03.02
2014

A Escócia combina com… Islândia!

Uns meses atrás eu recebi um email me pedindo alguma sugestão de roteiro possível de combinar com a Escócia que não incluisse a Inglaterra. A tendência é sempre a gente sugerir os demais países que fazem parte do Reino Unido e a Irlanda, por questão de proximidade claro, mas essa pessoa em específico estava buscando outras alternativas.

Foi ai que esses dias eu recebi um email do aeroporto de Edimburgo informando as novas empresas que iriam começar a operar voos partindo de lá e achei que dai poderia surgir uma boa idéia de posts aqui no blog. Então, foi assim que eu inventei essa série de posts com o título “A Escócia combina com…”, pq assim, além da Inglaterra, vai dar pra combinar em uma viagem a Escócia outros países e até continentes (pq não, né?!?!).

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Pra começar, o destino que eu escolhi é um país super pequeno, meio que “perdido” no hemisfério norte, isolado de tudo e de todos, mas que pra quem está na Escócia é um pulinho: a Islândia! Continue Lendo…

Postado em Assuntos diversos, Edimburgo, Escócia, Glasgow, Golden Circle, Islândia, Jökulsárlón, Reykjavík, South Coast
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22.07
2011

Cultura Islandesa

Muitas pessoas pensam que a Islândia faz parte da América do Norte, porém na verdade o país pertence a Europa. Os lugares mais próximos são, a Groelândia que fica a 287 km e as ilhas Faroé a 420 km. E a Escócia fica um pouco mais longe,  aproximadamente 800 km.

Monte Esja, em Reykjavik

Além dos cavalos islandeses, as sagas islandesas medievais são muito tradicionais também são o orgulho do país!! As sagas são narrações épicas que contam a história do país desde a época do povoamento da ilha, sendo as mais famosas as Sagas de Njál,  dos Groenlandeses e a de Erik, o Vermelho.

As comidas na islândia são um tanto quanto estranhas, eles tem o costume de comer muitos frutos do mar, como peixes e carne de baleia. O prato nacional é 0 Þorramatur que é consumido principalmente no mês do porri (periodo entre janeiro e fevereiro).

O islandes é a única língua ainda existente que utiliza a letra rúnica Þ… e uma das poucas que também utiliza a letra ð. Os sons são completamente diferente do que imaginamos, como por exemplo a letra Þ, tem som de “th”.

As bebidas que se destacam por lá além do Brennivín que é uma bebida alcoolica feita com polpa de batata fermentada e cominho, são bastante populares a cerveja Güll e o iogurte Skyr!!!

E a maior curiosidade de todas fica por conta dos sobrenomes no país… Em vez de utilizar sobrenomes como no restante do mundo,  os islandeses utilizam patronímicos.. e isso quer dizer que, por exemplo, se alguém se chamar Ólafur Jónsson, significa: “Ólafur, filho de Jón” ou no caso de mulheres, por exemplo: Katrín Karlsdóttir, significa: “Katrín, filha de Karl”. Assim, as listas telefónicas no país estão em ordem alfabética  de acordo com o primeiro nome.. e como muitas vezes o primeiro nome é o mesmo e até mesmo o sobrenome pode ser igual, o jeito que eles encontraram foi escrever ao lado a profissão. Então, por exemplo: Ólafur Jónsson, padeiro… Ólafur Jónsson.. açogueiro!!! E pra não perder o costume, isso só poderia ser na Islândia mesmo!! =)

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19.07
2011

Empresas para fazer Tours na Islândia

Li em muitos sites que a melhor opção para conhecer o país é de carro, e motivos é o que não faltam para justificar essa escolha, como por exemplo: as estradas são super boas e bem sinalizadas, é possível fazer várias paradas pelo caminho e principalmente ficar o tempo que quiser e explorar com calma cada lugar. Porém, no meu caso essa possibilidade estava totalmente fora de cogitação.

Skógafoss, no Tour South Shore Adventure

Procurando pela internet em sites oficiais ou até mesmo lendo alguns blogs, vi que existem várias empresas e vários tipos de tours, desde os mais “simples” e “básicos” até os mais “exóticos”.

Então, o jeito foi pesquisar bastante e ver qual a empresa que oferecia os melhores horários, trajetos e de preferência com paradas somente nos lugares de interesse (sem ficar parando toda hora para café da manha, almoço, lanchinho e jantar).

Os principais tours, sem dúvida, são: o Golden Circle Tour e o South Coast Tour. Como eu tinha 3 dias inteiros e um pela metade, escolhi os 3 tours nessas empresas:

– no dia 14 de junho, a empresa foi a Reykjavik Excursion e o tour escolhido foi o South Shore Adventure;

– no dia 15 de junho, fui com a empresa Iceland Excursions e fiz o tour que vai para  Jökulsárlón e Parque Nacional de Vatnajökull;

– no dia 16 de junho, a empresa que escolhi foi Go Travel Iceland e o tour foi o Golden Circle.

A escolha de empresas diferentes para cada tour foi feita basicamente pq achei que em cada tour essa empresaoferecia o melhor trajeto e as melhores opções de lugares para visitar.

A Reykjavík Excursion e a Iceland Excursions são as maiores empresas de turismos da Islândia, os cartazes e anuncios dos tours que essas duas empresas oferecem estão por toda parte!!! Assim, as duas oferecem serviços muito semelhantes, o tour é feito com um ônibus leito, com 42 ou 44 lugares, tem um motorista e uma guia que além de falarem islândes e inglês, ainda falam dinamarquês e alemão!!

Por outro lado, a Go Travel Iceland é uma empresa pequena, onde o próprio dono é o motorista e guia, o tour é feito em uma mini van com apenas 11 lugares e é todo em inglês.

Fazendo uma análise dessas 3 empresas, posso dizer que com a Go Travel Iceland o tour é mais “liberal”, as paradas são mais flexiveis e se você quiser ver algo pelo caminho, é só pedir que o motorista/guia para, sem problemas!! Por outro lado, as vezes as outras pessoas querem parar o tempo todo, o que torna um pouco cansativo e as vezes até repetitivo. Mas em resumo,  a flexibilidade é o maior atrativo, com certeza!!!

Já as outras duas empresas tem os horários totalmente “engessados” e que muitas vezes faz com que não haja muito tempo para ver e explorar um determinado lugar com calma e da forma como queremos. Mas isso não quer dizer que o tempo não é suficiente, você apenas precisa ser rápido, pratico e objetivo, ai sim consegue ver tudo!!!!

Além dessas empresas que citei, existem dezenas de outras empresas que fazem esses mesmos tours ou até mesmo fazem tours mais especificos ou tour de atividades, como caminhadas em gelerias, mergulho, andar nos cavalos islandeses, snorkeling, rafting, entre outros.

Eu escolhi essas empresas, pois eram as mais bem cotadas e com melhores comentários em sites de turismo aqui no UK.

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16.07
2011

The Volcano Show, em Reykjavík

Depois de voltar do tour Golden Circle.. fui dar uma ultima volta por Reykjavík, e o lugar escolhido foi o Volcano Show.

Ultimamente a Islândia tem aparecido frequentemente nas notícias devido a seus vulcões, então pq não saber um pouco mais e ter o privilégio de ver ótimas imagens?!?!?!

Volcano Show

O Volcano show está localizado no Red Rock Cinema, que fica próximo as Embaixadas da Alemanha e do Reino Unido. O lugar é um tanto quanto “escondido”, pois fica atras de uma construção, mas não tem erro, não é dificil de ver a “casinha” vermelha e assim como tudo na Islândia, o lugar é super pequeno.

Basicamente, o que é possível ver é uma espécie de documentário-show feito pelo fotografo Villi Knudsen, que conta a história dos vulcões islandeses no período referente aos ultimos 50 anos, ou seja, é possível ver de perto as imagens de vulcões como o Katla, Hekla e até mesmo a ultima erupção do vulcão Eyjafjallajokull, aquele que provocou o caos aéreo na Europa ano passado.

A parte sobre o Eyjafjallajokull foi a que mais me chamou a atenção, pois acompanhei de perto a sua erupção que aconteceu na noite de 20 de março de 2010, no geleira de mesmo nome, que está localizada beeem no sul da Islândia, no caminho que leva até a cidade de Vík. Segundo o documentário, o caos mesmo aconteceu em 15 de abril, quando uma nova e muuuito forte erupção lançou nuvens de cinzas que alcançaram de 6 a 8 km, e não foi só a fumaça, com o magma correndo na geleira, grande parte do gelo derreteu o que veio a causar enchente na região.

Red Rock Theatre

A última erupção desse vulcão tinha acontecido entre 1821 e 1823 e logo na sequencia o vulcão Katla, que fica na geleria de Mýrdalsjökull também entrou em erupção. Assim, o que eles concluem.. é que muito em breve há grandes indicios de que o vulcão Hekla entre em erupção, causando caos novamente.

O”show” é dividido em duas partes, sendo que cada parte tem duração de 1 hora… e vale muuuito a pena!! As imagens são impressionantes.

É possivel visitar durante o ano todo, porém no verão há mais opções de horários das apresentações em inglês (há apresentações também em alemão e frances), que acontecem as 11:00, as 15:00 e as 20:00. Valor de 1.300 ISK.

Endereço: Hellusund 6A, Reykjavík 101, no Red Rock Cinema.

Postado em Islândia, Reykjavík
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14.07
2011

Islândia – Golden Circle Tour

Chegou o meu último dia na Islândia.. e o último tour que fiz foi justamente o que atrai o maior número de turistas ao país, o Circulo Dourado ou em islandês Gullni hringurinn. O tour recebeu esse nome, pois percorre no total 300 km saindo a partir da capital e vai até a parte mais central do país e volta a Reykjavík. Basicamente o tour faz parada no Parque Nacional Þingvellir, Gullfoss e os Geiseres Geysir e Strokkur.

Praticamente todos os turistas que desembarcam na Islândia fazem esse tour, pode-se dizer que esse tour está para Islândia como a Torre Eiffel está para Paris.. Percebeu a “importância”???

As vezes dá a impressão que quase podemos enconstar no céu

Essa agência que escolhi, faz mais algumas paradas no meio do caminho, então.. o que foi possível ver:  Continue Lendo…

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12.07
2011

Jökulsárlón Glacial Lagoon e Parque Nacional Vatnajökull

No segundo dia da  viagem, fiz o tour que vai até Jökulsárlón e faz uma breve parada no Parque Nacional de Vatnajökull ou em islandês Vatnajökulsthjodgardur, que segue pela costa sul do país, e fica perto de Vík.

Glacial de Vatnajökull

As principais paradas durante o tour foram:

– Lagoa Glacial Jökulsárlón;

– Tour de barco pela Lagoa;

– Parque Nacional Vatnajökull;

– Na volta passamos novamente pelas cachoeiras de Seljalandsfoss e Skógafoss.

Passando por Vík e seguindo viagem, a paisagem até a Lagoa é bem peculiar e um tanto quanto diferente, ou melhor, a definição ideal seria: exótico. Tudo é completamente diferente do que estamos acostmados a ver por ai, parece até cena de filme.

As paisagens vão desde montanhas com neve no topo, vulcões, cachoeiras, penhascos, campos de lava, campos de lava com musgo (muitos), estranhas formações rochosas das mais variadas formas e muita praia com areia preta.

Aguardando o próximo tour

Depois de looongos minutos so vendo campos de lava, quando estavamos quase chegando perto da Lagoa a paisagem mudou um pouco.. algumas elevações no campo de lava impediam de ter uma vista completa da Lagoa, porém quando atravessamos a ponte, lá estava ela: a maior Lagoa Glacial da Islândia, cheinha de Icebergs “boiando”  e mostrando uma paisagem única, pelo menos pra mim, que nunca tinha visto nada igual ou parecido até então na vida.

Lá vem vindo o barco-anfíbio

Jökulsárlón é a maior lagoa glacial da Islândia e sua localização exata é na parte sul do no glacial de Breiðamerkurjökull que faz parte do maior glacial do país, o Vatnajökull, que cobre 12% da área total do país. Vatnajökull fica entre o Parque Nacional de Skaftafell e Hofn.

A lagoa começou a se formar durante a década de 30 e o seu tamanho tem aumentado consideravelmente devido aquecimento global e as suas consequências que estão derretendo as geleiras.

O lago é preenchido por icebergs que flutuam formando um labirinto de gelo por onde passamos com o tour de barco-anfibio. O tour é bem rápido, aproximadamente 30 minutos.. a preparação para o barco entrar na água é rapida e enquanto isso a gente recebe os coletes salva-vidas. Durante o tour, a guia explicou sobre a geleiras, as camadas de gelo, sobre a formação da lagoa e teve até uma aula sobre gelo.

Como curiosidade, a guia também comentou que vários filmes foram gravados ali.. sendo os mais  recentes: James Bond 007 (Die Another Day e A View to a Kill), Tomb Raider  e Batman Begins.

Durante o tour, dá quase pra encostar nos pedaços de gelo

No caminho de volta para Reykjavík, teve uma parada de 40 minutos no Parque Nacional Vatnajökull, que é o maior parque nacional da Europa, e cobre cerca de 12% da área da Islândia, ele é composto pelo Glacial Vatnajökull, o Parque Nacional Skaftafell, Parque Nacional Jökulsárgljúfur e o Skriduklaustur. Em algumas partes o gelo pode chegar a medir mais de 1000 metros.

O “engraçado” é que ao chegar lá, por ser um parque nacional, espera-se encontrar muitas árvores, mata nativa fechada e muitos animais, porém esse parque (como tudo na Islândia) é um pouco diferente, existem algumas (poucas) árvores que foram plantadas recentemente na entrada do parque e o restante é só camadas e mais camadas de gelo, água, lagoas e vulcões.

O parque é relativamente recente, foi criado em 2008 e tem um pequeno “museu” e uma área com lanchonete e banheiros.

Postado em Islândia, Jökulsárlón, Reykjavík
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09.07
2011

Hallgrímskirkja, em Reykjavík

Depois do tour pela South Coast, voltei pra Reykjavík. Aproveitando que nessa época não fica totalmente escuro, fui passear pela cidade.

A primeira parada foi na  Hallgrímskirkja ou também conhecida por Igreja Luterana de Hallgrímur, que é uma das principais igrejas da cidade e um dos principais cartões postais de Reykjavík. A igreja recebeu esse nome em homenagem ao poeta islandês Hallgrímur Pétursson.

O estilo da igreja é totalmente diferente das igrejas que estou acostumada a ver aqui na Escócia e em toda a Europa. É uma das contruções mais alta da Islândia, com 73 metros de altura.

Além dela ser totalmente branca, com formato que lembra as formações de lava ou até mesmo as colunas de basalto que estão espalhados pelo país, ela é toda feita de concreto. A sua construção também não foi tão simples de ser executada, demorou mais de 30 anos pra ficar pronta.

É possível visitar a igreja de graça, somente para ir até a torre de observação é necessário pagar. O valor é símbolo, 500 ISK, comparado com as outras atrações.

Para chegar lá, diferente da maioria das igrejas da Escócia e da Inglaterra, tem um elevador, que falicita muito a subida e ainda tem como fundo musical musica típica islandesa.

A igreja por dentro é bem simples, isso comparando com Igrejas da Escócia e da Inglaterra, como por exemplo.. não tem nenhum vitral, os vidros são todos simples.

Em frente a Igreja fica a estátua de Leif Erikson, filho de Erik o Vermelho.. os islandeses o consideram como o primeiro europeu a descobrir a América. Tanto ele, como seu pai deram inicio a serie de sagas islandesas que se tornaram super famosas em todo o mundo.

Essa estátua foi presente dos Estados Unidos em 1930, em comemoração ao milésimo aniversário do parlamento islandês, o Þingvellir, que data do ano de 930.

A igreja e a torre de observação abrem todos os dias das 09:00 as 20:00, assim é possível visitar logo depois de fazer um tour pelo país, já que fica aberta até mais tarde.

Postado em Islândia, Reykjavík
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05.07
2011

Islândia – South Coast Tour

A Islândia é o país mais novo em termos de formação, são “apenas” 20 milhões de anos!!! Assim, a maior procura em termos turísticos não estão na sua capital, Reykjavík e sim, nas suas paisagens naturais e fenomenos que são únicos.

O primeiro tour que fiz, passa pelo Litoral Sul da Islândia que é um dos mais procurados, só ficando atrás do Golden Circle Tour. O tour começa as 09:00 da manhã e termina as 19:00, um pouco comprido, na minha opinião, mas isso é devido as paradas pra café-da-manhã e almoço.

As principais atrações são:

– Vík í Mýrdal, Reynisdrangar, Reynisfjara Beach e Dyrhólaey;

– Seljalandsfoss Waterfall e Skógar Museum;

– Skógafoss Waterfall.

Pelo caminho ainda é possível ver 2 campos de lava, o primeiro chamado de Old Lava Field e um pouco mais a frente, como é de se esperar, era um campo de lava de formação mais recente, chamado de New Lava Field. Além disso, por todas as partes vemos “fumaças” saindo do solo, que seriam os hotspots, há vários  perto de uma Indústria de energia geotermal.

Também passamos por uma prisão, aliás, a unica prisão do país, que é dividida em regime “aberto” e “fechado”, sendo que no regime aberto, apenas 19 pessoas estão presas, pois os crimes cometidos são considerados leves. Já os presos que estão no regime fechado, por volta de 50 homens, cometeram crimes considerados mais graves.

Vulcão Hekla

Passamos por uma cidadezinha chamada Hveragerdi que fica em um vale a poucos km do mar e que fica muito próxima a cadeia de montanhas onde está o Vulcão Hekla (o vulcão mais temido do país e há fortes indícios de que ele entre em erupção muito em breve).

A cidade fica em uma área de intensa atividade vulcânica e tem váááários pontos de vapor que saem da terra.. segundo a guia, é a cidade que mais sofreu danos até hoje e isso “somente” por causa da sua localização.  As vezes os hotspots surgem do nada, no meio das casas, e assim elas ficam danificadas. Nessa área, a uns 3 anos atrás,  houve um forte terremoto que danificou muito essa cidade.. mas não existem mais sinais dessa destruição.

Uma forma que a cidade encontrou para sobreviver, além da pesca, foi utilizar as águas termais em abundancia na região, em Spas, no sistema de aquecimento das residencias e foram construidas várias greenhouses também de onde os legumes e verduras são cultivados durante todo o ano, diminuido assim a necessidade de importação desses produtos.

Além de tudo isso, nessa área de intensa atividade vulcanica, é possível praticar golfe.. tem um campo relativamente grande na região.

Por todo o país, durante os meses de verão é possível ver muuuitos Icelanders Horses, que é um tipo de cavalo que é encontrado somente na Islândia. Uma vez que o cavalo sai do país, ele não pode mais voltar, assim como outros tipos de cavalos não são permitidos pelo governo, de entrarem no país e tudo isso, para manter a raça da forma mais pura possível, que vem desde a época Viking!! Esses cavalos aguentam as baixas temperaturas que fazem no país durante o inverno.

Durante o tour passamos por essa geleira

A parada para o almoço foi na cidade de Vík, a cidade mais ao sul da Islândia, que é pequeninininininissima, com 600 habitantes, isso mesmo, apenas 600 habitantes. A cidade não se destaca por nenhuma construção grandiosa, muito pelo contrario, o destaque da cidade fica por conta da sua praia de areia preta com as formações de coluna de basalto, penhascos e as estranhas (mas super famosas) formações rochosas no oceano.

Então, Reynisdrangar se tornou bem popular entre os locais e os turistas, pois segundo a lenda dois trolls estavam tentando arrastar o seu barco até a praia, quando olharam para a luz do sol durante o entardecer, eles foram transformados em rochas.

Outra lenda diz que os trolls estavam bricando na praia, e simplesmente se tornaram pedras ao olharem pro sol. Mas essas formações negras rochosas foram formadas  a partir de lava negra, que podem ser vistas da praia que fica na cidade de Vík. Diz a lenda que quando Lenda ou não, foram justamente os trolls e essa transformação que colocaram Vík como um dos principais destinos turisticos do país.

Muito próximo dali, fica a Reynisfjara Beach de onde também é possível ver o Reynisdrangar, uma caverna com colunas de basalto e a pequena peninsula rochosa de Dyrhólaey de onde é possível ver os ninhos de Puffins.

As principais atrações foram ficando pro final.. e o tempo também já não estava mais ajudando muito, o sol já tinha ido embora e o ventão tinha aparecido.

A cachoeira de Skógafoss e o Skógar museum ficam bem pertos. Skógafoss é uma das cachoeiras mais bonitas do país, a força e quantidade da água que descem dos seus mais de 60 metros de altura são assustadoras.

As vezes, quando tem sol, é possível ver um ou ate 2 arco-iris cruzando suas águas.. Eu não tive sorte, pois o tempo tava com cara de logo ia chover.

O museu de Skógar mostra um pouco de como era a vida no país a uns anos atrás e tem bastante materias sobre as sagas islandesas.

Nos arredores do museu tem as típicas casinhas cobertas por vegetação, uma forma interessante que os islândeses encontraram de manter as suas casas aquecidas.

E a ultima parada do tour foi na cachoeira Seljalandsfoss que tem 73 metros de altura e é possivel ver a agua caindo por dois fios bem finos de água. Essa cachoeira acabou se tornando beeem popular devido a sua trilha “secreta”, que passa por trás dela. Quando chegamos lá, começou a chover e assim, eu preferi não arriscar e não me aventurei nessa parte da trilha, pois a guia disse que poderia ser escorregadio se não estivesse utilizando calçado adequado.

Seljalandsfoss

Foram aproximadamente 10 horas de tour, vendo paisagens completamente diferentes de tudo o que já tinha visto até hoje!! Realmente a Islândia é fascinante, a costa sul tem um charme especial e é impossível não gostar.

Postado em Islândia, Reykjavík, South Coast
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01.07
2011

Reykjavík – Primeiro dia!

O voo entre Edimburgo – Reykjavík foi beeem tranquilo e quando estavamos quase chegando na Islândia, o avião foi passando por todo o litoral, indo de leste a oeste… as cidades ficam a beira-mar e todas tem o seu porto e um farol. Muitas partes do país são completamente desabitadas e ao longo da costa, muuitos penhascos e praias de areia preta.

Quando estavamos quase chegando no aeroporto, sobrevoamos a Blue Lagoon ou Bláa Lónið que fica na cidade de Grindavík, uma cidade minúscula de pescadores com apenas 3 mil habitantes, na península de Reykjanes. A lagoa fica no meio de um campo de lavas, sendo assim as águas são super quentes, em torno de 37 a 39 graus.. além disso, a água tem uma cor azul clara opaca incrivel e sua composição é basicamente dióxido de silício e enxofre.

Eu me contentei em ver ela do alto, pois como não pretendia entrar na água, achei q não valia a pena pagar os 30,00 euros só pra dar uma voltinha e tirar uma foto! Mas eu tirei vááárias fotos enquando estavamos sobrevoando a região. Para chegar lá, existem várias opções de ônibus que saem tanto do Aeroporto de Keflavík (13 km de distância) ou de Reykjavík (aproximadamente 40 km).

Em Reykjavík, sai caminhar e conhecer um pouco da capital islandesa. A cidade foi fundada no ano de 874 e a maior parte da cidade fica na península de Seltjarnarnes. Como “background” a cidade tem o Monte Esjan que tem aproximadamente 914 metros de altura e é possivel ver de quase todas as partes da cidade.

Duas coisas que chamam a atenção por lá são: durante o verão não há noite.. 22 horas dia e apenas 2 horas que fica um pouco menos claro, porém não chega a escurecer. Na capital moram mais de 60% da população do país, que é de apenas 300 mil habitantes.

Reykjavík se tornou a capital do país em 1845 depois do parlamento ser trasferido para lá e assim, alguns anos mais tarde foi redigida a sua primeira constituição.

Andando pela beira da Baía, fui conhecer o porto antigo da cidade.. é um porto relativamente pequeno, utilizado mais por pescadores e para o desembarque dos cruzeiros maritimos na cidade.

Nesse porto tem uma exposição sobre a inauguração da casa de show Harpa e conta através de placas informativas, como foi a Cod War entre a Islândia e o Reino Unido.

Conheci o Harpa, que tem um estilo todo diferenciado… sua estrutura é toda feita de vidro dando um aspecto bem interessante ao lugar.

De frente pro Monte Esjan, no calçadão Saebraut, fica a escultura Solfar, projetada por Jon Gunnar Arnason, que é nada mais nada menos uma homenagem aos antepassados Vikings do país.

Subindo por qualquer uma das ruas que ficam de frente para o Monte Esjan, é possível chegar na Laugavegur, que é a principal rua de comércio, com muitos bares e restaurantes.

Também fui caminhar na beira do Lago Tjörnin ou Tjörnin Pond. O lago é bem pequeno, aliás, como tudo na Islândia, e nos arredores dele ficam a Universidade de Reykjavík, a Galeria Nacional, a Prefeitura e uma igrejinha.

Atrás da prefeitura fica a Praça Austurvollur que é onde ficam a Domkirkjan, a igreja mais antiga de Reykjavik que foi fundada em 1200 e lá o hino nacional da Islândia foi tocado pela primeira vez e o Alpingi que em 1844 foi transferido para a cidade é onde atualmente está o Parlamento.

Como dá pra perceber, a cidade é bem compacta.. e é possível conhecer vários lugares em um mesmo dia, pois é tudo muuuito perto.

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28.06
2011

Islândia – Conhecendo o país

Para chegar na Islândia, os meios de transporte são: navio (através de um cruzeiro) ou avião. O país tem duas empresas aéreas: a Icelandair e a Iceland Express (empresa de baixo custo).. eu não tive muita escolha, e como já contei, fui com a Iceland Express.

Tirando os destinos suuuper tradicionais como Copenhagen, Berlim, Nova York, Toronto e Londres.. geralmente só é possível visitar o país durante o verão europeu, pois é quando essas companhias operam voos diretos para lá com “maior” frequência.

Mas antes de qualquer outra informação, devo dizer que a Islandia é membro do Acordo de Schengen, mas não faz parte da União Européia.. e os brasileiros podem entrar lá SEM visto.

Solfar, em Reykjavík

Tanto o porto quanto o aeroporto na Islândia são minusculos.. mas tudo é muito organizado e o idioma islandes (que é praticamente um pesadelo, pois é impossível de entender) não se torna um empecilho.. pois pra tudo, pra tudo mesmo há tradução para o inglês e quando não há tradução também para o dinamarques e alemão.

Como eu fui para lá de avião, de Edimburgo para Reykjavík o tempo de voo é de aproximadamente 2 horas!! E em 99% dos casos, o desembarque é feito no Aeroporto Internacional de Keflavík ou Keflavíkurflugvöllur (IATA: KEF) e esse é o  maior aeroporto do país.

O aeroporto fica meio longe do centro de Reykjavík.. a uns 48 km aproximadamente. O aeroporto tem apenas um terminal, o Leifur Eiríksson Air Terminal ou Flugstöð Leifs Eiríkssonar.. então, é muito fácil se locomover.

O free shop é relativamente grande e bem variado. A parte de eletrônicos não é muito grande.. porém a de bebidas e cosméticos são bem grandinhas! Tem uma loja dos produtos da Blue Lagoon e da 66º North (que é uma marca que vende roupas para o frio, beeeeem popular por lá).

As opções pra ir do aeroporto até o centro de Reykjavik são: táxi (aproximadamente 8.000 ISK) e o Flybus. O tempo até o centro é de aproximadamente 45 minutos e nesse trajeto já da pra ter uma idéia de como é o país.. sem árvores e com uma paisagem única.

Se a escolha for o Flybus, a primeira parada em Reykjavík vai ser na BSÍ – Bus Terminal e lá, e necessário trocar de ônibus, se o bilhete escolhido for o que para na porta do hotel/hostel/apartamento em que estiver hospedado. Na hora de comprar o bilhete, que pode ser feito no guichê ou em máquinas que estão perto do portão principal, é possível pagar tanto em coroa islandesa como em euro.

Para quem quiser se aventurar pelo país de carro… Bom, no momento como estou morando na Escócia, e como todos sabem que o trem é um meio de transporte muito utilizado por aqui, o mesmo já não acontece na Islândia!!! E foi justamente esse fato que me chamou muito a atenção. Lógico que não faria o menor sentido eles gastarem uma fortuna para montar uma rede ferroviária, pois o país está localizado numa área de intensa atividade vulcânica e onde terremotos acontecem com uma certa frequência.

A principal estrada do país!!

Então, eles utilizam o sistema chamado de Anel Rodoviário ou Ring Road da Islândia ou em islandês Þjóðvegur 1 ou Hringvegur. E esse anel é a principal estrada do país, e ela circunda toda a região habitada da ilha conecta todas as suas partes (o interior da ilha é desabitado). Essa estrada é looooonga, tem 1.337 km e tem uma pista em cada sentido, exceto perto de Reykjavík e do Tunel Hvalfjörour, onde tem 3 ou 4 faixas. As estradas são bem conservadas e muito bem sinalizadas.. com muitas placas indicando direções, pontos turisticos, dizendo se é possível e/ou perigoso visitar determinada região…

Postado em Islândia, Reykjavík
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25.06
2011

Islândia – Iceland – Ísland – The land of fire and ice!!!

Onde seria possível encontrar mais de 850 fontes termais, 10 mil cachoeiras, 15 vulcões ativos e mais de 11 mil de geleiras???? Somente na Islândia!!!

Islândia!!!!

Essa viagem aconteceu na primeira semana de férias que tive do curso de inglês, esse mês ainda. A empresa que faz o percurso é a “low-cost” Iceland Express.. e o único “inconveniente” é que são somente 2 voos por semana partindo aqui da Escócia, um na segunda e um na sexta.  Continue Lendo…

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