20.08
2016

Segurança: Curitiba já não é mais a mesma!

A primeira vez que sai de casa foi pra morar em Curitiba. Fui pra lá pra fazer a faculdade. Foi lá também onde fui assaltada as únicas 2 vezes na minha vida.

Eu sempre morei na mesma região da cidade, tanto na época que alugava apartamento, como quando comprei meu próprio apartamento: no Batel.

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Jardim Botânico durante a florada das Cerejeiras esse ano

Moro no meio de uma região muito boa, com restaurantes, bares, shoppings, enfim, praticamente tudo que eu preciso fica a poucas quadras de onde moro e faço tudo literalmente a pé (mercado, banco, passeios pela cidade, entre outros).

Desde a primeira vez que estive lá até essa ultima vez, notei que com o passar dos anos a cidade cresceu muito e junto com isso, a violência também. 

Mesmo morando em uma área classificada como muito boa na cidade, desde que cheguei aqui no dia 04 de abril desse ano, todas as semanas eu vi, ouvi ou soube de algum caso de assalto na região.

A maioria desses assaltos não foram violentos, foram “apenas” (acho isso muito bizarro!) roubos de celulares/carteiras. Nada muito grave, né? Mas, quem me conhece sabe, nunca me conformei e sempre acho muito surreal a gente falar: “Graças a Deus, roubaram apenas o meu celular”. Comecei a ficar mais inconformada com essa situação, principalmente depois que morei em Edimburgo, na Escócia, onde eu saia de casa literalmente com a minha máquina fotográfica pendurada no pescoço (se eu fizer isso aqui em Curitiba, acho que nem eu  volto pra casa, quem dirá minha máquina).

Logo na minha primeira semana na cidade, tava indo ao mercado, vi uma mulher ser assaltada. Isso era de dia, por volta das 15:00.

Uns dias se passaram, ouvi lá do alto do meu apto um cara ser assaltado, logo depois do meio dia. Como eu sei que era um cara? Ouvi ele gritando: “Devolve meu celular! Pega esse vagabundo. Roubou me celular”. Infelizmente essa cena veio a se repetir mais umas 2 ou 3 vezes pelo menos, mas todas essas outras vezes foram a noite/madrugada.

Outra situação que presenciei foi ali perto de casa novamente. Eu tinha descido pra levar o lixo e logo apareceu uma pessoa desesperada batendo na porta do prédio pedindo pra usar o telefone, pq tinha sido assaltada no ponto de ônibus ali perto.

E por fim, numa dessas ultimas semanas que eu tava lá, eu quase fui assaltada. Era final de tarde e eu tava ali perto da Praça Osorio. Se não tivesse sido rápida, atravessado a rua correndo e entrado em uma loja, com certeza o tiozão tinha me assaltado. Eu escapei, mas o senhor que tava ali perto de mim esperando pra atravessar a rua, não teve a mesma sorte.

E pq eu to falando tudo isso? Pq Curitiba não é mais a mesma! Quando cheguei aqui pela primeira vez, a cidade era outra. Obviamente que algumas dessas situações aconteciam, mas pelo menos eu, não via com tanta freqüência.

A primeira vez que fui assaltada, foi no meu ultimo ano da faculdade. Era meio dia. Eu tava indo almoçar, depois de voltar da faculdade. Foi no centro da cidade, ali perto de casa. Três rapazes me cercaram e pediram meu dinheiro. Naquela época, entreguei o que eu tinha na bolsa (uns 10,00 ou 15,00 reais no máximo) e foi “só”.

A segunda vez foi quando tava indo pro curso de Turismo, era final de tarde, por volta de umas 18:00. Um rapaz apontou alguma coisa nas minhas costas e veio caminhando quase lado a lado comigo e me pediu pra passar tudo que tinha dentro da bolsa. Entreguei uns 20,00 reais e mais meu cartão de crédito. Por sorte, ele não me pediu a senha ou me fez ir junto a um banco tirar o dinheiro.

Foram essas duas situações, que não foram graves, eu sei, que me fizeram ficar meio paranóica. Desde então, sempre que eu saio na rua, eu procuro não dar bobeira. Eu realmente ando olhando tudo ao meu redor, quase não ando de bolsa em Curitiba. Só levo meu celular se realmente vou precisar. Por exemplo, se eu vou só no mercado e já vou voltar pra casa rapidinho, nem levo celular e muito menos bolsa.

Vou confessar, é uma situação extremamente desagradável e inadmissível a gente não poder sair na rua a hora que for, levando o que quiser, sob o constante medo de ser assaltada.

Eu sei que Curitiba, apesar dos pesares, ainda é uma cidade relativamente segura para o padrão brasileiro, mas né.. De uns tempos pra cá, vi e ouvi histórias desse tipo com mais freqüência do que via ou ouvia antigamente.

Resolvi escrever esse post apenas com forma de alerta. Esse post não é pra espantar turistas da cidade. Eu to sempre andando pra lá e pra cá, já fiz vários passeios levando câmera e celular (apesar de morrer de medo) e nunca mais aconteceu nada.

O centro da cidade e essa região do Batel são mais “seguras” (na medida do possível), que muitas outras regiões de Curitiba e cidades metropolitanas. Nessas minhas ultimas andanças pela cidade, já vi policiamento em algumas atrações que antes não existiam, como o caso do Bosque Alemão, Jardim Botânico, entre outros.

Não dê muita bobeira pela cidade com máquina fotográfica a mostra e cuide principalmente do teu celular. Os casos de assalto não são violentos, mas ninguém quer perder a máquina e celular em uma viagem por descuido, né? Enfim, esse post foi apenas um alerta!

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9 comentários em "Segurança: Curitiba já não é mais a mesma!"
  1. Hugo   22/08/16 • 05h06

    Acabei de ser assaltado na prala osorio. E olha que eu moro no Rio e não era assaltsdo desde 2010. Estive até na Colômbia em 2011 e estava invicto.O verme apontou uma peixeira pra mim. Tive frieza e só entreguei meu celular velho de 3 anos. Mas NUNCA MAIS piso aqui em Curitiba. E pensar que eu vim pra cá pra fugir da muvuca das olimpíadas. Em Curitiba só se vê gente pedindo dinheiro o tempo todo. Perdi a paciência. E o pior é que tem muita gente do Sul do Brasil que fala em separatismo, que fala mal de outras cidades, Estados e regiões do Brasul. Lamentável: Curitiba está abandonada. Farei questão de falar mal daqui para todos.

  2. Hugo   22/08/16 • 05h07

    Corrigindo: praça Osório e não “praia” Osório

    • Contando as Horas   23/08/16 • 21h26

      Oi, Hugo

      Lamentável! Infelizmente Curitiba não está mais tão segura (na medida do possivel) como era antigamente. Inclusive o centro, Batel, Mercês e arredores, que eram áreas consideradas bem tranquilas, é preciso um pouco de alerta ao andar na rua pra não ter problemas.

      O Brasil no geral enfrenta um problema sério de segurança. Por isso é sempre bom evitar algumas áreas e ficar muito atento quando estiver com pertences de valores.

      Uma pena que vc vivenciou algo como isso e saiu com uma má impressão de Curitiba.

  3. Ligia Doniak   02/12/16 • 12h31

    Bruna, gosto muito do seu site e de suas dicas de viagem. Porém acho muito pesado fazer um post só sobre violência em Curitiba. Morei em Curitiba 20 anos, pegando ônibus, andando a pé e tudo mais. Como em todos os outros lugares do planeta precisamos tomar cuidados básicos para não sofrermos qualquer tipo de violencia, infelizmente. Hoje moro em são paulo, mas vou com bastante frequencia para curitiba, e sinto muita falta da ‘”segurança” que Curitiba oferece. Quando cliquei no ícone de Curitiba, esperava encontrar sugestões de lugares diferentes para ir. Acho que esta poderia ser uma sugestão para outro post ;). Minha intenção não é a critica pela critica e sim uma outra visão sobre o post. beijinhos, Lí.

    • Contando as Horas   04/12/16 • 23h47

      Oi, Lígia

      Legal, obrigada pela sugestão.

      Eu deixei esse post no rascunho aqui no blog muitas semanas, fiquei muito tempo pensando se deveria publicar ou não, mas no fim das contas publiquei. Essa foi minha experiência com relação a esse assunto, por isso coloquei aqui no blog.

      Também concordo que a gente precisa se preocupar com essse assunto em todos os lugares, mas comparando Curitiba de hj com a de antigamente, a situação de segurança piorou muito. Esse post é apenas um alerta, pq diversas pesssoas podem baixar guarda levando em consideração a fama que Curitiba tem de ser uma das melhores cidades pra se viver, entre outras coisas divulgadas por aí.

  4. Flavio Guimarães   17/12/16 • 02h18

    Infelizmente Curitiba já deixou a muito tempo de ser a cidade segura que já foi um dia!

    Creio que somente uma brusca mudança na cultura da impunidade possa mudar este cenário.

    • Contando as Horas   21/12/16 • 16h27

      Oi, Flavio

      Verdade!! Esse é o retrato atual de Curitiba e de muitas cidades brasileiras, infelizmente.

  5. Willian   27/09/17 • 11h24

    Bom dia, gostaria de deixar meu desabafo .
    Moro na região central, mas está quase impossível de trafegar ,de carro ou mesmo caminhando com a família na região central, principalmente na região do Guadalupe e Praça Tiradentes. São muitos usuários de drogas,ou pessoas desocupadas. Que simplesmente nos cercam e ameaça de assalto
    A prefeitura esqueceu do centro,,. Falta de tudo , principalmente SEGURANÇA.
    PAGAMOS IMPOSTOS ,E NEM SEGURANÇA TEMOS!!!!!
    SINCERAMENTE TENHO VONTADE DE MUDAR DE CIDADE.
    Se não tomar providências,vai se tornar outra Cracolândia.
    Obrigado pelo espaço de desabafo.

    • Contando as Horas   28/09/17 • 12h54

      Oi, Willian

      É uma pena, né? No centro realmente tem muitas pessoas “atoa”, da um certo medo circular por algumas partes mesmo.

      No quesito segurança, o Brasil anda surreal, infelizmente.

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Contando as Horas
Essa manhã eu teria embarcado para o Brasil. Além das 18 mil coisas que tinha planejado fazer em 10 dias, a mais importante era conhecer minha sobrinha 🥰 (e também, rever meus sobrinhos de quatro patas 🐕🐕 - não esqueci de vcs, não sou uma tia desnaturada 😁). A gente já tinha até planejado um churras com camarão empanado de entrada, lembra @yasminbartolamei ? 😂Otimização de tempo é tudo numa viagem. Impossível comer todas as coisas que tenho saudades (e repetir algumas) em apenas 20 refeições. 🤰🏻😅😆
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Enquanto isso, depois de 52 dias de quarentena, estou aqui acompanhando Portugal deixar o estado de emergência e passar para o estado de calamidade, situação onde as medidas de isolamento ficam um pouco mais brandas para facilitar esse período de transição para a normalidade.
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Eu espero que as pessoas não sejam irresponsáveis e sem noção nesse momento, pq o isolamento obrigatório pode voltar.
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Ontem qdo sai de casa para comprar máscara (a partir de hj o uso é obrigatório em todos os ambientes fechados, como por exemplo, mercado, lojas, bancos, transporte público, entre outros), por exemplo, já vi uma cena que prefiro nem comentar. Além de todas as incertezas que o momento já nos coloca, certamente vamos precisar de muito mais sorte para lidar com esses seres irresponsáveis do que com o vírus.
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Não vou me alongar muito nesse blablabla, pq a loucura dessa nova realidade está só começando.
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Mas voltando a minha viagem.. Eu sei que meu pai estava contando os segundos pra ter alguém em casa pra implicar 🤣 e minha mãe estava ansiosa pelos nossos lanchinhos e risadas na madrugada (sim, somos duas 🦉🦉). Véééiooo e Véééiaaa.. em 2021 estarei ai! 🇵🇹✈️🙏🏽🇧🇷🤩
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Essas foram as últimas fotos que tirei lá em casa, no Brasil, em fevereiro de 2019. ☺️
18.04.2020: UM ANO EM PORTUGAL! 🥰🥰🥰
🇵🇹🇵🇹🇵🇹🇵🇹🇵🇹🇵🇹🇵🇹
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Queria escrever algo interessante sobre esse momento pra deixar aqui registrado, mas não ando muito inspirada. Como nessas últimas semanas tenho recebido algumas msgs relacionadas a pandemia/quarentena, vou falar sobre isso.
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02 de março foram divulgados os primeiros casos de coronavírus em Portugal. Dia 11 de março a OMS declarou pandemia de coronavírus. Dito isso...
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No inicio, o governo português declarou estado de alerta, logo na sequência foi declarado estado de emergência (já foi renovado 02 vezes).
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Nos primeiros dias os mercados estavam um verdadeiro caos. Muitas pessoas. Muitas coisas faltando (principalmente papel higiênico, carnes, frutas e verduras). Nas últimas semanas a situação voltou a normalidade.
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As atrações turísticas, lojas, restaurantes (seguem funcionando, mas no esquema de take away/entrega a domicílio), bares, academias, entre outros tipos de comércio fecharam suas portas e assim permanecem até então.
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As Farmácias e os Mercados estão funcionando no esquema de sai 1 entra 1, portanto, exige paciência.
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Os transportes públicos em Lisboa estão funcionando com horários reduzidos. Não andei mais de metro, mas li nos jornais que o acesso está liberado para todas as pessoas, as catracas estão livres. Também li que começaram a fazer controle de temperatura nas entradas das estações.
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Os 3 principais aeroportos de Portugal (em Lisboa, no Porto e em Faro) fecharam durante o período de Páscoa. E nos demais dias estão operando apenas para pouquíssimos voos comerciais, mas principalmente para voos humanitários, de repatriação ou de transporte de mercadorias.
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Lisboa está deserta. Se você sair de casa, independente do horário, parece sempre domingo 07:00 da manhã. Tudo vazio. Poucas pessoas nas ruas.
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A maioria das pessoas tem usado luvas e máscaras. Eu não tenho usado, pq só tenho saido de casa para ir ao mercado e algumas vezes pra caminhar.
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E pra todos que me mandaram msgs pedindo como eu estou: depois de 38 dias de quarentena, posso dizer que já ando um pouco entediada, mas estou bem. ☺️
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Essas são algumas fotos que tirei ao longo desse ultimo ano. 😁
#tbt 2020, nós mal nos conhecemos e não estou gostando nada do que tem acontecido. 😰😰😰
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2019 precisou de 12 meses pra ser ruinzinho. Já 2020, em apenas 3 meses, chegou metendo os dois pés nas costas. 😰😰😰 Meeedooo dos próximos 9 meses!!! 🤭
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Se eu soubesse que 2020 seria assim, eu teria viajado o mês de janeiro inteiro pelas Arábias. 🤷🏻‍♀️😅😁
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Eu sei que ninguém anda muito interessado em consumir dicas de viagens por esses dias, mas já vou deixar registrado aqui para os dias melhores que virão: Doha tem varios museus, mas sem dúvida, os 2 mais visitados, são: o Museu de Arte Islâmica (fotos) e o Museu Nacional do Catar. Se tiver que escolher apenas um pra visitar, eu recomendo o Museu Nacional do Catar, vale cada centavo (até pq, o valor dos bilhetes não são nada baratos). Já o Museu de Arte Islâmica vale mais pelo seu exterior.
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📍Doha, Catar 🇶🇦
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Khor Al Abaid 🐪 🌵☀️⛺️
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Existem diversos tours no deserto: para ver o sol nascer, dia todo (com almoço e algumas atividades), para passar a noite e para ver o por do sol (foi o que escolhi).
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Água do mar é morninha e eu achei beeem mais salgada que o normal.
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Nessa foto da pra ver as aguas do mar encontrando as areias do deserto. 💛
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2 segundos antes dessa foto, enquanto eu me arrumava, esse camelo ousado tentou me dar um beijinho 😂😂😂 Quase morri do coração!! 😅
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📍Catar 🇶🇦
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Catar / Qatar 🇶🇦🇶🇦
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Vim com expectativa altíssima e ainda assim me surpreendi com tudo que vi.
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Amei a comida. Os árabes são muito de boa (só não da pra tirar foto haha). Quero comprar todos os caquedos que vejo nas lojas, acho tudo lindo. Temperatura sensacional nessa época.
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Na foto: Deserto de Khor Al Abaid, localizado ao sul de Doha, na fronteira entre o Catar e a Arábia Saudita. É um dos poucos no mundo onde o mar invade as areias do deserto.
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📍Catar 🇶🇦
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2019 foi um ano com muitas coisas boas e algumas ruins, mas prefiro lembrar apenas dos melhores momentos. 😅☺️😁
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Comecei o ano recebendo a notícia de que meu visto para morar em Portugal tinha sido concedido (sem necessidade de entrevista).
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Coloquei a venda meu apartamento em Curitiba (já foi vendido).
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Me mudei para Portugal (demorei mais do que o previsto para encontrar um apartamento como eu queria, mas valeu a espera, amo esse bairro onde eu vivo).
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Estive na Croácia pela 3x (ainda quero ir mais uma).
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Minha sobrinha nasceu (virei Dinda!!).
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Voltei pela milésima vez a Escócia (Meu país preferido!!)
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Voltei a Berlim (dessa vez para ver os mercadinhos de Natal).
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E terminei o ano passando rapidamente por Londres (eu não queria, fui obrigada hahaha)
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2019 me deu a oportunidade de viver esses bons momentos, mas sinceramente, não vou sentir saudade!
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Seja muito bem-vindo 2020 (espero que esse ano seja muito melhor)!
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Desejo a cada um de vocês um excelente ano de 2020, com muita saúde (o resto a gente sempre da um jeito)!!
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🎊🥂🍾✈️💐💞
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📍Lisboa, Portugal 🇵🇹
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