19.01
2012

Me despedindo de Portugal (e da Europa) – Imagens aéreas!

Essas imagens aéreas foram feitas no meu voo de volta ao Brasil. Aproveitando que o voo era diurno e o dia estava ensolarado e lindíssimo, aproveitei para tirar umas fotos tanto de Lisboa, do Oceano Atlântico e da costa Brasileira!

Deixando Lisboa..

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Postado em Cascais, Estoril, Lisboa, Portugal, Sintra
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05.01
2012

Sintra

Sintra fica a aproximadamente 30 km de Lisboa, e com certeza merece uma visita! A vila está classificada como patrimônio da Unesco, e para isso, foi até criada uma nova categoria, a de Paisagem Cultural que leva em consideração tanto as suas construções como a riqueza natural da região.

Para se localizar em Sintra..

É possível passar apenas um dia na cidade, se o objetivo for ver somente o principal, pois a vila tem muitas atrações, e para conhecer todas, é necessário mais que 1 dia.

Sintra!!

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Como eu não tinha muitos dias em Portugal, das muitas opções de Palácios, Castelos, Igrejas e Museus, eu escolhi conhecer os dois Palácios que podem ser considerados símbolos da cidade, Palácio Nacional de Sintra e o Palácio da Pena.

Palácio Nacional

Palácio da Pena

Para chegar a Sintra (que é a ultima estação dessa linha), uma das melhores opções são os comboios, que partem da Estação Rossio a cada 15 ou 20 minutos e o tempo de viagem é de apenas 30 minutos. A passagem pode ser comprada na própria estação, tanto nas máquinas (verde escuro), na internet ou nos guichês com os atendentes.

Os Comboios

Mesmo validando o bilhete, para poder ter acesso a plataforma de embarque, um fiscal passa conferindo novamente os bilhetes dentro do trem. O bilhete custa 1,95 euros cada trecho + 0,50 euros o cartão viva viagem (que é possível pedir o valor do cartão de volta).

Dá pra comprar o cartão Viva Viagem e as passagens tanto no guichê, como nessas máquinas ai!

Chegando em Sintra, a estação é bem bonitinha, e o que chama a atenção são os azulejos nas paredes decorando a estação, as paredes onde ficam os guichês de venda de passagens e a fachada da Estação.

Estação de Sintra.. toda decorada com azulejos!

Saindo da estação, não tem erro, é só seguir o fluxo de turistas pro lado esquerdo e logo já dá pra avistar as chaminés gêmeas do Palácio Nacional de Sintra e caminhando mais um pouco, é impossível não ver o Castelo dos Mouros e suas muralhas no alto de uma colina. Vale a pena seguir caminhando até o Palácio Nacional, pq no caminho é possível ver muuuuitas esculturas e uma fonte.

As estátuas pelo caminho..

A muralha do Castelo dos Mouros

Dá pra ver de longe as duas chaminés

A minha primeira parada foi justamente no Palácio Nacional, que durante 8 séculos foi residencia de verão dos Reis Portugueses. O valor do ticket é de 7,00 euros e a visita é curtinha, em aproximadamente 1 hora dá pra percorrer todo o palácio tranquilamente. Logo na entrada, há uma fonte e entrando no palácio, o trajeto tem sentido único, é só seguir as setas.

As inconfundivéis chaminés do Palácio Nacional

A fonte em frente ao Palácio Nacional

Praticamente todas as salas são super decoradas, com presença constante de azulejo nas paredes e um fato que chama atenção, geralmente os tetos são pintados com o desenho de um (ou vários) animais, e justamente esse animal que dá o nome a cada sala/salão visitado.

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Um dos destaques é a Sala dos Árabes, toda revestida com azulejos e no meio tem uma fonte mourisca, que datam do seculo XVI.

Sala dos Árabes revestida de azulejo

Sala dos Árabes, antigamente era o Quarto de dormir de Dom João I

Uma das histórias mais curiosas, e que minha mãe me contava cada vez que eu falava em Sintra, é a de Dom Afonso VI que morava no Palácio, e seu irmão Dom Pedro conseguiu chegar ao poder dizendo que Dom Afonso VI era completamente louco, e este, permaneceu preso no Palácio durante 9 anos (dá pra ver o quarto-prisão e as grades na janela onde o Dom Afonso VI ficou preso, durante o tour), até que veio a falecer em 1683.

O quarto-prisão

Mas sem dúvida, uma das partes mais movimentada é a Sala dos Brasões, que foi construido durante o reinado de Dom Manuel I e é lá onde ficam 72 brasões de familias que naquela epoca eram consideradas nobres na corte.

A Sala dos Brasões

Alguns dos 72 brasões da Nobreza Portuguesa

Tentei procurar o brasão da família Campos (por parte da minha mãe) e não achei!! Sendo assim, cheguei a conclusão que “os Campos” não faziam parte da nobreza durante o Reinado de Dom Manuel I heheeheh

O teto..

A Sala dos Brasões é quase que totalmente revestida por azulejos

Ahh, e não dá pra esquecer dos azulejos decorando todas as paredes da sala e a vista da cidade e do Palácio da Regaleira que aquelas janelas proporcionam!!

Palácio da Regaleira

A Capela Palatina foi construida durante o reinado de Dom Dinis e ao longo dos anos sofreu varias alterações, como: o teto tem influencia islamica, o tapete ceramico de alicatado e os frescos nas paredes.

A Capela Palatina

E por ultimo, impossível não mencionar a Cozinha do Palácio, pois todo mundo quer ver a estrutura das chaminés gêmeas em forma de cone pelo lado de dentro.

visão geral da cozinha do Palácio..

detalhes da cozinha

Uma das chaminés, vista por dentro

E por ultimo, fica a Sala Manuelina foi uma das ultimas alas construidas no Palácio e foi totalmente restaurada nos anos 30, durante o século XX.

Sala Manuelina, foi mandada ser construida por Dom Manuel I.

Saindo do Palácio Nacional, seguindo por uma de suas laterais, há um estradinha de chão batido que leva até um terraço, onde dá pra bater fotos bonitas de toda a cidade e do mar.

E bem próximo também fica A Piriquita, onde são vendidos as famosas queijadas e os travesseiros.

O centrinho de Sintra

Até as placas são bonitinhas em Sintra!

Mas continuando, o próximo destino foi o Palácio da Pena. Só que dessa vez não tinha como ir caminhando, tive que pegar um ônibus da empresa Scotturb, o número 434, que tem uma parada bem ali pertinho da A Piriquita.

O bilhete pode ser comprado com o próprio motorista no ônibus, custa 5,00 euros (ida e volta) e me largou na porta do Palácio. Durante o trajeto, subindo morro acima, naquelas ruas estreitas e de pedra, lembrei mais de 1000 vezes todos os blogs e sites que tinha lido que recomendavam ir de ônibus, e com certeza foi a melhor opção!!!

O ônibus para ir até o Palácio da Pena

O ingresso do Palácio deve ser comprado num guichê logo na entrada e existem vários tipos de bilhetes, eu escolhi o que dava acesso ao jardim e visitar o Palácio.

Como eu não tinha ideia de como seria o trajetinho até chegar de fato no Palácio propriamente dito, resolvi pegar também o bilhete de um trenzinho que faz esse trajeto, ida e volta por apenas mais 2,00 euros, sendo assim, no final das contas foram 9,00 euros do bilhete jardim e palácio + 2,00 euros do trenzinho, totalizando 11,00 euros.

O trenzinho que leva até a entrada do Palácio da Pena

Esse segundo trajeto não é tããão demorado, o trenzinho pode ser totalmente dispensável, mas no caminho, não há nada de especial.. então foi bom ter ido de trenzinho e assim pude descansar um pouquinho.

Palácio da Pena

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O Palácio da Pena, junto com o Castelo dos Mouros dominam os céus de Sintra, só que o Palácio da Pena fica “escondido” atras do Castelo dos Mouros, sendo assim, não tem como ver ele quando se esta caminhando pelas ruazinhas do centro histórico da cidade.

O Castelo dos Mouros visto do Palácio da Pena

O Palácio da Pena está localizado no Parque da Pena e até 1839, era ruinas do Mosteiro Jerônimo de Nossa Senhora da Pena e durante o reinado de Dom Fernando II, foi transformado em Palácio onde a realeza de Portugal costumava passar a temporada de verão.

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O Palácio é uma mistura de vários estilos e cores que acabou se tornando um dos símbolos do país. Caminhar ao redor de todo o Palácio, ver toda a cidade de Sintra, as muralhas e o Castelo dos Mouros é imperdível!

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Isso sem contar na visita ao interior (pena que não dá pra tirar fotos) que é super bonito e muito bem decorado, dando a impressão que a qualquer momento a nobreza e a realeza Portuguesa vão chegar ao Palácio.

Ainda tive tempo de dar mais uma caminhadinha pelo centro histórico antes de pegar o ônibus para Cascais e Estoril.

Postado em Portugal, Sintra
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01.01
2012

Roteiro: Portugal

A última viagem de 2011 não poderia ter outro destino: Portugal!! Afinal, faltava muito pouco pra eu voltar pra casa e seria estranho deixar de visitar justamente o país que tem mais ligação com a nossa história.

Foram apenas 3 dias em Lisboa e arredores e o suficiente para me deixar uma boa impressão.

Lisboa e arredores

– Domingo, dia de Natal, sai da Escócia, fiz uma parada em Londres e segui viagem rumo a Lisboa, com a TAP e fiquei em Lisboa mesmo;

– Segunda-Feira fui conhecer Sintra, Cascais e Estoril;

– Terça-feira foi a vez de conhecer a capital Portuguesa e a região de Belém;

– Quarta-feira, acordei e já fui direto pro aeroporto, era hora de voltar pro Brasil.

O que não é nenhuma novidade, Portugal faz parte da União Européia e também faz parte do Acordo de Schengen e brasileiros não precisam de visto para visitar o país por até 90 dias.

Aeroporto Internacional de Lisboa ou Aeroporto da Portela (IATA: LIS) é o maior aeroporto do país e fica bem pertinho do centro da cidade, são apenas 7 km de distância. Tem 2 terminais (T1 – voos internacionais e T2 – voos domésticos e para a União Européia) e existe um ônibus especial que faz a ligação entre terminais de forma gratuita.

Praça de alimentação no aeroporto de Lisboa

Existem 2 opções para ir até o centro de Lisboa: táxi e a linha de ônibus chamada Aerobus. Como eu estava voltando de vez para o Brasil e estava acompanhada das minhas 3 malas, não tive muita escolha, fui de táxi até o hotel.

O hotel em que fiquei hospedada ficava bem próximo a Estação Rossio e a Praça do Comércio, e o valor ficou em 12,50 euros (já incluido o adicional por cada mala, tinha lido na internet que esse adicional ficam em torno de 1,60 euros por mala), o que valeu bastante a pena, no meu caso!

Um dos símbolos do país: Palácio da Pena, em Sintra.

O aeroporto não é muito grande e também não é suuuuuuuper bem sinalizado (comparando com os aeroportos de Edimburgo e os de Londres), mas dá pra se virar tranquilo.

Quando estava chegando em Lisboa, depois de passar pela Imigração, só peguei minhas malas e já sai!

Farol em Cascais

Na volta pro Brasil, depois de fazer o check-in, passar pelo controle de segurança e controle de passaporte, tem um Free-Shop, que não é muuuito grande, mas em compensação para quem quer comprar produtos Portugueses, como os Vinhos do Porto, Moscatel, Licores, todos separados por região, acho que é uma boa opção!

Monumento aos Descobrimentos e a Ponte 25 de Abril

Uma vez em Portugal, algumas palavrinhas geram um pouco de confusão e assim, é importante saber que:

– os Bondes são chamados de Eléctrico,

– o Ponto de ônibus é a Paragem,

– o Ônibus é chamado de Autocarro e;

– os Trens são os Comboios.

Nada melhor do que esse por-do-sol pra fechar a viagem com chave de ouro!!!

Dito isso, é só começar a se aventurar pelo país, que aliás, tem um sistema de transporte público super eficiente e com bastantes opções. Eu andei tanto de trem como de ônibus e pude perceber que tanto as estradas, como as linhas ferroviárias do país são muito boas e estão em ótimas condições!!

E como não seria de se esperar o contrário, o Brasil tem “um pouco de Portugal”, e lá a gente já se sente praticamente em casa!

Postado em Cascais, Estoril, Lisboa, Portugal, Sintra
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