Hotel GLO Helsinki Kluuvi
Como eu não queria perder de jeito nenhum meio dia que fosse na Lapônia, acabei voltando pra Helsinki bem no final do dia, sem intenção nenhuma de visitar mais coisas, foi só mesmo pra dormir e já no outro dia levantar cedinho pra pegar o voo de volta pra Edimburgo.
Não quis repetir o hotel em que fiquei na primeira parte dessa viagem, e resolvi mudar tudo, tanto de hotel, como de região.. e o escolhido foi Hotel GLO Helsinki Kluuvi!
Esse hotel também é super bem localizado, e digamos que fica no lado oposto do Radisson Blu Royal Helsinki. Fica a meia quadra da principal rua de comércio da cidade, a Aleksanterinkatu.
A rede de hotéis GLO é finlandesa, e além deste onde me hospedei, ainda existem outro em Helsinki e na cidade de Espoo.
O hotel é todo moderninho, com quartos bem espaçosos, com mesinha de trabalho, sofá e o banheiro é dividido em dois…
Uma coisa que me chamou atenção foi o “Sleep Menu”, onde é possível escolher algumas “frescurinhas”, caso não esteja satisfeito com o que já está disponível no quarto.
Tem internet wi-fi gratuita e o café da manhã está incluido no preço da diária!
O hotel fica na rua Kluuvikatu 4, Helsinki.
Detalhes de Helsinki
Falando em Helsinki, duas coisas que sempre que ouço falar me lembram a Finlândia: inverno e corrupção (ou melhor, a falta dela)!!
A Finlândia está sempre no topo da lista do Transparency International, um indíce que mede a corrupção de todos países no mundo. E pra nós brasileiros, isso chama atenção imediatamente, ainda mais se resolvemos comparar!
No inverno, achei bem estranho acordar as 09:30 da manhã e o dia ainda está começando a clarear. Todos os dias em que estive em Helsinki, o tempo estava nublado e/ou chovendo, então fiquei com a impressão que nem chega a amanhecer meeeesmo! E um pouco depois das 15:00 já voltava a escurecer novamente.

Um pouco antes das 9:00 da manhã de um domingo, em Helsinki, essa é a rua Aleksanterikatu, deserta!!
Conclusão, pouquíssimas horas de luz natural, e assim, eu já sabia que o dia iria começar bem cedo, não tem jeito!
Uma coisa me chamou atenção enquanto caminhava pela rua Aleksanterikatu. Ao lado da placa onde está o nome da rua, tinha mais uma plaquinha azul com a figura de um animal.
Procurei pela internet e não consegui achar uma explicação lógica para isso! Se alguém souber… =)
Ainda na rua Aleksanterikatu, a vitrine da loja de departamento Stockmann estava simplesmente linda!!! Além de da musiquinha, q eu adorei (todos os dias no caminho pro hotel, eu passava por ali pra escutar um pouco), tudo era animado, ou seja, todos os bichinhos se mexiam!
Outra coisa que chama bastante atenção são as varias galerias de lojas espalhadas pela cidade. Seus letreiros luminosos indicam quais as lojas podem ser encontradas naquele edificio.
Essa foi uma ótima idéia, pois tem dias em que a temperatura chega facilmente a – 20º, o que dificultaria sair as compras na cidade, já que o vento, chuva e neve não dão trégua!
Helsinki
Helsinki, a capital da Finlândia mais parece uma cidade de interior, com um pouco mais de 580 mil habitantes, tem um transporte público variado e eficiente, mas para os turistas, o bom mesmo é percorrê-la a pé.
Um pouco mais afastada do centro fica a Igreja Temppeliaukio, com seu estilo completamente diferente e até digamos, inesperado, acabou se tornando uma das atrações mais visitadas de Helsinki.
Igreja na Rocha, como o próprio nome sugere, foi construida dentro de uma rocha de granito. Vista de fora, ela parece uma igreja bem moderna, e quando estamos lá dentro, as aberturas no teto e a própria rocha que é a parede da igreja, dão a impressão de que estamos dentro de uma cratera.
O bom mesmo é caminhar ao redor dela, e dá até pra subir as rochas e chegar bem perto do “teto”.
O restante das atrações, ficam todas bem próximas.. e tudo gira em torno da rua Aleksanterinkatu, principal rua de comércio da cidade. E é onde fica a principal loja de departamento do país, a Stockmann.
Seguindo essa rua, logo cheguei em uma praça, a Praça do Senado, onde fica a Catedral de Helsinki, a Helsingin Tuomiokirkko, que além de ser um dos símbolos do país, é a principal igreja da cidade. Tem um estilo neoclássico super elegante com cúpulas verdes fazendo um belo constraste e rodeada pelos 12 apóstolos no teto.
No meio da praça, impossível não notar além da estátua do Imperador Russo Alexander II, a árvore de Natal gigaaante e o mercadinho de Natal da cidade.
Um pouco mais adiante, fica a Praça do Mercado, que em finlandes é chamada de Kauppatori, estão localizadas a Prefeitura e o Palácio Presidencial.
No caminho pra Catedral de Uspenski, já que eu fui pelo caminho mais longe, acabei encontrando pelo caminho..
Dali, já dá pra avistar a Catedral Ortodoxa Russa de Uspenski, para chegar até lá, é só ir se guiando pelos seus domos.
Infelizmente quando cheguei, a Catedral já estava fechada pra visitas, mas a vista lá do alto, é super bonita e vale a pena!
E pra terminar o dia, uma ultima passadinha na Praça do Senado, pra tirar umas fotos da árvore de Natal iluminada!
Hora de partir, pegar o voo de Helsinki com destino a… Lapônia!
Suomenlinna
No primeiro dia em Helsinki, resolvi visitar um dos lugares mais populares da cidade, a Fortaleza de Suomenlinna, que desde 1991 faz parte dos Patrimônios da Humanidade da Unesco.
Para facilitar a visita, foi criada a “Blue route”, que nada mais é do que a principal rota da ilha, indo de norte a sul, e andando por ela, é possível ver tudo o que há de mais importante.
Sua história é um tanto quanto recente, a Fortaleza foi construída no século 18 para defender o Império Sueco (naquela época a Finlândia pertencia a Suécia) do ataque dos Russos, viveu dias turbulentos com algumas guerras, mas acabou resistindo ao tempo.
Mais de um século se passou, e finalmente a Finlândia, através de um acordo, conseguiu sua Independência, ficando livre do dominio Russo. E com isso, Suomenlinna, passou a fazer parte em definitivo da Finlândia.
Quando o ferry abre suas portas, a primeira coisa que vemos são as enormes muralhas, e um pouco mais a frente, há uma pequena passagem, que pertence ao Jetty Barracks, que é por onde a visita tem início.
Um pouco mais de 1000 pessoas vivem na Fortaleza, sendo asssim, é comum ver carros e bicicletas passando. É tudo muito bem sinalizado, e as ruas até tem nomes!
A primeira parada é a Igreja de Suomenlinna, que inicialmente era uma Igreja Ortodoxa e foi construída com 5 domos em forma de cebola (caracteristicos das Igrejas Russas).
Mais de 60 anos após sua construção, cmo a Independência da Finlândia, foi convertida em Igreja Evangélica Luterana, e sofreu algumas alterações, como por exemplo, o número de domos que foi reduzido para apenas um, e hoje em dia é usado como um Farol.
A próxima parada foi o King’s Gate, que com certeza é o ponto alto da visita (e também o lugar mais longe), ficando no lado oposto da Ilha principal. Antigamente, o King’s Gate era a principal porta de entrada da ilha.
Deu tempo também para ver o submarino finlandês, chamado de Vesikko, que foi utilizado durante a Segunda Guerra Mundial, e foi o unico submarino Finlandes que sobrou pra contar história.
Uma outra parte que também merece uma visita são as Docas Secas, onde hoje em dia ainda são restaurados alguns barcos de madeira.
Para visitar a Fortaleza a entrada é gratuita, porém, alguns museus são pagos. É recomendado, nos meses de inverno, ver no site se a Fortaleza vai estar aberta devido as condições do tempo (neve e/ou ventos fortes).
Para chegar até lá, a única forma é através do mar. E o mais indicado é pegar o Helsinki City Transport Ferry, que sai da Market Square / Kauppatori até Suomenlinna. O ferry opera todos os dias (menos dia 24 e 25 de dezembro), e o trajeto é de aproximadamente 15 minutos, com saida a cada 20 minutos.
Os tickets devem ser comprados um pouco antes da partida, em máquinas que ficam perto do setor de embarque. São três máquinas, que só aceitam moedas e notas (até 20,00 euros). Com o ticket comprado, ele tem validade por até 12 horas.
Geralmente as pessoas ficam cuidando, quando o ferry vai se aproximando, e formam uma fila para comprar os ingressos (acho q isso pode até ser interessante no verão, quando nem chega a escurecer totalmente, mas no inverno, tratei de comprar o meu ticket rapidinho).




















































































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