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Como ir de Londres a Edimburgo de Trem

Uma excelente opção de meio de transporte para um deslocamento entre Londres e Edimburgo (ou vice-versa) é o trem. Normalmente o trajeto é feito em 4 horas e 20 minutos, porém quando a opção não for trem direto, esse tempo pode aumentar consideravelmente.

Como volta e meia aparecem algumas duvidas sobre esse assunto, acho que esse post vem em boa hora e com certeza vai ajudar muita gente.

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Então vamos ao que interessa:

→ Comprando a passagem

Um excelente site para pesquisar todas as opções de deslocamento e as empresas que oferecem esse trajeto é o da National Rail. Esse site reune todas as possibilidades de tudo o que esta disponivel para uma determinada data.

As passagens são colocadas a vendas com 90 dias antes da data desejada, mais tempo que isso não é possível comprar, não ao menos pelo site ou aplicativo para o celular.

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Como eu já comentei nesse post aqui, eu não tinha o costume de comprar em nenhum outro site que não fosse o site oficial da empresa de trem escolhida, mas em novembro do ano passado, quando fui de Londres a Edimburgo pra passar meu aniver, acabei comprando minha passagem pelo aplicativo da National Rail pra testar. Foi bem fácil e muito tranquilo!

Uma vez comprada as passagens, é só ter em mãos o “booking reference” e o cartão de crédito utilizado na compra e se dirigir as máquinas ou aos guiches de atendimento na estação de trem pré escolhida e retirar as passagens.

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As passagens vão estar disponíveis para serem retiradas 2 horas após a compra feita através do site ou aplicativo de celular.

→ Partindo da estação de King’s Cross em Londres

A grande maioria do trens que partem de Londres para Edimburgo tem saida da estação de King’s Cross, exceto os trens que não são diretos que partem da estação de Euston.

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Junto a estação de King’s Cross fica a estação de St Pancras, de onde partem os trem do Eurostar.  Bem próximo a essas estações fica a British Library, que com certeza vale muito uma visita!

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Em 2010 e 2011 quando tive que pegar o trem ou até mesmo o metro pra esses lados da cidade, lembro que essa estação tava uma bagunça, devido as reformas. Hoje em dia, a reforma já foi concluida e ficou super bonita!

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Ah, na King’s Cross é onde está a plataforma 9 3/4, aqueeeela que ficou famosa no filme Harry Potter!!

→ Primeira Classe ou Segunda Classe?

Todos trem que fazem esse trajeto possuem Primeira Classe (First Class) e Segunda Classe (Standard Class).

No caso em especifico dos trens da East Coast, que foi a empresa que escolhi para fazer esse trajeto, existem algumas diferenças:

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- os assentos são mais confortáveis e espaçosos na Primeira Classe;

- na Primeira Classe recebemos um menu com as opções de comidas (que já estão incluidas no valor da passagem). Podemos nos servir duas vezes!

- Wi-fi, a internet já está incluida no valor da passagem da Primeira Classe e funciona super bem. Eu testei e usei muito, principalmente no trajeto de ida pra Edimburgo, já que eu tinha que organizar toda a viagem e reservar os passeios. Já na Segunda Classe, a internet está disponivel também, mas é cobrada uma taxa a parte.

Vagão da Primeira Classe

Vagão da Primeira Classe

- a quantidade de pessoas é infinitamente menor na Primeira Classe que na Segunda Classe;

- espaço pras malas: como normalmente a Primeira Classe quase nunca está lotada, sempre sobra um pouco mais de espaço pra guardar as malas nas áreas especificas para elas. Então pra quem viaja de trem, apenas 2 malas grandes e uma mala pequena são permitidas por passageiro. Então é bom não abusar!

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- a configuração das poltronas dentro dos vagões são diferentes, enquanto na Primeira Classe existe a possibilidade de viajar em uma poltrona individual, na Segunda Classe essa opção não existe. Na Primeira Classe a configuração é de 2-1 e na Segunda Classe a configuração fica 2-2.

→ O trem

Na hora de comprar a passagem, seja ela pela internet ou pelo aplicativo, ou até mesmo nas maquinas ou guiche de atendimento, a reserva de assento é obrigatória.

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Então, com a passagem em mãos, tanto o vagão como a poltrona escolhidos já vão constar no bilhete.

Nos trens que partem de Londres, os vagões da Primeira Classe  estão localizados logo no inicio da plataforma. Já os vagões de Primeira Classe que partem de Edimburgo, estão localizados no fim da plataforma.

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Ambos os trens da East Coast que eu viajei eram relativamente novos, estão muito bem conservados e bem limpos.

→ Internet Wi-fi nos trens da East Coast

Confesso que eu tava meio apreensiva com essa história de internet wi-fi no trem. Na hora de comprar a passagem, uma das coisas que me fez optar por escolher a Primeira Classe foi justamente a disponibilidade de wi-fi o trajeto todo.

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Primeiro é necessário fazer um cadastro bem simples e rápido, e em poucos minutos o acesso está disponivel. Nessa mesma hora, aparece uma tela com o trajeto que vai ser percorrido e o tempo de viagem entre cada uma das paradas (que são poucas) durante o trajeto.

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A internet na ida funcionou super bem, alias, superou toooodas as minhas expectativas, inclusive a conexão não caiu nenhuma vez, dá pra acreditar? E como eu usei muuuito a internet, achei que valeu muito a pena. Já na volta, a conexão caiu algumas vezes enquanto ainda estavamos na Escócia. Não sei se foi a chuva e os ventos fortes ou o que, mas também não me importei muito, já que não tinha nada de tão importante pra fazer na internet. Aproveitei um pouco mais pra curtir a paisagem, principalmente quando chegamos em York, já que dali em diante o tempo estava ensolarado e tudo ficou muito mais bonito pelo caminho!

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→ A experiência de viajar com a East Coast

Como eu viajei em Primeira Classe, o trajeto foi super tranquilo. Na ida eu consegui pegar uma poltrona individual (sentido contrario ao que o trem se desloca, já que normalmente são as unicas que sobram). Como eu não me importo com isso, tratei de reservar logo essa opção.

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Logo que eu me acomodei, o pessoal da empresa de trem passou conferindo as passagens e distribuindo o jornal do dia, e poucos minutos depois, foi distribuido o menu com as opções de comidas disponiveis.

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Logo na chega foi servido uma bebida e junto, um lanchinho. Como o trem da ida saia as 10:00, as opções de bebidas eram água, chá e café e o lanchinho oferecido foi: batatinha frita ou shortbread (as tradicionais bolachinhas de manteiga britânica).

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Na sequencia, as moças passam anotando os pedidos e em questão de uns 10 ou 15 minutos o “almoço” é servido. Na ida eu acabei escolhendo sanduiche e o prato normalmente vem bem servido, com 5 sanduiches. Eu tinha pedido um só e a moça até brincou comigo: 1 só? nada disso, pelo menos 3 pra vc, vc está muito magrinha! ok, nem discuti! (eu, magrinha? depois de 13 dias entre Suiça e Austria, comendo salsicha e shnitzel e tomando cerveja aos montes, a unica coisa que eu não estava naquele momento era magrinha, vai entender!). E ainda pra acompanhar, vinho branco.

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Uma coisa que eu não sei se nesse caso existe na Segunda Classe é a questão das tomadas. No caso da Primeira Classe existe essa disponibilidade, o que foi muito util, já que precisei recarregar o celular, principalmente na ida, já que fiquei boa parte da viagem pesquisando e reservando coisas.

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A viagem foi bem tranquila, mesmo o trem tendo saindo com 30 minutos de atraso devido a um acidente no trajeto, eu gostei que logo que cheguei lá na estação o motivo já estava explicado no painel, evitando enfrentar filas ou stress para descobrir o que estava acontecendo.

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As paisagens pelo caminho são maravilhosas (e não to exagerando)! São muitos e muitos campos planos cheios de ovelhas, rios e quando estamos no norte da Inglaterra, próximo a York e Newcastle, conseguimos até ver o mar.

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O atendimento foi excelente. As moças eram bem atenciosas e tudo o que foi pedido, foi entregue rapidamente. Não tenho do que reclamar!

→ Chegando na Estação de Waverley em Edimburgo

A Waverley Station é a maior estação de trem de Edimburgo. Como eu já falei em vááários posts aqui no blog, essa estação esta super bem localizada, literalmente entre a Old Town (Royal Mile) e a New Town (Princes Street).

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Como a estação está em reformas (mas a pior parte das obras já passou), é sempre bom chegar um pouquinho antes pra não ter nenhum problema em achar a plataforma de onde o trem vai partir.

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Lá existe algumas opções de lanchonetes, casa de câmbio e como a estação fica grudada no Princes Street Mall, quem precisar comprar alguma coisa de ultima hora, como um souvenirs ou uma garrafa de whisky, ali facilmente dá pra encontrar tudo isso.

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O aplicativo da National Rail é super util, nele dá pra companhar o trajeto que o trem está fazendo, os atrasos, os cancelamentos e tudo isso em tempo real.

Aplicativo da National Rail para acompanhar ao vivo o trajeto que está sendo feito pelo trem!

Aplicativo da National Rail para acompanhar ao vivo o trajeto que está sendo feito pelo trem!

Outras empresas que também fazem esse trajeto são: a Cross Country e a Virgin Trains.

WTM 2012 – World Travel Market em Londres

Era um vez.. Mil anos atrás… Bom, esse post era pra ter ido ao ar ainda no inicio de dezembro do ano passado, mas eu fiquei esperando por uma foto (que ainda não recebi) e acabei esquecendo desse assunto.

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Mas pra quem não sabe, o WTM – World Travel Market é uma das maiores e mais importantes feiras de turismo, que acontece todos os anos em novembro, onde váááários países de todas as partes do mundo tem a oportunidade de divulgar um pouco mais suas atrações e serviços. Claro que a feira não se resume somente a isso, já que em paralelo acontecem vários seminários, palestras e eventos.

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A feira aconteceu no Excel London, que fica próximo ao aeroporto de London City, muito perto de toda a área mais turística de Londres. O pavilhão é enoooorme, gigante mesmo. E eu que achei que ia ser impossível me situar por lá, tive que tirar o chapéu para a organização, que ficou excelente.

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Nem precisaria escrever que os dois dias inteiros que bati perna nessa feira só me deixaram ainda mais desesperada! Quantos lugares ainda falta eu conhecer! Preciso me agilizar, senão não vai dar tempo de viajar para todos os lugares que acabei “descobrindo” lá!!!!!!

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Tudo foi devidamente dividido em alas, como: UK & Ireland, Europe & Mediterranean, Africa, India, Asia and Pacific / Indian Ocean, Middle East, The Americas (and Caribbean), Technology and Online Travel, ou seja, praticamente todos os países, ilhas, redes de hotelaria, cias aéreas e muito mais estavam espalhado em um pavilhão.

A distribuição dos stands no WTM em Londres

A distribuição dos stands no WTM em Londres

Então, no primeiro dia de visita eu aproveitei pra olhar tudo, somente para ter uma idéia geral de tudo. Andei muito em todas as partes e aproveitei para conhecer algumas meninas aqui do Brasil, como Celina do blog Mala de Rodinha e Necessaire, a Vivi do blog Vivi em UK e a Martinha do blog Chez Martinha.

(Essa foto eu vou ficar devendo por enquanto)!

Já no segundo dia, fui pra terminar de ver o que ficou faltando e aproveitei para conversar com algumas pessoas nos stands do Brasil, da Escócia, da Irlanda, da Coréia do Sul e muitos outros. Também peguei alguns materiais como revistas, livros e souvenirs de alguns países!

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Uma grande novidade do WTM é que desde 2011, os blogueiros de viagem podem se cadastrar como imprensa, o que facilita mais a conversa com o pessoal enquanto caminhamos pelo pavilhão, além é claro, do tratamento diferenciado já que carregamos no crachá “Press”.

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Também achei legal que os blogueiros de viagem estão ganhando cada vez mais espaço e tiveram vez também nas palestras. Mesmo eu não tendo ido na principal palestra que abordava sobre o mundo dos blogs e outras palestras como o “poder” que as midias sociais exercem e as tecnologias que temos disponiveis para viajar cada vez mais e melhor, achei tudo muito válido num primeiro momento.

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São tantas informações, tanta gente diferente, tantas culturas reunidas em um unico espaço, enfim, tantas novidades e serviços oferecidos que é impossível conseguir conhecer e absorver tudo o que nossos olhos veem por ali.

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Dentro do possível, também aproveitei para assistir algumas palestras sobre alguns temas que achei interessantes como: Um resumo geral sobre o mercado de turismo e as espectativas para esse setor e a questão do turismo x China.

A WTM 2013 já tem data definida!

A WTM 2013 já tem data definida!

E como essa foi a primeira vez que participei de uma feira de turismo internacional, a escolha não poderia ter sido melhor. A WTM só aumentou a minha vontade em aprofundar e estudar cada vez mais tudo o que está relacionado a esse fascinante mundo do turismo e é claro, de viajar cada vez mais e mais, já que destinos é o que não estão faltando para serem riscados  da minha listinha!

Londres: Museu de História Natural

Eu sempre tive vontade de fazer um curso de fotografia, e assim, pra ver se eu me empolgava, resolvi aproveitar que estava em Londres e fui ver algumas exposições relacionadas ao tema.

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De inicio, o plano era visitar somente a Getty Images Gallery, mas ai enquanto eu tava por lá, acabei trocando uma meia duzia de palavras com um cara que me recomendou uma exposição sobre fotografia no Natural History Museum. Gostei da idéia e resolvi ir lá pra conferir.

Ao chegar ali na região de South Kensington eu vi uns cartazes e de cara lembrei de um post que eu tinha lido um tempo atrás no blog Uma Malla pelo Mundo e pesquisando melhor aqui no “favoritos” do meu notebook, vi tinha mais uns 2 ou 3 posts sobre essa exposição salvos ali.

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Como eu nunca tinha visitado o Museu de História Natural até então, achei que seria muito bom ficar ali a tarde toda. E foi justamente isso que fiz.

Em uma outra viagem eu tive a oportunidade de conhecer museu vizinho, Victoria & Albert Museum que junto com Science Museum, ficam todos localizados na mesma rua, a Exhibition Road.

Mapa retirado do site do Science Museum

Mapa retirado do site do Science Museum

Eu sei! Eu sei! Todo mundo diz a mesma coisa quando começa a falar nesse museu, como: “A arquitetura é lindíssima” ou “O prédio por si só já vale a visita”, mas sabe que tudo isso é bem verdade?!?! É realmente muito imponente e super bonito!

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Esse museu fazia parte do British Museum e em 1881 ele foi tranferido para o atual prédio onde se encontra. Dizem que os arcos que ficam na porta de entrada da Cromwell Road foram inspirados nas colunas de basalto da Fingal’s Cave, uma das grutas mais famosas da Escócia. Além disso, as suas torres externas e os vitrais são super bonitos.

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No dia que eu estive lá, algumas alas estavam fechadas para reforma, então, eu tive que me contentar com o que “restou”. Claro que eu não tinha planos de visitar o museu inteiro, mas consegui ver coisas bem legais e interessantes nas mais de 4 horas que fiquei batendo pernas por ali.

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Pra começar, o acesso ao museu é feito pela Cromwell Road e logo na entrada temos que passar com um pequeno controle de segurança.

O grande destaque do museu, um esqueleto de Dinossauro (com mais de 25 metros de altura), fica bem no meio do saguão do hall principal.

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Outros dois grandes destaques são: a estátua de Charles Darwin e o Darwin Centre, que não tive tempo de visitar, infelizmente! Assim fica um motivo pra voltar, né?!?! =)

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O que eu acabei vendo por lá foram coisas bem interessantes, como por exemplo a ala que conta um pouco mais sobre os seres humanos, desde o momento em que somos gerados, o nascimento, enfim, todas as fases da nossa vida, passando pela adolescencia, fase adulta e quando começamos a envelhecer. Uma verdadeira aula de biologia!

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Outra parte que achei bem interessante foi sobre como foi desenvolvida a Escala Richter e a simulação de um terremoto que aconteceu na cidade de Kobe no Japão em 1995. Apesar de ter sido considerado um dos piores terremotos do país, a forma como o assunto foi abordado ficou bem interessante… Show de bola!

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Ainda tive tempo de passar pela ala dos Dinossauros, que estava lo-ta-da de crianças e pela parte onde tem varios animais, que estava igualmente lotada de crianças e alunos de uma (ou talvez mais) escola(s).

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E pra terminar eu fui ver a tal exposição de fotos recomendada, a Veolia Environnement Wildlife Photographer of the Year. Essa é uma das exposições mais renomadas do mundo e é realizada todos os anos, desde 1964 pelo Museu de História Natural de Londres.

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Estão em exposição as 100 melhores fotos, tanto fotos amadoras e profissionais, que são escolhidas através de um concurso. Fotografos de todas as partes do mundo participam e as fotos são separadas em várias categorias.

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Em cada categoria são exibidas as suas 5 melhores fotos e além de toda a criatividade e qualidade do trabalho, ainda podemos saber o local onde a foto foi tirada, o equipamento utilizado e toda a história por tras de como o fotografo conseguiu tirar a foto, claro.

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As duas fotos que eu achei mais legais e criativas foram tiradas respectivamente pelos fotografos Alexander Badyaev e John E Marriott (inclusive essa foi a foto usada na divulgação dessa exibição). Mas a mais bonita, sem duvida (e olha que não foi fácil escolher), foi a de uma tartaruga, foto feita pelo fotografo Jordi Chias. Lindas, né?!?!? (para ver as fotos e ler sobre a história de cada uma é só clicar ai nos links em vermelho).

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E pra quem estiver com passagem marcada pra Londres esse ano, ainda dá tempo de ver essa exibição, já que ela fica em cartaz até março. Vale muito a pena!

Detalhes nas arcadas do teto

Detalhes nas arcadas do teto

A entrada no museu é gratuita, mas a exposição do Wildlife Photographer of the Year é paga. Estação de metro mais próxima:  South Kensington.

Todas as opções de transporte entre Londres e Edimburgo

Uma das perguntas que aparecem aqui no blog com grande frequencia é: Qual a melhor opção de meio de transporte para ir de Londres a Edimburgo? Sendo assim, eu achei que seria interessante escrever um post especial somente sobre esse assunto.

As quatro únicas formas de se deslocar entre Londres e Edimburgo, são: avião, trem, ônibus e carro. Até aqui nenhum novidade. Mas então, vamos por partes:

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→ Avião

As empresas que voam com maior frequencia de Londres para Edimburgo são: a British Airways, FlyBe e a EasyJet. O tempo médio de voo é de apenas 1 hora.

Londres é servida por 5 aeroportos e Edimburgo tem apenas um único aeroporto. E dependendo da cia aérea escolhida, é possível partir de todos os aeroportos de Londres pra Edimburgo.

Então por exemplo, a British Airways voa Londres através do aeroporto de Heathrow, Gatwick e City. Já a FlyBe voa somente do aeroporto de Gatwick e a Easyjet faz o trajeto através dos aeroportos de Stansted, Gatwick e Luton.

Essas três empresas cobrem todos os aeroportos de Londres. Sendo assim, ninguém vai ficar sem opção de voo pra ir de Londres a Edimburgo ou vice-versa!

Obs.: um tempo atrás eu escrevi um post com dicas pra comprar passagem aérea pra ir até a Escócia.

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→ Trem

Viajar de trem pelo Reino Unido é também uma excelente opção. Eu já tive oportunidade de passear por lá inumeras vezes e posso garantir que as paisagens são espetaculares.

As empresas de trem que fazem o trajeto entre Londres a Edimburgo de forma direta são: a East Coast e a Cross Country. Ainda existe a opção com uma conexão em Carlisle, que é operado pela empresa Virgin Trains (o tempo da conexão é tranquilo, em torno de 20 minutos).

O tempo medio do trajeto direto fica em 4 horas e 20 minutos e o trajeto com conexão pode variar muito dependendo do horário e da empresa escolhidos.

O legal de viajar de trem, como todo mundo sabe, é a comodidade de chegar na estação apenas alguns minutos antes do trem partir e de não precisar passar por controle de passaporte e nem por controle de segurança. Além é claro, do fato das estações estarem super bem localizadas, no centro de cada uma das cidades.

Então pra quem quiser se locomover usando trem, em Londres os trens vão partir da King’s Cross (trens diretos) e da Euston (trens com conexão da empresa Virgin Trains). Já em Edimburgo, todos os trens chegam na Waverley Station. Alguns trens param na Haymarket Station, mas somente os trens que tem como destino final a cidade de Aberdeen, no norte da Escócia. Então pra quem preferir desembarcar na Haymarket Station, é bom checar no painel se o trem vai até lá, senão é bom garantir e descer na Waverley Station mesmo.

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→ Ônibus

Como eu nunca fiz o trajeto entre Londres e Edimburgo de ônibus, eu acho interessante alertar sobre uma questões: o trajeto é loooongo, o tempo médio é de mais de 10 horas de viagem e ainda em alguns trechos tem que fazer uma troca no meio do caminho (na cidade de Birmingham)!

Então se nos olharmos no mapa do Reino Unido, já dá pra entender o pq do trajeto ser tão longo. O ônibus não segue por uma estrada pelo litoral, ele vai por dentro do país por uma estrada que passa quase grudada no País de Gales. Tá explicado então, nem teria como ser mais rápido esse trajeto, afinal, o desvio é enoooorme!

Claro que toda essa desvantagem do tempo de deslocamento entre as cidades teria que ter um beneficio: o preço. Realmente os tickets de ônibus são super baratos. O preço varia entre 15,00 libras a 40,00 libras quando comprado com uma certa antecedência.

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O que eu vou relatar aqui é baseado na experiencia que dois colegas do curso de inglês tiveram. E o que eles me falaram foi o seguinte: n-u-n-c-a mais na vida! Tudo bem que o preço compensa, mas é muito cansativo. E como eles foram passar o final de semana em Londres, imaginem, eles ficaram mais tempo dentro do ônibus do que em Londres propriamente dito.

Mas pra quem se interessar em embarcar nessa loooooonga aventura, os ônibus partem de Londres da Victoria Coach Station (que fica junto a Estação de trem Victoria) rumo a Edimburgo pelo menos 5 vezes por dia. O desembarque em Edimburgo é feito na Edinburgh Bus Station, que fica do lado do Multrees Walk e a duas quadras a Princes Street (perto do Scott Monument e do Calton Hill).

As duas principais empresas que fazem esse trajeto são: National Express e a MegaBus.

Obs.: normalmente os ônibus que viajam durante o dia tem a tarifa mais barata do que os que viajam a noite.

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→ Carro

Apesar de eu nunca ter feito o trajeto entre Londres e Edimburgo de carro (eu fiz apenas o trecho Edimburgo – Liverpool, mas não era eu quem estava dirigindo), eu acho que vale a pena compartilhar duas coisas:

- a mão inglesa (não esqueça que em todo o Reino Unido eles dirigem no lado contrario do que nós no Brasil). Pra quem quiser encarar essa opção, vale lembrar que o cuidado deve ser redobrado, pq é tudo literalmente ao contrario do que estamos acostumados.

- outra coisa que achei legal é que, além das estradas estarem em perfeito estado, não existem construções, lojinhas, barraquinhas vendendo frutas e coisas do tipo no acostamento. A paisagem que nos acompanha são super bonitas e são km e mais km de campos, colinas e muitas ovelhas. No Reino Unido, existem lugares especificos para as paradas, que são chamados de “Services”. Ali, é onde vão estar o posto de gasolina, os banheiros, as lanchonetes, os restaurantes, as lojinhas e os pontos de informações.

A distância entre as duas cidades é de 650 Km, sendo assim, o tempo médio de desolamento fica em torno de 7 horas e meia.

→ Outras considerações

Respondendo a pergunta inicial do post, na minha opinião, as duas melhores opções de deslocamento entre Londres e Edimburgo ainda vão ser: o Avião e o Trem. O avião pelo fato de ser a forma mais rapida de deslocamento, em questão de 1 hora estamos desembarcando em Edimburgo. Já o trem, mesmo tendo o tempo médio de deslocamento de 4 horas e meia, vale a pena pra apreciar a paisagem do interior do país que é muito bonita!

Londres: Teleférico Emirates Air Line

Londres é uma daquelas cidades cheias de coisas pra fazer e mesmo assim, a cada ano que passa sempre aparecem coisas novas pra visitar. Dessa vez, a mais nova atração de Londres atende pelo nome de teleférico Emirates Air Line, inaugurado em junho desse ano.

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O local escolhido para sua construção foi a região leste da cidade, sendo assim, o teleférico atravessa o rio Tâmisa ligando a O2 Arena (na margem sul) ao ExCel Exhibition Centre (na margem norte).

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Como eu tava no WTM, que estava acontecendo no ExCel Exhibition Centre, aproveitei pra dar uma fugidinha e fui conhecer o teleférico.

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A estrutura no geral já chama atenção tanto pela modernidade quanto pelo tamanho. Impressionante aqueles 3 pilares que sustentam os cabos por onde passam os teleféricos.

→ Comprando o ticket

O ticket pode ser comprado de três maneiras: nas máquinas, com o Oyster Card ou nos guiches de atendimento em ambos os terminais (sul e norte).

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Quem tiver o Oyster Card (como no meu caso), também pode usar. É só chegar em qualquer um dos terminais e se digirir direto pra entrada, passar o Oyster pra liberar a catraca e entrar na primeira cabine livre que aparecer. Muito simples!

Quem não tem o Oyster, deve ir nas máquinas ou no guiche de atendimento e comprar o ticket.

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Obs.: quem estiver usando o Oyster Card (Oyster Pay as you go Fares), ganha um desconto no valor da tarifa. O valor fica em 3,20 libras cada trecho. Já quem não tem o Oyster vai pagar por cada trecho o valor de 4,30 libras (Boarding Pass Fares).

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→ Tipos de viagem

Existem dois tipos de viagem: por trecho (ao chegar do outro lado do rio Tamisa, dá pra sair do teleférico e conhecer a região) ou 360 Tour (que dá a volta completa, sem direito a descer da cabine na estação no outro lado do rio).

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→ O passeio

Eu peguei o bondinho na estação Emirates Royal Docks – North, como já disse no inicio do post, apenas me dirigi a catraca, passei meu oyster e segui viagem. Na ida, eu dividi a cabine com mais dois rapazes britânicos (pelo sotaque).

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Enquanto eles conversavam sobre a engenharia e como tudo foi construido, eu aproveitei pra escutar um pouco da história enquanto batia minhas fotos.

O passeio é bem rapidinho, em questão de 5 minutos eu já tava desembarcando no outro terminal, o Emirates Greenwich Peninsula – South.

O Parque Olimpico lá no fundo

O Parque Olimpico lá no fundo

A estrutura é impressionante, tudo é muito gigantesco, e nem poderia ser diferente. São três torres que permitem que as cabines circulem pra lá e pra cá. No ponto mais alto do passeio, o teleférico chega a 90 metros de altura.

Aeroporto London City

Aeroporto London City

Pra quem já teve oportunidade de andar nos teleféricos das estações de ski, é mais ou menos a mesma sensação, só que ao invés de montanhas cheias de neve, vemos Londres 360 graus!

O2 e Canary Wharf

O2 e Canary Wharf

As cabines são bem espaçosas e tem bancos em cada lado. Não é permitido ficar em pé durante a travessia. Tem um aviso bem grande na porta alertando os passageiros sobre esse detalhe.

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Então, como eu não tinha pego o ticket 360 Tour, eu pude sair da estação e aproveitei pra dar uma caminhada por ali. Saindo da estação, a pouquissimos metros fica o O2 Arena, uma arena multiuso (onde acontecem show, jogos de tênis, entre outros) e que tem um monte de restaurantes também. Já que tava ali, fiz um lanchinho rapido e voltei pra estação pra fazer o restante do trajeto.

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→ Vale a pena o passeio?

Quando eu cheguei no terminal pra pegar o teleférico, ele tava bem vazio. A maioria das cabines seguem indo e vindo vazias. A vista é legal, dá pra ver (e conhecer) uma area de Londres que normalmente a maioria das pessoas passam batido. Essa é uma area que está em constante construção e reforma. Lá do alto a gente não vê nenhuma das grandes atrações de Londres, mas alguma coisa dá pra ver bem de longe, como por exemplo a região de Canary Wharf, a The City e o Parque Olimpico. Também dá pra ver os aviões pousando e decolando do Aeroporto de London City. Dá pra ver a Thames Barrier, as estruturas que podem regular a quantidade de água no Tamisa, evitando assim enchentes e “só”! Claro que a estrutura toda que foi montada impressiona, mas no geral, eu acho que dá pra deixar o teleférico em segundo plano em uma viagem, principalmente quem estiver indo à Londres pela primeira vez!

Reparem nas histórinhas

Reparem nas histórinhas

→ Outras considerações

Quem não estiver pela região, pode chegar facilmente até qualquer um dos dois terminais do teleférico através do metro, DLR e barco.

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Um detalhe importante que o site do teleférico já avisa é que, se tiver chovendo muito ou ventando muito forte, o teleférico para de funcionar. Somente quando as condições climáticas votarem ao normal, o teleférico volta a funcionar.

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Funciona todos os dias da semana e dependendo da época (verão ou inverno) os horários de abertura e fechamento variam, então é sempre bom dar uma olhadinha no site pra não ter nenhum problema.

Obs.: Só como curiosidade, o custo da obra foi de 60 milhões de libras que foram pagas pela cia aérea Emirates. Então tá explicado o pq desse nome, né?!?! =)

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