18.03
2015

Biomuseo: a mais nova atração da Cidade do Panamá

Eu me surpreendi muito ao ver que diversas coisas que ainda estavam em construção no ano passado no Panamá, esse ano já estavam prontas. E um ótimo exemplo disso, é o Biomuseo – Museu da Biodiversidade, a mais nova atração da Cidade do Panamá (inagurado em outubro de 2014).

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O Biomuseo é obra do arquiteto canadense Frank Gehry, o mesmo que projetou a Casa dançante em Praga e o Museu Guggenheim em Bilbao. 

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Nessa sua primeira obra na América Latina, Gehry teve a brilhante idéia de projetar um museu super diferente e colorido. O edificio mistura concreto com janelões de vidro, sem falar no telhado, feito todo de aluminio e aço coloridos.

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Se por fora ele chama atenção de todo mundo, por dentro a decoração é bem basiquinha.

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O museu tem três andares, divididos em três alas, sendo que cada ala fica em um andar. É meio confuso, mas é isso ai mesmo.

Pra começar, um video curtinho (de uns 5 minutos de duração, mais ou menos) chamado Panamarama (mix de Panamá com Panorama, segundo a funcionária do museu) projetado tanto no teto como no chão e nas paredes mostrando um pouco das plantas e animais existentes no Panamá.

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Na minha opinião, essa primeira parte da visita é uma das mais legais, pois além desse video, ela mostra um pouco do que é o mais importante e também, o verdadeiro proposito desse museu: contar como o istmo do Panamá surgiu há mais de 3 milhões de anos para unir os continentes (América do Norte com a América do Sul) causando mudanças em toda a biodiversidade do planeta.

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O surgimento do istmo do Panamá provocou muitas alterações no mundo, desde alterações climáticas, das correntes maritimas e inclusive, na fauna e na flora.

Existem diversos achados arqueológicos em exibição no museu, assim como paineis interativos e videos que explicam como tudo isso aconteceu. É bem interessante!

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A segunda parte do museu fica no lado de fora, numa área aberta (consequentemente a temperatura é a do ambiente externo – super quente!), onde atraves de paineis, mostram diversas fotos, graficos, desenhos e descrições com relação ao Panamá e ao Canal do Panamá desde os tempos da pré-história até hoje em dia.

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De volta ao interior do museu, a terceira e ultima parte é a mais simples (e sem graça, na minha opinião!). Ali estão em exibição alguns esqueletos de animais encontrados na região, além da maquete do próprio museu. É uma área grande, sem muito conteúdo, então sei lá, fiquei com uma impressão de que ficou meio sem graça.

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E por fim, como todo museu que se preze, ele também termina em uma lojinha, claro.

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Os barcos entrando/saindo do Canal do Panamá

Ahhh, e antes que eu me esqueça, o museu tem uma localização privilegiadíssima. Ele está localizado na Calzada de Amador e próximo a entrada principal do Canal do Panamá no oceano Pacífico.

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Nem preciso dizer que o museu oferece vistas panorâmicas super legais da entrada do canal e da Ponte das Américas, além de todo o perfil dos prédios altíssimos do centro da cidade. Incrível!

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Importante: O museu abre todos os dias, exceto as  terças-feiras. O valor do ticket é beeem caro, 22,00 dólares/pessoa.

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Bruna Bartolamei
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Bruna Bartolamei

Catarinense, mas atualmente morando em Curitiba-PR. Já morou em Edimburgo, a capital da Escócia por quase 2 anos. Criou o blog pra contar um pouco mais sobre como foi o seu intercâmbio na terra dos Kilts e das Gaitas de Fole, e também, sobre suas viagens pelo mundo.
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Postado em Cidade do Panamá, Panamá
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