejas e vinhos austriacos, claro!

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Na hora que chegamos, o rapaz nos levou no salão dois, pq o primeiro salão já estava cheio. Acredito que não seja necessário fazer reserva durante a semana, mas talvez na sexta e no sábado seja bem recomendado.

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A comida no geral agradou bastante, a comida austriaca é bem parecida com a brasileira (em termos de quantidade e por não ser apimentada).

A unica coisa que deixou muito a desejar foi o atendimento dos garçons, super mal humorados! Mas o negócio é relevar, e foi isso o que fizemos!

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Quanto aos valores, depois de 5 dias na Suíça, qualquer coisa é considerado barato.

O Sternbräu fica na Getriedegasse, a principal rua de Salzburgo, bem perto do Mac Donald’s. Não tem erro!

Hotel em Salzburgo

Durante o planejamento dessa parte da nossa viagem pra Áustria, uma questão que ficamos em dúvida era: nos hospedar apenas em Salzburgo por 4 dias ou dividir a hospedagem entre Salzburgo e Innsbruck. Nós optamos em fazer um deslocamento a menos com as malas e resolvemos ficar os 4 dias em Salzburgo e fazer 2 bate-volta, um em Innsbruck propriamente dito e outro em Wattens, pra conhecer a fábrica/museu/loja da Swarovski. Em resumo essa nossa estratégia não foi muito boa, mas o importante é que no fim das contas deu tudo certo!

Então, como as opções de hotelaria em Salzburgo são relativamente grandes comparado com o tamanho da cidade, nos optamos por ficar hospedados no Centro Antigo, a poucos passos da Getreidegasse, principal rua de comércio da cidade. O hotel escolhido foi Best Western Hotel Elefant, inclusive essa foi a primeira vez que nos hospedamos em um hotel da rede Best Western.

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A reserva foi feita pelo site do Booking com pelo menos uns 6 meses de antecedência (eu sei, eu sou meio maniaca por organizar todas as coisas relacionadas a viagem o quanto antes).

O hotel tem uma localização excelente, perto tanto do transporte público quanto das principais atrações da cidade. A única coisa que ficava um pouco mais longe era a Estação Central de Trem (do outro lado do rio), mas nada que uns 5 minutos de ônibus não resolvesse o problema.

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O hotel fica em um daqueles edificios estilo antigão (construído no século 13!) que tem em boa parte das cidades européias. Tem apenas um elevador, então na hora de pico, principalmente durante o café da manhã e hora do check-out muitas vezes tive que utilizar a escada pra me locomover rapidamente.

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Mesmo sendo um hotel que passou a pouco por uma reforma, ele tinha uma decoração um pouco ultrapassada . Imagine ver elefantes por todas as partes, de todos os tamanhos e cores possíveis e impossiveis. Pois bem, foi exatamente isso que aconteceu! Era elefante que não acabava mais, por todos os cantos, literalmente!

Os quartos também seguem o mesmo estilo do restante do prédio. Eu imagino que a reforma tenha sido mais pra trocar o ar-condicionado por split, a TV antigona por um LCD, o chuveiro no banheiro e tal. Enfim, o importante é que tudo estava impecavelmente limpo. Os quartos não eram muito grandes, mas ao menos o tamanho do banheiro era bem satisfatório.

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Reparou no elefante até na gaveta?

Reparou no elefante até na gaveta?

O café da manhã estava incluido no valor da diária. Eu não tenho costume de tomar café da manhã, então isso não fez muita diferença pra mim, mas meus pais foram todos os dias e gostaram bastante. Inclusive minha mãe disse que o café da manhã deles segue meio que o “padrão brasileiro”, com opções bem variadas tanto de bebidas, bolos, pães e frios.

O hotel também oferecia internet wi-fi gratuito mediante um cadastro na recepção do hotel. A senha vinha em um cartão, onde era preciso digitar no iphone/notebook toda vez que queria conectar. A intensidade do sinal no meu quarto era boa (quarto tinha uma localização mais no meio do hotel), já os quartos mais nas “laterais”, como por exemplo o quarto em que ficou o meu irmão e minha cunhada, a internet não funcionava direito, pq o sinal era muito fraco.

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Junto a recepção do hotel, no primeiro andar, tem um restaurante que serve comida típica austriaca, mas nós infelizmente não fomos nenhum dia.

O Best Western Hotel Elefant fica na Sigmund-Haffner-Gasse 4, na Altstadt (centro antigo) de Salzburgo. O hotel é bem perto de todas as principais atrações da cidade e fica a uma quadra do rio Salzach.

Chegando em Salzburgo

Salzburgo é a quarta maior cidade da Áustria e sua população não chega a 150 mil habitantes. Fazendo uma comparação com as cidades brasileiras, pode-se dizer que Salzburgo é minuscula. Mas isso é apenas um pequeno detalhe, pois a arte e a música clássica são abundantes por ali.

Quem nunca ouviu falar em Wolfgang Amadeus Mozart? Ou na família Von Trapp? Na Noviça Rebelde? Salzburgo tem muito orgulho desses residentes ilustres, tanto orgulho que a cidade praticamente respira 24 horas música por todos os lados.

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Salzburgo é dividida em duas partes pelo rio Salzach: a Cidade Antiga de Salzburgo, declarada Patrimônio da Humanidade desde 1996 e que concentra a maioria das atrações turísticas da cidade, e ainda, a Cidade Nova, onde ficam o Palácio Mirabel, a Estação Central de Trem de Salzburgo e o Hotel e Café Sacher.

Existem várias formas de chegar em Salzburgo: avião, ônibus, carro ou trem. Como nós estavamos em Zurique, acabamos optando por ir de trem. O trajeto não é dos mais curtos, já que o tempo de deslocamento fica em 5 horas. Sim, realmente é muito tempo para um deslocamento de trem, mas como nos ultimos dias a gente não tinha parado quieto um minuto sequer, essas 5 horas passaram voando, isso sem contar que foi um alivio para os nossos pés!

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Nos desembarcamos na Estação Central de Trem de Salzburgo (Hauptbhnhof Salzburg), que na época estava passando por uma reforma, mas a parte que já estava pronta ficou muito bonita, funcional e moderna.

Logo em frente a estação de trem ficam os pontos para pegar o transporte público até a Cidade Antiga de Salzburgo. Nós optamos por pegar o Obus, uma mistura de ônibus/bondinho versão mais moderninha.

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O ticket do Obus pode ser comprado de duas maneiras: nos quiosques chamados Trafiken ou diretamente com o motorista. Como nós chegamos em Salzburgo à noite, os quiosques não estavam mais funcionando, então só nos restou a opção de comprar diretamente com o motorista. Dois detalhes importantes: o valor do ticket quando comprado diretamente com o motorista é um pouco mais caro e é preciso validar o ticket dentro ônibus. Um vantagem de usar o Obus é que os seus ônibus passam a cada 10 minutos e o trajeto é super rapidinho, acho que não levamos nem 10 minutos pra chegar até o hotel.

As melhores opções de trajeto que iam da Estação Central de Trem até o Centro Antigo de Salzburgo eram as linhas do Obus 3 e 6, porém todas as vezes (por coincidência) nós sempre pegamos a linha 6. Tanto a linha Obus 3 ou 6 saem da plataforma C (Busleiste C), ou seja, o Obus vai chegar na plataforma vindo no sentido que está a Estação Central de Trem de Salzburgo.

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Esses ônibus/bondinho Obus não entram na Cidade Antiga de Salzburgo, então, pra quem quiser pegar a mesma linha que nós pegamos (linha 6), a parada mais próxima a Getreidegasse (principal rua de comércio da cidade) é a parada chamada “Rathaus”.

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Já para ir do Centro Antigo de Salzburgo para Estação de trem, praticamente todas as linhas passam por lá, mas a que foi mais recomendada pelo pessoal do hotel foi a linha 1 e o trajeto fica em aproximadamente uns 12 minutos.

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Na verdade nós precisamos utilizar o transporte público apenas pra ir até a Estação Central pra pegar o trem rumo a Innsbruck em dois dias e voltar pro hotel. Todo o restante do passeio em Salzburgo nós fizemos a pé, já que a maioria das atrações turísticas ficam uma grudada na outra.

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